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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

VENDEDOR, VAMOS À GUERRA!

Prof.A.Marins
Tempos de crise, economia estagnada, previsões desanimadoras... a situação, sobretudo para quem trabalha com vendas, parece mesmo sem solução, não é mesmo? Não! Afinal, foi em tempos difíceis – muitas vezes durante guerras - que surgiram ou evoluíram algumas das maiores invenções da história, como o avião, o automóvel e o telefone. Ou seja, há sempre uma saída, uma alternativa inteligente, uma maneira de reverter o cenário!

Já que tocamos no assunto guerra, vamos falar mais sobre uma atividade que temos feito com as equipes comerciais que já treinamos: a War Room, ou Sala de Guerra, um método criado para se pensar em estratégias que possam vencer o inimigo – que, no mundo das vendas, é a crise ou o mau resultado.


Quando esses inimigos batem à porta, todos os membros de uma equipe comercial devem ser mobilizados para, juntos, reverterem a situação e baterem a meta. Isso se dá por meio de três etapas: visualizar, garantir e buscar.

Quando bem preparado, o profissional de vendas cria condições de negar o
Mário Rodrigues
impulso, controla o desespero e chega à primeira fase do processo: visualizar a situação. Em uma situação de incêndio, ele se torna capaz de encontrar a porta de saída no meio da fumaça.

Este é o momento em que o vendedor se depara com todo o processo, enxerga os resultados ruins e as oportunidades disponíveis, localiza os gaps e, então, começa a pensar em uma solução para chegar à segunda fase da Sala de Guerra: garantir que as oportunidades visualizadas aconteçam.


Nesta etapa, é importante iniciar um brainstorm com todos os envolvidos, retomar contatos, estudar possibilidades, agendar visitas e reuniões, oferecer novas propostas e contrapropostas. É a hora de fazer o que for preciso para que o objetivo seja cumprido.

Caso todo esse esforço ainda não seja suficiente para alcançar a meta estabelecida, inicia-se então a fase final da Sala de Guerra: buscar. Esse “buscar” nada mais é que revirar a lista de clientes, que espremer a laranja até o fim. Depois de garantir que todos os contatos quentes e mornos já foram feitos na etapa anterior, é hora de ir atrás dos mais frios, dos menos prováveis, dos mais difíceis de se  tornarem negócio fechado.


A Sala de Guerra, além de ser uma ação que concentra a força da equipe e desenvolve o foco, nos ensina que, nos momentos de dificuldade, gastar toda a energia com clientes que parecem menos potenciais é tão fundamental quanto garantir os quase certos.

Em épocas de crise, não se pode insistir só no que é mais fácil e mais rentável, pois, se os maiores negócios estão escassos, fechar negócio com 100 clientes menores, mesmo que exija muito mais esforço, garante o mesmo resultado que fechar negócio com um cliente gigante. Mais que isso, negócios pequenos também batem meta!

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Mário Rodrigues – Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) – http://ibvendas.com.br/

terça-feira, 8 de agosto de 2017

RESILIÊNCIA: VOCÊ SABE SUPERAR-SE?

Na vida profissional somos obrigados a superar obstáculos, atingir objetivos e metas, atender necessidades e expectativas de gerentes, clientes e fornecedores, obter resultados positivos, em fim, matar um leão por dia – como se diz na gíria.

Em física resiliência é a propriedade de um material de recuperar a sua forma ou posição original após sofrer choque ou deformação; elasticidade. Em psicologia resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.


