Ebooks Grátis

terça-feira, 29 de setembro de 2009

COMO FUNCIONA UM FORMIGUEIRO

Você talvez não tenha se preocupado em conhecer o funcionamento de um formigueiro, mas você poderia aprender muito sobre organização e produtividade
se dedicasse um tempo para saber mais sobre o assunto.

Assim, vamos direto ao assunto e saber como funciona um formigueiro? Nele todas as formigas têm uma função clara e metas estabelecidas. Não é necessário que
alguém fique cobrando resultados e produtividade, porque as formigas estão permanentemente motivadas em relação ao que fazem. Não existem greves, operações tartaruga ou formiga de má vontade.

A base disso é clara, é a construção de um ambiente saudável em que se respeita a vocação de cada indivíduo. Gerar, produzir, manter, estocar, proteger e construir. Tudo em prol da rainha (o cliente).

Será que nossas organizações funcionam assim? Estamos todos felizes com o que fazemos? Os objetivos estão bem claros e são razoáveis? Cada um tem a
chance de desenvolver seus talentos? O foco está voltado para o cliente? As lideranças permitem e estimulam a participação e valorizam os resultados? Existe um espaço para tentativas de inovação ou se reprime o erro?

Em um formigueiro tudo isto funciona muito bem. Inclusive a possibilidade de tentar novas estratégias de alimentação e estocagem de acordo com a região do formigueiro, o alimento disponível e o clima.

Comparativamente com as nossas organizações, equivale a dizer que o formigueiro se adapta às condições do mercado, para sobreviver e crescer continuamente.

Temos que transformar nossas organizações em formigueiros eficazes. E o início de tudo está na vontade dos líderes em construir um novo modelo empresarial, onde os talentos são a matéria-prima, capacidade são meios produtivos e fidelidade dos clientes é o resultado final.

Autor desconhecido

sábado, 26 de setembro de 2009

A REENGENHARIA DAS PULGAS

Duas pulgas estavam conversando e uma comentou com a outra:

– Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobreviver quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

– Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos que aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu... A primeira pulga explicou por quê:

– Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos que aprender com os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

Então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

– Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

– Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

– E por que é que estão com cara de famintas?

– Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

– Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

– Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

– Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

– Mas o que as lesmas têm a ver com as pulgas?, quiseram saber as pulgonas...

– Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou um mês ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: “Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança”.

Moral

Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a grande mudança é uma simples questão de reposicionamento.

Autor: LIMA, Prof. Arievaldo Alves de – Jornal da ADESA – Ano V – Nº 43 – Rio de Janeiro, RJ.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

SEJA UM VENCEDOR

Bem aqui no título está uma confissão do que a maioria das pessoas deseja. Ser um vencedor. Sentir-se como um vencedor. Mas, lembre-se que existem algumas condições para se conquistar isso:

  • Vencedores assumem compromissos. Perdedores fazem promessas.
  • Enquanto algumas pessoas tratam suas promessas como compromissos assumidos, muitos fazem promessas vazias sabendo que elas, na verdade, não irão atingi-las.
  • Quando vencedores assumem um compromisso, você pode contar que eles cumprirão seu dever.
  • Vencedores superam problemas enfrentando-os de frente. Perdedores tentam contornar os problemas, nunca os enfrentando.
  • Quando se deparar com um problema, não o circunde. Resolva o problema de frente e, então, continue no ataque para achar também a solução da fonte do problema.
  • Vencedores dizem "Vamos descobrir!". Perdedores dizem "Ninguém sabe".
  • Uma insaciável curiosidade permite vencedores explorar a fonte das oportunidades tanto quanto a fonte dos problemas. Genuína curiosidade sobre outras pessoas é um dos segredos para aumentar as vendas, melhorar a qualidade dos serviços e fortalecer relacionamentos.
  • Vencedores sempre têm um plano. Perdedores sempre têm uma desculpa.

Você já notou que pessoas bem-sucedidas nos dão a impressão de saber para onde estão indo e o que querem?

O processo de pensar nas coisas que realmente importam permite aos vencedores manter uma visão clara do futuro e traçar um caminho para chegar lá.

Autor desconhecido