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domingo, 21 de fevereiro de 2021

O CLIENTE QUE NÃO RECLAMA

Toda empresa enfrenta isso. Algumas mais, outras menos, mas as reclamações dos clientes são uma realidade inevitável. Ainda bem, não é mesmo?! Se você é daqueles que estranhou essa comemoração relativa às reclamações, contenha sua ansiedade e curiosidade. Fique conosco até o fim e descubra o porquê da importância das reclamações e porque um cliente que não reclama, é péssimo para os negócios! 

O que é uma reclamação?

 

Pode-se dizer que uma reclamação é em linhas gerais, toda demonstração de descontentamento que alguém dá diante de uma situação qualquer. Geralmente a reclamação é verbal, seja por meio oral ou por escrito.


O grande problema associado às reclamações, principalmente nas relações de consumo, é quando as empresas as encaram apenas como um problema a ser resolvido. Pior ainda, quando as empresas apenas associam a reclamação como algo chato ou que elas não gostam de tratar.


 

Exceto por meia dúzia de casos, em que as pessoas usam de má-fé, objetivando tirar vantagens indevidas de algumas situações, tudo o que o cliente não quer, é reclamar. Quando ele adquire um produto ou serviço, as expectativas costumam ser as mais altas e melhores possíveis. Afinal, ele está dando um dinheiro que muitas vezes é difícil de obter e quer ter em troca a maior satisfação possível.


Mas e se as expectativas que se tinha não se comprovam? E se aquilo que se precisa que o produto ou serviço comprado atenda, não atende? Vem a insatisfação e a necessidade de ter seus direitos atendidos. A manifestação dessa insatisfação e da decepção ou frustração com as expectativas, materializa-se na forma de uma reclamação.



Mas há também reclamações menos eloquentes, quando cliente não se manifesta diretamente a um representante da empresa e que podemos classificar como as reclamações indiretas. Ele o faz ao amigo, ao vizinho, ao parente e aos órgãos que defendem os direitos de consumidores.

 

Essa é sem dúvida a menos desejável situação e o maior problema que uma empresa pode enfrentar, porque quando o cliente não reclama para a empresa, cria-se a ilusão de que está tudo bem. Tudo bem só até o momento em que a bomba explode.

 

Qual o problema de um cliente que não reclama?

 

Lamentavelmente em muitas empresas, as áreas encarregadas em tratar das reclamações, são vistas apenas como as áreas pelas quais escoam os recursos da empresa, resolvendo problemas e sem qualquer lucro associado.

 

A questão não seria tão grave, se de fato as reclamações levassem a resolução dos problemas. Uma prova de que não é, quando uma mesma reclamação acontece por um longo período e é manifestada por diferentes clientes. Certamente as empresas que estão diante de um cenário como esse, costumam adotar medidas paliativas e tratam apenas as causas e não a origem dos problemas.



Já para as empresas que preocupam-se verdadeiramente com a satisfação dos clientes, um cliente insatisfeito e que não reclama, é no mínimo um cliente potencialmente perdido. Isso sem contar a propaganda negativa que ele fará da sua empresa, do seu produto / serviço para outros consumidores. Lembra-se das reclamações indiretas?

 

Para todos aqueles que tem a melhoria contínua e elevados padrões de satisfação, um cliente que não reclama, é mais do que a perda de um cliente. É a perda de uma oportunidade de melhoria. É também a certeza de que algo não vai tão bem na empresa, mas que não se sabe o que é, pois ninguém reclamou.

 

O que fazer para mudar?


Quando se compreende que as reclamações são importantes e que ajudam a empresa a crescer, na medida em que ela aprimora o que faz, deve-se estimular que o cliente fale. Para tanto, é preciso adotar algumas ações e estabelecer princípios que devem ser de conhecimento de todos os colaboradores da empresa:

  • O primeiro passo nessa direção, é criar tantos canais de comunicação, quantos forem possíveis. Deve ser fácil para o cliente comunicar-se se ele precisar ou desejar;
  • É preciso compreender que há diferentes níveis de satisfação. Não há apenas satisfeitos e insatisfeitos. Sempre que possível, institua mecanismos que possam mensurar o quão satisfeito ou insatisfeito alguém está em relação à sua empresa. Uma escala de 1 a 10, representa um espectro mais amplo e que permite uma gradação mais realista e esclarecedora da situação;
  • Premie a reclamação, ao invés de contrapô-la. Faça o cliente saber que é importante sua opinião e que a empresa está grata por ele comunicar um problema. Mais que isso, que há empenho em resolvê-lo e tão logo a solução seja adotada, ele será comunicado sobre o que será feito, para que isso não volte a ocorrer com ele ou com outros consumidores;
  • Tenha ciência de que o que pode ser ótimo para uns, pode ser apenas bom ou razoável para outros. Ou seja, não assuma que porque muitos revelam elevados níveis de satisfação, isso é o reflexo do todo, Tampouco o inverso é verdade;
  • O que é bom para você como cliente, não necessariamente será para seus clientes. As expectativas, desejos e necessidades variam de pessoa para pessoa;
  • Nada é pessoal. São apenas negócios. Portanto, a linha de frente, composta por aqueles que têm o contato direto com os clientes, precisa saber que o cliente que esbraveja, não tem o atendente como seu alvo. Ele é apenas o representante, o porta-voz da empresa. O cliente quer ser ouvido pela empresa e o atendente é o caminho para isso ocorrer;
  • A empresa deve estar disposta a mudar e corrigir os problemas. Mais que isso, as reclamações devem ser o reflexo de que há problemas que precisam ser identificados e solucionados;
  • Não fuja às responsabilidades. Todo problema que ocorre com o cliente, precisa ser reparado, mas o cliente também deve ser ressarcido. Agrados, recompensas e medidas extraordinárias são quase obrigatórias como desculpas concretas. Muitas vezes o custo de um cliente insatisfeito, é muito maior e as vezes incalculável comparado à reparações em produtos e serviços extras;
  • Dê autonomia àqueles que são os responsáveis por criar e implantar as soluções. Não há nada mais fadado ao fracasso, do que “solucionadores de problemas” sem autonomia ou presos a processos extremamente burocráticos.