Nas organizações, a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças estratégicas na pessoa para enfrentar a adversidade. Para isso temos que ter em mente algumas posturas que nos ajudam a superar-se, dizem os especialistas no assunto. São elas:


  • Desenvolver a autoestima – Aprender a se conhecer, nos aceitar e nos valorizar, cultivando uma autoimagem positiva.
  • Buscar nossa vocação – Investir energia e tempo suficiente naquelas atividades que nos gratifica e que temos maior habilidade e domínio.
  • Ser positivo – Exercitar uma comunicação clara, honesta e oportuna que nos permita prevenir e resolver maus entendidos.
  • Ser otimista – Ver o lado positivo do mundo, da vida e de nós mesmos.
  • Aprender com resultados – Aprender a ver os eventos indesejados como aprendizagens necessárias, e não como fracassos.
  • Desenvolver relações positivas – Cultivar e cuidar as relações que tenham como base o mútuo apoio emocional.
  • Ser precavido – Atuar antes que as crises apareçam.
  • Ser criativo – Desenvolver a capacidade de buscar soluções e saídas de maneira diversa e flexível.
  • Definir metas significativas – Planejar metas e objetivos pessoais de curto, médio e longo prazo, que sejam razoáveis e que não superam a capacidade de realização.
  • Desenvolver autocontrole – Saber quando “frear-se”; evitar muitos problemas com os outros e com você mesmo.
  • Reduzir expectativas – Aprender a esperar menos dos demais, pois evita frustrações.
  • Centrar-se no processo – Aprender a viver cada momento da melhor maneira possível e não concentrar-se unicamente no resultado final.
  • Cuidar do corpo – A prática de exercícios potencializa a produção de hormônios positivos, assim como a meditação e o relaxamento favorecem a tolerância e o ajudam nas situações estressantes.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

ENTENDA O QUE É “KPI” E SUA IMPORTÂNCIA PARA A EMPRESA

KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa Indicador-Chave de Desempenho. Esse indicador é utilizado para medir o desempenho dos processos de uma empresa e, com essas informações, colaborar para que alcance seus objetivos.

Os KPIs facilitam a transmissão da visão e missão de uma determinada empresa para funcionários que não ocupam cargos elevados. Desta forma, todos os funcionários de vários escalões hierárquicos são envolvidos na missão de alcançar os alvos estratégicos estabelecidos pela empresa. Um indicador chave de desempenho funciona como um veículo de comunicação, garantindo que os trabalhadores entendam como os seus trabalhos são importantes para o sucesso ou falta de sucesso da organização.


No mundo dos negócios, os KPIs são medidas quantificáveis para compreender se os objetivos estão sendo atingidos. Consequentemente, esses indicadores determinam se é preciso tomar atitudes diferentes que melhorem os resultados atuais. Os indicadores-chave de desempenho só devem ser alterados se os objetivos primários de uma empresa também sofrer alteração.
Existem diferentes categorias de indicadores, que podem ser:

·         Indicadores Quantitativos;
·         Indicadores Qualitativos;
·         Principais Indicadores;
·         Indicadores de Atraso;
·         Indicadores de Entrada;
·         Indicadores de Processo;
·         Indicadores de Resultados;
·         Indicadores Práticos;
·         Indicadores Direcionais;
·         Indicadores Acionáveis;
·         Indicadores Financeiros.

Exemplos de KPI

Alguns exemplos concretos de KPI são:

  • Time to Market - Corresponde ao tempo de lançamento de um produto, que começa com a idealização do conceito e termina quando está disponível para venda.
  • Lead Time - Consiste no tempo de duração de um determinado processo.
  • Stock Out - Indica quantas vezes ou quantos dias um determinado produto em estoque chega ao saldo zero.
  • Market Share - Fatia de mercado que um determinado produto conquistou durante um determinado período de tempo.
  • Produtividade Homem/hora - Número de unidades produzidas por cada indivíduo que trabalha na empresa.
  • Ociosidade - % de tempo que uma equipe, unidade de construção ou máquina ficam sem produzir.
  • Giro de Estoque - Consumo(Saídas) / Saldo Médio de estoque.

Em empresas e negócios online existem também vários indicadores-chave de desempenho, entre eles: bounce rate, tempo de navegação x profundidade da visita, usuários cadastrados, comentários em posts (muito comum em blogues), visualização de vídeos, downloads de conteúdos e aplicações, compartilhamento de conteúdo nas redes sociais.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sábado, 29 de julho de 2017

VOCÊ SABE O QUE É MARKETING DE GUERRILHA?

