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domingo, 20 de outubro de 2013

VOCÊ É UM ADIADOR?

Você é o tipo de pessoa que age de forma pró-ativa? Tem iniciativa e conclui aquilo que começa? Ou você é do tipo que decide estudar, mas adia? Um dia decide visitar um importante cliente, mas adia? Você é mais um que vive pensando: “deixa pra depois”? Você conhece alguém que diz que vai começar a praticar exercícios físicos, mas vai adiando, adiando e adiando? Tomara que você tenha respondido SIM para as duas primeiras perguntas, caso contrário, você pode ser mais um “adiador”.

Vivemos em um mundo que parece girar cada vez mais rápido, onde tudo tem que ser feito “pra ontem”. Atualmente, a grande maioria dos profissionais ainda não sabe como usar corretamente o tempo, ou seja, o modelo mental utilizado sobre como organizar e gerenciar o tempo é o mesmo de muitos anos atrás. Isso acaba gerando uma percepção limitada para definir prioridades e agir com mais eficácia e menos ansiedade. Vamos adiando as prioridades, fazemos múltiplas tarefas ao mesmo tempo e, em muitos casos, “empurramos com a barriga”, abrindo mão da qualidade para poder cumprir prazos.

A procrastinação é uma das maiores inimigas do sucesso profissional nos dias de hoje. Procrastinar é o ato de adiar, delongar, demorar, ou, transferir para o outro dia. Adiar para depois aquilo que não é importante, tudo bem! O problema é quando não sabemos definir aquilo que realmente é importante. A procrastinação é vista como uma dificuldade em definir prioridades, é quando minimizamos o aspecto lógico e realista, colocando o aspecto emocional em primeiro lugar na tomada de decisão.

Existem pessoas que são tão competentes em adiar que conseguem convencer os outros a deixar para depois. Elas convencem que hoje não dá mais tempo, que não dá para ser feito e conseguem colocar outras pessoas em sintonia com a sua zona de conforto. Precisamos aprender a definir o que precisa ser feito em nosso dia a dia de acordo com a importância da tarefa e seus efeitos, e não fazer somente se o prazer for imediato.

Comece a refletir sobre suas atitudes e siga essas dicas para não ser mais um “adiador”:

  • Pare de reclamar da falta de tempo. Isso pode até ajudá-lo a ganhar atenção de alguém, mas não vai aumentar a quantidade de horas que terá no dia para fazer suas tarefas.
  • Conscientize-se que algumas atividades não são prazerosas no momento, mas são essenciais e servem de suporte para o que é importante. Então, não adie, abra mão do prazer momentâneo e faça o que tem que ser feito.
  • Muitas coisas importantes exigem dedicação, então, para não ficar adiando o que é importante, defina pequenas tarefas, com metas que mostram que você está no caminho certo da execução. Não se estresse, planeje suas ações e seja efetivo.
  • Saiba dizer não àquilo que não é importante. Não fique pensando que você deixará de ser uma boa pessoa só por dizer não a alguém. Seja firme consigo mesmo. Ao invés de ser predominantemente emocional nas horas de decisão sobre o uso do seu tempo, seja realista, não fique adiando o que é importante. 
Portanto, pense sobre como você está lidando com o seu tempo. Não deixe para depois, tenha atitude e siga as dicas apresentadas neste artigo. O ditado popular já diz que “não devemos deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje”. Então, se agir como um “adiador”, saiba que poderá estar adiando o seu próprio sucesso.


Autor: Cersi Machado - Você é um adiador? - Qualidade Brasil - O seu portal brasileiro de Gestão -
http://www.cersimachado.com.br

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

SONHOS, OUSADIA E AÇÃO

Albert Einstein (1879-1955), físico alemão famoso por desenvolver a Teoria da Relatividade, mencionou durante sua vida, várias frases famosas. Uma delas é: "Nunca penso no futuro. Ele chega rápido demais".

Para um gênio como Einstein que vivia muito à frente de sua época, tal frase poderia ter certo sentido. Mas também deixa claro que sua preocupação era agir no presente, no hoje, e as consequências dessas ações seriam repercutidas no futuro.

Ainda utilizando frases do físico, mais uma vez ele quebra um paradigma quando cita: "A imaginação é mais importante do que o conhecimento".

Os céticos podem insistir em afirmar que o mais importante é adquirir conhecimento. No entanto, sem a criatividade nascida de uma boa imaginação, de nada adianta possuir conhecimento se você não tem curiosidade em ir além.

O conhecimento é muito importante para validar a criatividade e colocá-la em prática, mas antes de qualquer ação existiu a imaginação, um sonho que aliado ao conhecimento e habilidades pode transformar-se em algo concreto. Já a imaginação criativa, sem ações, permanece apenas como um sonho.

Ainda à frente de sua época e indiretamente colaborando para os dias atuais, Einstein mais uma vez apresenta uma citação interessante: "no meio de qualquer dificuldade encontra-se a oportunidade".

Ou seja, mesmo em meio a uma crise, podemos encontrar oportunidades. Oportunidades aos empreendedores, aos inovadores, às pessoas e empresas que tiverem atitude e criatividade, que saiam da mesmice, que não se apeguem a fatos já conhecidos, mas busquem o novo, o desconhecido.

Como profissionais, precisamos ser flexíveis e multifuncionais. Devemos deixar de nos conformarmos em saber executar apenas uma atividade e conhecer várias outras, nas quais com interesse e dedicação podemos ser diferenciados. Já as organizações devem encontrar em uma nova realidade, novos usos de produtos e boas oportunidades para os mercados que passaram a existir. E para fechar este artigo com chave de ouro, cito outra sábia frase de Einstein: "Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário".

Acredite, tudo é possível desde que seja dado o primeiro passo. Você pode realizar seus sonhos se tiver confiança e lutar por eles. Poderá encontrar novas oportunidades desde que olhe "fora da caixa" e seja o primeiro a descobrir uma chance que ninguém está conseguindo ver. Para se chegar a uma longa distância é preciso, antes de tudo, dar o primeiro passo. Parecia impossível o homem voar e ir à lua. Quem imaginou, 30 anos atrás, que poderíamos acessar milhares de informações em milésimos de segundos através da Internet? Mas para estas perguntas, por mais óbvias que sejam as soluções, faço das palavras de Einstein, minha resposta: alguém que duvidou e provou o contrário.


e-acao.html

domingo, 6 de outubro de 2013

A VERDADE E A PARÁBOLA

Há poucos dias, ouvia de um velho amigo professor de filosofia falar sobre a verdade. Dizia que a palavra verdade podia ter vários significados como, por exemplo, estar de acordo com os fatos ou a realidade, ou ainda ser fiel às origens ou a um padrão.

Assim, "a verdade" pode significar o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. Como não há um consenso entre filósofos e acadêmicos, várias teorias e visões a cerca da verdade existem e continuam sendo debatidas.
Dizia, ainda, que Nietzsche, por exemplo, a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira...
Neste ponto é que me lembrei do conto judaico “A Verdade e a Parábola” que bem exemplifica a verdade que estamos vivendo em nosso país. Diz ela:
Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.

E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.

Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.

Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.

 Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.

 Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Verdade.

 Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.

Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.

Moral

Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.