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sábado, 20 de novembro de 2010

AS QUATRO LEIS...

Muitos dos meus alunos me procuram por diversos motivos, principalmente quando têm que tomar uma decisão importante como, por exemplo, fazer um curso no exterior, mudar de emprego, pedir aumento, conversar com o “chefe” etc. Mas é muito difícil dar conselhos nesses momentos, pois a vida é cheia de lições que aprendemos todos os dias.

Por outro lado, é muito desagradável ­– senão indelicado – não ouvirmos atentamente quem nos procura para ajudá-lo a resolver um problema e não buscarmos a forma mais adequada de ajudá-lo a encontrar a sua solução.

Nesses casos, entre outros, costumo falar sobre assuntos filosóficos e temas que ajudam o raciocínio. Dentre os temas que mais gosta está as Quatro Leis da Espiritualidade, da Índia, que nos ensina:

A primeira lei diz:

A pessoa que chega é a pessoa certa.

Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.

A segunda lei diz:

O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.

Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante!

Não existe: se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente... Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A terceira lei diz:

Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo.

Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!

A quarta e última lei diz:

Quando algo termina, termina! Simplesmente assim!

Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

Também creio que não é por acaso que você está lendo isto no meu blog.

Se este texto chega até você hoje é porque está preparado para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!

Viva Bem! Ama com todo o seu Ser! E permita-se ser Imensamente Feliz!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER NA VIDA APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi:

  1. Compartilhe tudo;
  2. Jogue dentro das regras;
  3. Não bata nos outros;
  4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
  5. Arrume sua bagunça;
  6. Não pegue as coisas dos outros;
  7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo!!!
  8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
  9. Dê descarga; (esse é importante).
  10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
  11. Respeite o limite dos outros;
  12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
  13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom).
  14. Quando sair, cuidado com os carros;
  15. Dê a mão e fique junto;
  16. Repare nas maravilhas da vida;
  17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver!

Autor: Robert Fulghum(All I Really Need to Know I Leamed in Kindergarten) - Tudo que eu devia saber na vida aprendi no Jardim-de-Infância - Entre tantas profissões exercidas, R. Fulghum já foi vaqueiro de rancho, cantor de músicas country,vendedor da IBM, pároco titular, barman, professor de desenho e pintura, pai dedicado. Hoje, vivendo numa casa flutuante em Seattle, Washington, prefere definir-se como um filósofo da vida cotidiana. E um filósofo de sucesso. Seu livro Tudo que eu Devia Saber na Vida, Aprendi no Jardim de Infância ocupou em 1989 o primeiro lugar nas listas de best-sellers por 6o semanas. Quem desejar ler o original em em e-book acesse: http://www.scribd.com/doc/6664708/Tudo-Que-Eu-Devia-Saber-Aprendi-No-JardimDeInfancia-Robert-Fulghum


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

SORTE OU FRACASSO: A ESCOLHA É SUA!

Certa vez dois irmãos foram admitidos em uma empresa na função de faxineiro, visto que tinham pouca instrução.


Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos que a quisesse de, após o término do expediente, ficar até mais tarde e cursar o supletivo por conta da Empresa.
Um dos irmãos imediatamente agarrou esta chance. O outro, porém, acomodado à própria situação, disse: Eu, hein, fazer hora-extra sem receber para isso...


Em outras ocasiões, a história se repetiu: oportunidades eram oferecidas - cursos de digitação, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano etc. – um agarrava de frente a oportunidade, investindo seu tempo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com "belas" justificativas para não ser "explorado", apresentava desculpas das mais diversas tais como:

– E o meu futebol, meu programa de televisão, o barzinho com os "amigos" etc.


Passado algum tempo, aquele irmão que investira seu tempo com afinco em seu aperfeiçoamento foi se destacando. Tanto que à medida que foram surgindo vagas dentro da Empresa, a ele eram oferecidas. E isto o exigia mais ainda em empenho, e prontamente ele dedicava-se mais e mais.


Tempos depois, chegou a gerente, não apenas mais um gerente mas sim o melhor gerente da Empresa.


E foi feita uma festa em homenagem ao rapaz.


Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o ainda faxineiro e o então gerente, aproximou-se daquele e disse:

– Formidável este gerente!


– É, ele é meu irmão – disse o faxineiro.


– Seu irmão? - exclamou incrédulo, o interlocutor. – E ele é gerente e você faxineiro.


