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domingo, 14 de junho de 2009

LIÇÃO DO CARVÃO

O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de idade, acompanha-o desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amigo Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai, que espiava tudo de longe, aproxima-se do menino e lhe pergunta:

Filho como está se sentindo agora?

- Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa. O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem fica sempre em nós mesmos.

Moral da história:

Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldem o se caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.
Autor desconhecido

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O FRIO QUE VEIO DE DENTRO

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver. O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?"


O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo daquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou suas lenhas com cuidado. O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: "Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha." O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos." Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse: "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.”

Texto extraído de notícia publicada no Jornal do Brasi
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quarta-feira, 3 de junho de 2009

LUGAR DE HOMEM É NA COZINHA

Quer surpreender a sua amada no dia dos namorados? Sugerimos que você mesmo prepare um jantar à luz de velas, em que pratos finos são servidos de forma sofisticada. Especialmente, se for feito por aquele que o serve.

Lembre-se que é cada vez mais comum nas grandes cidades, os homens que gostam de cozinhar e os que moram só (solteirões, divorciados, metrossexuais e outras tribos) se voltam para as artes da boa mesa, seja por necessidade, vontade de se sofisticar como gourmet, instrumento de sedução ou mesmo como uma boa opção para relaxar.

Assim, o nosso blog, com a ajuda da Personal Stylist /Consultoria de Imagem Diandra Fernandes (http://homensmodernos.wordpress.com/), resolveu dar uma ajudazinha para que você brilhe no Dia dos Namorados. Recomenda Diandra:

Se você está planejando cozinhar algo romântico para a sua amada neste Dia dos Namorados de preparar tudo de antemão do tipo sentou e serviu, que tal cozinhar aquele prato especial ao vivo e em cores pra ela? Não sei se vocês sabem, mas há algo altamente sensual e sedutor em assisitir um homem exibir suas habilidades na cozinha. Dá de dez a zero em qualquer marombada ou exibição de força bruta, viu?
Acho que só perde para um bombeiro em ação. Mas o uniforme deles contribui, pesa na balança…

Se por algum acaso o prato é deveras complicado, prepare uma parte antes e deixe pra finalizar com ela “in person”, te admirando. Aproveite e ofereça a ela uma taça de vinho. E não deixe que ela te ajude em nada. Nada mesmo. Nem antes, nem durante e muito menos depois. Você não faz idéia de como ela vai adorar esta gentileza. Pensando bem, aposto que logo, logo você vai descobrir direitinho o quanto ela adorou tanto o tratamento princesa quanto te observar cozinhando. Oh, yeah!
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