Prof.A.Marins
Guerrilla Marketing é um termo norte-americano, criado por Jay Conrad Levinson, considerado o “pai do Marketing de Guerrilha. Traduzido para a língua portuguesa como Marketing de Guerrilha, surge na década de 70, em um contexto no qual a publicidade causava a desconfiança do consumidor em relação à oferta dos produtos. O termo guerrilha teve origem na Guerra de Vietnã (1959-1975), o qual colocou os vietnamitas reconhecidos por serem os estrategistas da guerra, pelo uso de instrumentos de defesa inferiores aos dos Estados Unidos. É uma estratégia composta de diversas ferramentas que permitem ter os seus dispositivos reconfigurados no tempo e espaço, de acordo com a realidade, os recursos e as intenções do anunciante.

Conceito

Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por
J.C.Levinson
empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados." Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvad Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.

Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de marketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.


Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte]. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.


É, portanto, uma estratégia que utiliza meios e ações inusitados a fim de alcançar o resultado almejado. Levinson (2010) descreve o marketing de guerrilha como uma estratégia capaz de “atingir as metas convencionais, tais como lucros e alegria, com métodos não convencionais, como investir energia em vez de dinheiro.” Ao adaptar os conceitos e práticas da guerrilha bélica para os negócios, demonstra que pequenas empresas podem adotar táticas alternativas de marketing para sobreviver nos mercados atuais, cada vez mais competitivos.


Assim, pode-se afirmar que o marketing de guerrilha é caracterizado como uma alternativa para as pequenas empresas, pois propõe uma maneira criativa de se pensar outras aplicabilidades para certos dispositivos, sem os altos investimentos que as mídias convencionais demandam. Isto é corroborado por Edmundo Brandão Dantas que considera que as pequenas e médias empresas devem competir com as grandes companhias, mas usando formas inovadoras e
E.B.Dantas
estratégias eficazes baseadas na ousadia e criatividade para combater os “exércitos convencionais”, referindo-se ao 
marketing de guerrilha. Serve também para as grandes empresas, como uma estratégia complementar às campanhas publicitárias que buscam estabelecer mais interatividade com os receptores, com vistas à promoção da mídia espontânea, invisível ou buzzmarketing. Dantas coloca ainda em evidência o forte desprendimento dos consumidores ao marketing convencional por considerar que este já não se revela tão eficaz.


A guerrilha procura reduzir o tamanho do campo de batalha de forma a conseguir uma superioridade de força. Esta ideia funciona perfeitamente hoje em dia, onde os media convencionais e até mesmo a internet se encontram saturados de informação, sendo necessário destacar-se com mensagens que gerem grande impacto. Quando o marketing de guerrilha é bem aplicado, o resultado é normalmente imediato, criando muitas vezes um efeito viral que se propaga de forma espontânea e que gera cobertura em meios de comunicação tradicionais. Possibilita ainda resultados marcantes e uma maior identificação do consumidor com a marca.


Há uma tendência de se utilizar como sinônimos os termos marketing de guerrilha e propaganda de guerrilha. Se a propaganda é um elemento do composto de marketing - o de promoção exclui, portanto, os demais elementos que o integram: o de preço, produto e praça. A propaganda de guerrilha está no ato de “comunicar de modo diferente, captando a atenção do público de maneira pouco comum, porém com meios surpreendentemente adequados ao produto ou serviço anunciado.”

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: www. pt.wikipedia.org/

quarta-feira, 19 de julho de 2017

GESTÃO DE MARKETING: SOBREVIVÊNCIA DA EMPRESA

Uma empresa que não vende, está fadada ao fracasso. Mas saber vender não envolve apenas ter um bom produto ou serviço e sair oferecendo de porta em porta. O processo vai muito além.

Antes de explorar o processo de administração de vendas, vamos clarificar aquilo que o antecede. A área responsável para que as vendas ocorram da forma mais produtiva possível: o marketing da empresa.