As ações e princípios acima, não constituem o todo até onde uma organização pode chegar para satisfazer seus clientes, mas são o ponto de partida para a construção de uma filosofia orientada ao cliente. Também não é necessário que tudo seja feito ao mesmo tempo. Se nada disso é feito hoje, comece e gradativamente implante cada ponto, com a certeza de que bons resultados virão!

 

Conclusão

 

Reclamações não são problemas, mas oportunidades de identificar o que não vai bem, descobrir as causas de insatisfações e melhorar o que é necessário. Sendo assim, deve-se estimular que os clientes reclamem sempre que sentirem que é necessário, valorizando suas opiniões e premiando suas posturas por meio de ações que visam implantar uma política de melhorias sucessivas, em caráter permanente.


Pense nisto e tenha uma ótima semana!

 

Fonte: Hostmidia - https://www.hostmidia.com.br/

domingo, 14 de fevereiro de 2021

5 SOLUÇÕES QUE OTIMIZAM A ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO NO TRABALHO

A administração do tempo no trabalho é importante em vários sentidos. Além de proporcionar uma maior produtividade, o que influencia nos resultados do negócio, ela também favorece uma maior qualidade de vida. Isso, pois, quanto mais produtivo for o seu tempo dedicado à atividade laboral, mais será possível investir na vida pessoal.


Contudo, em qualquer aspecto da vida, organizar o tempo exige atitudes planejadas e que deverão ser realizadas com disciplina. A seguir vamos te oferecer algumas soluções possíveis para administrar melhor o seu tempo dedicado ao trabalho. Confira!

 

1.  Planeje o seu dia projetando um tempo para os imprevistos

 

Para melhorar a administração do tempo no trabalho, é preciso investir alguns minutos do dia para retomar quais atividades precisam ser realizadas e estabelecer prioridades para cada uma delas. Esse planejamento deverá levar em consideração a quantidade de horas que você pretende dedicar à atividade.



Contudo, jamais cometa o erro de preencher todos os seus horários. Como você já sabe, imprevistos sempre aparecem, portanto, deixar uma folga na agenda para lidar com possíveis transtornos deixa o seu planejamento mais efetivo.

 

2.  Para melhor administração do tempo no trabalho permita-se ser indisponível

 

Por mais que você queira prezar pela imagem de um profissional atencioso e dedicado, é preciso estabelecer limites para isso. Preveja um horário específico para o atendimento, responder e-mails e outras questões. Procure deixar essa definição clara para clientes e outros interessados.



Fora isso, enquanto estiver executando outras funções, simplesmente ignore outros chamados. Dessa maneira, você conseguirá manter o foco e evitará perder o ritmo na execução de suas tarefas. Tenha certeza que isso fará toda a diferença para a sua produtividade.

 

3.  Na administração do tempo no trabalho prazo é tudo!

 

Estabelecer prazos é importante para que você realmente consiga organizar o seu tempo, além de ser fundamental para evitar que você fique estagnado em certas tarefas. Essa é uma maneira de exercer pressão sob si mesmo. Paralelamente, é um modo de definir o “fim” do tempo dedicado a determinadas atividades que, de outra maneira, poderiam tomar consideravelmente seu tempo para outras finalidades.

 

4.  Execute tarefas do mesmo tipo

 

Quando você realiza tarefas de natureza semelhante, a tendência é que o seu ritmo de produtividade se mantenha. É claro que isso não quer dizer fazer algo repetitivo, mas aproveitar ao máximo o engate dos trabalhos iniciados.



Sendo assim, procure colocar na sua agenda as tarefas da mesma natureza para serem realizadas seguidamente. Todavia, cuidado para que o excesso desse recurso não cause um efeito oposto ao esperado, te deixando desgastado e estagnado. Busque o equilíbrio!