– É... ele teve sorte na vida! – concluiu o faxineiro.

domingo, 7 de novembro de 2010

UMA EXPERIÊNCIA TEMÁTICA

Imagine que você é um pirata do século XVI. Seu nome é Barba Ruiva e você é considerado o terror dos mares. Sua liderança é inquestionável, tanto quanto cruel. Seus correligionários tremem à sua presença, seus adversários e oponentes fogem e seus inimigos já estão mortos. Você...

Ah, quer saber como continua essa história? Então conta pra nós. Pois é assim que funciona um treinamento temático, cada participante tem uma personagem dentro do tema, para criar e vivenciar. O tema, que pode variar entre períodos históricos (um tempo no passado), mitos (convenção de bruxas, Rei Arthur e sua Távola Redonda, os deuses do Olimpo), metáforas (futebol, olimpíadas, viagens), fantasias (vida em outro planeta, um país que não existe, um tempo no futuro), etc., etc., é a arena onde podemos exercitar comportamentos e vivenciar a aprendizagem de forma acelerada.

O que é importante considerar é o planejamento da experiência temática. Ele deve atender às necessidades e objetivos do grupo de treinandos da empresa (quando envolvidas) e do compromisso de desenvolvimento que todo processo educativo deve ter. Ou seja, não pode ser uma grande festa à fantasia por si só. O facilitador deve ser capaz de trazer à tona reflexões importantes sobre os estereótipos que se manifestem durante a experiência, além de orientar a execução das dinâmicas que devem ser totalmente criadas e/ou adaptadas para o tema proposto.

Sendo o treinamento temático uma grande metáfora, é sempre muito rico de reflexões e insights, e não há como prever as múltiplas possibilidades que a experiência traz para seus participantes. Assim, é indispensável que o facilitador tenha uma sólida formação nas ciências do comportamento, como filosofia, psicologia, antropologia, comunicação ou similares, com uma ampla visão de cultura geral e forte bagagem didática. Porque, do contrário, muito do que se processar durante a experiência não poderá ser aproveitada pelo grupo ou pelos indivíduos. É preciso considerar que nem todas as pessoas vão compreender a experiência em sua plenitude, porque somos profundamente moldados por nossos preconceitos e, muitas vezes, estamos cegos para o que está um palmo à nossa frente.

É aí que o facilitador deve atuar. Contribuindo para que os aprendizes avancem pelo caminho que eles mesmos vão abrindo, propondo uma reflexão sobre o comportamento expresso para gerar uma revisão, em nível mais profundo, da percepção que temos da realidade, expandindo-a, modificando-a e, conseqüentemente, transformando o comportamento, gerando uma nova realidade.

É claro que essa é a função da educação, em qualquer de suas manifestações; entretanto, a vantagem desse treinamento é a proposta divertida e envolvente que oferece, fazendo do aprendiz um participante ativo, não apenas audiência, estimulando de forma consistente sua contribuição e autopercepção e atuando num nível muito mais vivencial e menos teórico.

Outra facilidade permitida num treinamento temático é a possibilidade de rever estereótipos que moldam nosso comportamento, sem gerar traumas ou aflições. Bem, não quer dizer que o participante fique isento de inquietações mas, de certa forma, esse é um dos objetivos da educação. Estar inquieto, inconformado com o que aí está, é premissa importante para o crescimento.

Um exemplo de revisão de estereótipos é o mito da bruxa, que é sempre colocada, em nosso imaginário infantil, como uma figura má, feia, egoísta e vingativa, em contraponto com a fada madrinha, que é um anjo de bondade e beleza. Entretanto se vamos nos aprofundar nessa percepção, há mensagens subliminares que produzem respostas inconscientes. A bruxa, que é má, usa o poder em proveito próprio, enquanto que a fada faz o bem para os outros. Assim somos condicionados a acreditar que nosso poder pessoal não deve ser usado em proveito próprio. Outras culturas pensam de forma diferente, como os Estados Unidos, por exemplo, onde a bruxa é cultuada e imitada, e onde, não por acaso, se estabeleceu o "sonho americano do self-made-man" o indivíduo que faz por si mesmo.

Pense nisso!

Dulce Magalhães é Ph.D. em Planejamento de Carreira pela Columbia University Website: http://www/work.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ARROGÂNCIA

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

Os americanos começaram na maciota:

– Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam de pronto:

– Recomendo mudar o “seu” curso 15 graus para sul.

O americano ficou mordido:

– Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o “SEU” curso.

Mas o canadense insistiu:

– Não. Mude o SEU curso atual.

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três Destroyers, três Fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio!

E o canadense respondeu:

– Aqui é um farol, câmbio!

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar nosso rumo...

Pense nisso!

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