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terça-feira, 11 de agosto de 2020

POKA-YOKE EM VENDAS

O Poka-Yoke é uma técnica de gestão da qualidade baseada em soluções simples, que evitam falhas em processos e reduzem custos.

 

O nome é de origem japonesa é quer dizer à prova de erros. Trata-se de um sistema de inspeção desenvolvido para prevenir riscos e corrigir erros.

 

A técnica ficou mundialmente consagrada em gestão de processos industriais, mas a lógica da ferramenta se ampliou e pode ser aplicada em qualquer situação que envolva riscos de falhas, como os processos de vendas.



A ideia da técnica é entender se há imperfeições em alguma etapa do processo e tomar as medidas necessárias para resolvê-las antecipadamente.

 

Como usar o Poka-Yoke no processo de vendas?

 

De acordo com estudos, são seis os passos essenciais que o vendedor deve seguir para aplicar o Poka-Yoke em suas atividades:

 

Atividade #1: Conhecer a falha a ser corrigida

 

É fundamental que o vendedor tenha a capacidade de reconhecer as falhas em seu processo de vendas.

 

Se achar que a sua falha está nas ligações, por exemplo, ele pode começar a registrar sua ligações para ouvi-las depois.

 

Atividade #2: Compreender as causas

 

Para corrigir as falhas é fundamental entender o que gerou os problemas. Algumas das causas possíveis são:

  • Falta de processo;
  • Erro na execução do processo;
  • Utilização da técnica errada no contexto da venda;
  • Ausência ou excesso de técnicas de vendas;
  • Falta de preparação para a reunião;
  • Falta de concentração;
  • Ferramentas inadequadas para aplicar o processo;
  • Situação inesperada / surpresa.

Atividade #3: Cogitar soluções

Se perguntar como a falha pode ser prevenida e descobrir como ela pode ser detectada o quanto antes.

 

Atividade #4: Verificar a eficácia da solução

 

A solução mais eficaz deve eliminar a falha sem grandes impactos na gestão de custos, deve fazer parte do processo e deve impedir que o problema passe para a etapa seguinte.

 

Atividade #5: Implementar a solução

 

A execução deve seguir o modelo de gestão que melhor se encaixa ao planejamento proposto.

 

Atividade #6: Registro do processo

 

Todas as atividades devem ser registradas com o máximo de detalhes, como forma de facilitar o desenvolvimento de novas soluções no futuro.

 

Pense nisto, tenha uma ótima semana e bons negócios!


Fonte: Outbound Marketing – https://outboundmarketing.com.br/ 

sábado, 1 de agosto de 2020

COMO MELHORAR A GESTÃO DE PRODUTOS NO VAREJO


A gestão de produtos precisa ser um reflexo da estratégia da empresa, tendo em vista seu posicionamento e as necessidades de seus clientes.

Investir tempo na análise e decisão sobre quais produtos serão ofertados é uma recomendação que vale, tanto para lojas novas como para as que já possuem mais tempo de mercado, pois a oferta influencia, não apenas o modo como os clientes enxergam a empresa, mas também a sua lucratividade.


Quando falamos de gestão de produtos no varejo, estamos falando de como as mercadorias oferecidas podem ser decisivas para a competitividade da empresa no mercado. O chamado mix de produtos (conjunto de todos os produtos oferecidos na loja) não pode ser uma tentativa de oferecer um pouco de tudo, e sim fruto de um planejamento cuidadoso onde algumas questões precisam ser consideradas:
  • Público-alvo: Ter uma segmentação é importante para direcionar seus investimentos. Isso não significa excluir outros clientes do seu radar, apenas ter foco de atenção para otimizar esforços na busca de conhecimento sobre o perfil e o comportamento da demanda.
  • Especialidade da loja: É importante reforçar, perante o cliente, qual a especialidade da loja. Se a escolha for por um mix genérico, isso também precisa ser comunicado de forma clara. Ser generalista, não significa ter tudo, mas sim ter o que é mais relevante para o cliente nas mais diversas categorias de produtos.
  • Fornecedores: Diferentes fornecedores oferecem diferentes produtos e condições. Aqui deve se avaliar a relevância de cada marca em termos de capacidade de atração e fidelização do consumidor, assim como no sentido da lucratividade e ainda o nível de confiabilidade, as condições de entrega e prazo de pagamento que cada um oferece.
  • Gerenciamento de categorias: A inclusão de um produto no mix deve ser avaliado de forma integrada, pois ele impacta em toda a categoria a qual pertence. A variedade e sortimento do mix é algo que precisa ser constantemente avaliado para garantir a satisfação do consumidor, por isso o gerenciamento de categorias é feito justamente a partir do conhecimento e análise do cliente. Parcerias com os fornecedores também irão auxiliar no agrupamento de produtos similares (sempre sob a ótica do consumidor) a fim de melhorar o desempenho de vendas através da otimização do mix, promoção, e do layout, com espaços de exposição mais adequados.
O dilema da marca própria


A estratégia de ofertar produtos de marca própria pode garantir maior margem de lucro, além de promover a imagem da loja e criar um diferencial perante a concorrência. Tal estratégia, porém, tem seus riscos, pois a empresa terá uma nova cadeia de responsabilidades relativas à produção, marketing e à satisfação do cliente com a qualidade desses produtos. Nesse sentido, marcas conhecidas têm a vantagem de já possuírem apoio na divulgação, que é realizada pelos respectivos fabricantes, além de terem um giro de estoque maior.