Partamos à regra: Marketing gera demanda para que Vendas gerem negócios. Uma boa gestão de marketing deve facilitar o trabalho do departamento de vendas para que este consiga, com o menor custo possível, gerar negócios para a empresa.


A boa gestão de marketing precisa lidar com dados de mercado para otimizar ações e aumentar o interesse das pessoas em adquirir aquilo que a empresa oferece.  Investir em marketing, nos tempos atuais, sem ter em mãos dados reais de mercado, é dar chance ao azar.

Empresas que cometem este tipo de erro são aquelas que definitivamente não fazem a gestão de marketing e pensam que marketing se resume simplesmente em fazer publicidade à massa.


A partir de ações mais assertivas para o público que realmente interessa à empresa, é hora de buscar as vendas. A gestão de vendas visa, através de pessoas capacitadas e uma boa comunicação com o departamento de marketing, buscar os melhores contatos e transformá-los em clientes.

Fazer uma boa gestão de marketing e vendas se torna essencial para um empresa que deseja crescer, e duas lições são importantes aprender: Marketing e Vendas andam sempre juntos, sem esta conexão não haverá bons negócios. A outra lição: tecnologia deve fazer parte de todo o processo. Sem tecnologia para gerir essa quantidade gigantesca de dados, certamente haverá desperdício de verba e de tempo.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: SebraePRwww.sebraepr.com.br

sábado, 15 de julho de 2017

O QUE É A ANÁLISE PEST?


Análise PEST parte da avaliação dos fatores inerentes aos cenários, político, econômico, social/cultural e tecnológico nos diversos níveis de ambiente sejam eles no nível, da indústria, cidade, estado e país no qual o negócio está inserido.

A Análise PEST busca encontrar as tendências para cada um desses pontos, além disso ela enxerga as oportunidades e as ameaças que afetam o negócio a partir de cada fator.

É interessante combinar a análise PEST com outras ferramentas e conceitos de análise estratégica como a SWOT e as Forças de Porter. Dessa forma é possível tirar mais insights sobre o ambiente no qual o negócio está inserido.


A partir de respostas das questões, como as abaixo, os gestores inserem e avaliam os dados e informações coletadas através de pesquisas.

Fatores Políticos


A área política representa enorme influência sobre as regras empresariais, e o poder de compra de clientes e outras empresas. Você sempre deve considerar fatores como:
  1. Quanto estável é o ambiente político?
  2. Poderão regras governamentais influenciar leis que regulam os impostos pagos por seu negócio?
  3. Qual é o posicionamento do governo em relação à éticas de marketing?
  4. Qual é a política governamental sobre a economia?
  5. O governo tem alguma visão sobre a cultura e religião?
  6. O governo está envolvido em negociações tais como o EU, NAFTA, ASEAN, entre outros?
Fatores Econômicos



Comerciantes precisam considerar o estado de uma economia de negócios no curto e longo prazo. Isto é especialmente real no planejamento de marketing internacional. Você deve considerar:
  1. Margem de juro.
  2. O nível de inflação, nível de emprego (per capita).
  3. Prospecto ao longo prazo da empresa, Produto Interno Bruto (PIB) per capita.
Fatores Socioculturais


As influências sociais e culturais de uma empresa variam de país para país. É de estrema importância que estes fatores sejam considerados, incluindo:
  1. Qual é a região dominante?
  2. Qual é a aceitação à produtos ou serviços importados?
  3. Qual o idioma dominante para difusão de produtos no mercado?
  4. Quanto tempo os consumidores dispõem para lazer?
  5. Qual o papel do homem e da mulher nesta sociedade?
  6. Qual é a expectativa de vida da população? As gerações mais antigas são mais ricas?
  7. Qual é a expectativa de vida da população? As gerações mais antigas são mais ricas?
  8. Qual é a opinião da sociedade em relação a fatores ambientais?
Fatores Tecnológicos


Tecnologia é vital para atingir uma vantagem sobre a competição, e é um fator principal da globalização.