 

5.  Tenha um espaço de trabalho adequado!

 

Evitar distrações, imprevistos e problemas que não dizem respeito diretamente às suas atividades laborais é outro ponto importante para otimizar a administração do tempo no trabalho. Pessoas que trabalham em home office, por exemplo, poderão ser surpreendidas pela necessidade de resolver algum problema doméstico, interrompendo suas tarefas.



Para lidar com isso, tenha um local de trabalho próprio. O coworking, por exemplo, além de oferecer outros benefícios, te permite essa dedicação com um ótimo custo-benefício!

 

Seguindo essas dicas você terá dado passos relevantes para qualificar a sua administração do tempo no trabalho.

 

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Hábil Coworking – https://habilcoworking.com.br/ 

domingo, 3 de janeiro de 2021

COMO UMA PME PODE PLANEJAR SEUS PROCESSOS DE VENDAS

Em um mundo cada vez mais digital, ferramentas de CRM (Customes Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource Planning) são cada vez mais importantes - e até indispensáveis - para grandes empresas, mas também para as organizações de médios e pequenos portes. No entanto, na busca por soluções para melhorar seus processos, muitas vezes, as PMEs podem confundir as funções dos dois sistemas, que possuem, na verdade, objetivos bem distintos. A má utilização das ferramentas pode acarretar aumento nos custos das companhias, quando o objetivo, na verdade, é otimizar recursos e ajudar na redução de gastos. 

O software de CRM pode ser um grande aliado das pequenas empresas que pretendem criar relacionamentos melhores com seus clientes para crescer. Ele é uma ferramenta que auxilia na gestão das vendas, no relacionamento com os clientes e facilita a gestão comercial.


Entre os benefícios estão a organização da área de vendas, registro de todas as oportunidades de negócios, otimização do tempo dos vendedores, aumento da capacidade de volume de negócios, melhoria da performance comercial, melhoria na gestão de equipes, eliminação de planilhas e blocos de anotações, redução dos custos de gestão, dados estratégicos para ações de vendas e marketing, definição do processo comercial e criação de melhores relacionamentos com os clientes.
 

Ele deve ser utilizado por empresas que estão perdendo oportunidades de negócios ou não estão aproveitando as informações dos clientes para impulsionar as vendas. Ou seja, um bom software pode ser um aliado na hora de gerenciar todos os pontos de contato com o cliente, o seu perfil e prever comportamentos e necessidades. 

A plataforma Plug CRM, voltada principalmente para as PMEs, é uma opção para as empresas organizarem seus dados, o que dificilmente seria feito de forma manual. Somos um software completo o bastante para ser comparado a grandes sistemas. Mas, ao mesmo tempo, somos simples o suficiente para sermos confundidos com uma rede social, diz Luis Lourenço, CEO da Plug CRM, que disponibiliza uma ferramenta barata e que possui uma versão mobile. 

Já o ERP é um sistema de gestão desenvolvido para integrar diversos departamentos de uma empresa, independente de seu tamanho, incluindo as pequenas empresas. Ele pode ser utilizado para integrar diversos departamentos, possibilitando automação, acompanhamento em tempo real e armazenamento de todas as atividades dos negócios. Com isso, a ferramenta pode ser aplicada, por exemplo, em gestão de compras, financeira, recursos humanos, projeto, contratos e de produção.


O ERP pode ser um grande aliado para PMEs, pois auxilia no melhor gerenciamento de processos, o que gera redução de custos, algo muito importante, principalmente, para empresas em expansão. Existem diversos tipos de ERPs, dos mais simples, como o Conta Azul, que é um software online para pequenos negócios, quanto, por exemplo, o W3ERP, da Linkcom, que é mais robusto e, além de fazer a gestão financeira, possibilita a gestão de outros recursos, como estoque, pessoas e centros de custos. 

No caso do software W3ERP, que está no mercado há mais de 15 anos, por exemplo, as empresas possuem total controle sobre os centros de custos de projetos, equipes e departamentos. Ou seja, você consegue gerenciar a área financeira com total domínio sobre suas contas a receber e contas a pagar. 

É comum ver ERPs com módulos CRM. Mas uma pergunta frequente é: por que contratar um CRM separado, se alguns ERPs já possuem essa função? A resposta é simples: depende do foco de cada atividade. As funções de CRM nas plataformas de ERP costumam ser básicas, justamente para evoluir a gestão financeira, principal foco. 

Logo, empresas que desejam explorar mais o potencial dos clientes, o relacionamento e traçar estratégias para converter mais vendas devem preferir os CRMs, como o Plug, que, além de ser mais simples e flexível, possui funcionalidades e ferramentas para os gerentes comerciais acompanharem as métricas de vendas com inteligência. Ele também permite que os vendedores trabalhem com mais negócios ao mesmo tempo. Assim, além de diminuir custos e melhorar desempenho, os executivos vendem mais, o gerente comercial controla tudo e, por fim, os clientes ficam mais satisfeitos para comprar mais vezes. 

Pense nisto e tenha um 2021 muito feliz!

Fonte: Redação - Agência INhttp://www.investimentosenoticias.com.br/