As métricas de análise


Cada produto pode e deve ser avaliado sobre métricas objetivas, como lucratividade, giro de estoque e margem de contribuição. Busque classificar seus produtos, identificando os itens de maior impacto para os resultados da empresa a partir de desses indicadores, mas não se deve esquecer que questões um pouco mais subjetivas também podem afetar a desempenho da loja, uma vez que produtos que possuem baixa margem podem ser capazes de atrair fluxo de pessoas ou mesmo de alavancar as vendas de produtos acessórios com maior margem.

É preciso lembrar que um produto também tem a função de reforçar a imagem da empresa, se integrando a um mix onde haja sinergia entre as categorias, refletindo a estratégia da loja, seu posicionamento e as necessidades de seus clientes.

A performance do produto e a satisfação do cliente

Por isso, além de avaliar as métricas de desempenho ao adotar ou excluir um produto do mix, é preciso conhecer a fundo o perfil e o comportamento do seu público-alvo, pois a variedade e sortimento do mix precisam, no fim das contas, atrair e garantir a satisfação do consumidor.

O desafio está justamente em equilibrar os indicadores de desempenho de cada produto com as expectativas dos clientes. Por exemplo: Ser generalista não significa ter tudo, mas sim ter o que é mais relevante para o cliente nas mais diversas categorias de produtos. Por isso é importante definir com clareza seu posicionamento de mercado, que é o resultado da segmentação de clientes e da diferenciação perante a concorrência.

Ao definir o posicionamento, verifique se o seu mix de produtos está coerente e utilize-se de estratégias para reforçá-lo, pois o desempenho dos produtos irá depender e sua aderência a esse posicionamento.

Pense nisto, tenha uma ótima semana e negócios!

Fonte: Mauricio Tedeschi - Especialista em Administração e Marketing e Coordenador Nacional de Projetos de Comércio Varejista no Sebrae ­ mauricio.tedeschi@sebrae.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2020

ENERGIZE SUA EMPRESA


A competição feroz a que as empresas estão expostas e a busca por resultados fazem com que executivos e equipes energizadas sejam um diferencial competitivo.

Pessoas saudáveis formam organizações competentes a essas organizações são o local por excelência para pessoas saudáveis. Cada vez mais o local de trabalho precisa mais de pessoas e de equipes treinadas e capacitadas para assegurar que as organizações passam a cumprir seu papel na sociedade. Não se pode imaginar nossa vida sem existência das empresas, grandes, medias e principalmente as pequenas, fornecendo seus produtos e serviço para nosso bem-estar; e é esse ambiente local por excelência por desenvolver as forças para os intensos e rápidos processos de transformação que estão em curso. Ou as empresas e as pessoas se adaptam ou morrem!


O ambiente de trabalho precisa cada vez mais de dimensão técnica, emocional e espiritual, pois o que se encontra nas empresas tradicionais usualmente são ambientes tensos “carregados”, com muita frustração, mágoas, sentimentos de vitimas e exercícios impróprios do poder. É um lugar onde prevalece frases com: aqui você deve usar a cabeça, nunca o coração; manda quem pode, obedece quem tem juízo; não se mexe em time que está ganhando; nossa empresa é uma máquina; empresa não é lugar de se falar; cada macaco no seu galho, etc.


E o que os dirigentes dessas empresas mais reclamam é a falta de criatividade e de inovação, de comunicação eficaz, de um verdadeiro espírito de equipe, e de pessoas treinadas, motivadas, realmente competentes e comprometidas com a empresa: foco no cliente e resultados!

Resultados

É preciso resgatar a dimensão do humano nas empresas, de abrir ao lado da lógica objetiva um espaço para as emoções, intuição e espiritualidade. É preciso cada vez mais que haja uma integração e equilíbrio entre o individual e o coletivo, entre o pessoal e o organizacional. Sem isso nenhum resultado empresarial pode se manter e prosperar.


Empreender, sobretudo, é estar aberto para o novo. Administrar com sabedoria integrando intervenções de treinamento, de mudanças estruturais, definições de novos rumos de negócios.

Li repasso a vocês empresários: você olha para a terra e vê respeito, você olha para trens e navios e vê solução; você olha para gente e vê orgulho; você olha para o sorriso e vê esperança; você olha para uma árvore e vê o futuro; você olha para uma EMPRESA e vê uma próspera nação.

Pense nisto e tenha uma ótima semana e bons negócios!

Por Reinaldo Gonçalves - Sebrae no Amapá – https://www.sebrae.com.br/