Considere os pontos à seguir:
  1. A tecnologia facilita produtos e serviços serem fabricados por um preço mais baixo e melhor qualidade?
  2. A tecnologia oferece a consumidores e empresas produtos e serviços mais inovadores como o Internet Banking (acesso a contas bancárias online), nova geração de telefones celulares etc.?
  3. Como tem mudado a distribuição de produtos / serviços através de novas tecnologias, tais como: livros online, passagens aéreas, leilões etc.?
  4. A tecnologia oferece a companhias uma nova forma de comunicação a seus consumidores, por exemplo: banners, Customer Relationship Management (CRM) – (Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente), etc.?
Pense nisto e tenha uma ótima semana!

domingo, 9 de julho de 2017

A GESTÃO DE PRODUÇÃO: FÓRMULA PARA SUA EMPRESA CRESCER

O bom planejamento permite ao empresário alcançar níveis satisfatórios de qualidade, diminuir os custos e aumentar a lucratividade do negócio.

É por meio do processo de gestão – sempre seguindo propósitos, princípios e valores pré-estabelecidos – que uma empresa realiza seus objetivos e metas. Gerenciar é saber o que fazer e como fazer, de maneira eficiente e barata.

Em resumo, a gestão pode ser desdobrada em três funções:
  • Planejamento;
  • Execução e controle;
  • Monitoramento.
O planejamento exige alternativas potenciais de ação que satisfaçam os objetivos da empresa. É essencial avaliar os meios disponíveis para pôr essas alternativas em prática.


A execução e o controle envolvem a responsabilidade pelos erros e defeitos, sendo que o reconhecimento e correção desses problemas devem ser realizados pelo supervisor da operação ou, preferencialmente, pelo próprio operador.

Portanto, os funcionários devem estar bem informados sobre as técnicas e métodos de controle, para que tenham conhecimento das causas geradoras do defeito e para que possam manter a qualidade dos produtos.


O monitoramento reúne três procedimentos essenciais que, se implantados no processo produtivo, favorecem a manutenção e a melhoria da qualidade dos produtos:

Inspeção na fonte

Uma indústria com “zero defeito” é uma meta a ser buscada, mas sabe-se que é impossível de ser atingida. Contudo, o papel da gestão é tentar diminuir o máximo possível o percentual de falhas.

Quando as quantidades e modelos de produtos fabricados aumentam ou variam muito, as informações tornam-se excessivas e aumentam as chances de erros. Mais que uma técnica, é preciso atitude adequada para assumir um padrão tipo “Faz-Verifica”. A inspeção na fonte é uma atitude permanente de “ficar de olho” no processamento, no “como”, ou seja, refere-se ao cuidado com o sujeito e agente (homem ou máquina) e não com o objeto do trabalho.


Em síntese, a inspeção na fonte significa fazer conforme um método padronizado e pré-estabelecido, descrito no Roteiro de Produção. Com base nele, verifica-se o resultado e, se não for satisfatório, deve-se suspender a produção com erro até encontrar um novo método, mais adequado.

Assim, o ciclo é: planeja-executa-controla-aprova ou reprova. Se reprovar, inicia-se um novo ciclo, de atuação na causa e não no efeito.

Ação corretiva e preventiva

As Ações Corretivas e Preventivas são essenciais para evitar erros e defeitos e devem ser monitoradas formalmente pela direção da empresa. Por mais simples que sejam as operações para a produção de determinado produto, é essencial a definição de critérios e instruções claras sobre a recuperação de componentes ou produtos defeituosos. A partir da análise dos defeitos devem ser estabelecidos métodos para prevenir sua recorrência.

Melhoria contínua

Melhoria contínua significa o envolvimento de todas as pessoas da organização na busca constante e sistemática do aperfeiçoamento dos produtos e processos empresariais. O objetivo dessa proposta é melhorar o desempenho dos produtos e processos de trabalho, por meio do aprendizado e da criatividade.


No dia a dia, usa-se o Método PDCA (Planejar, Executar, Controlar e Agir Corretivamente) para manter os padrões e metas estabelecidos. Além disso, a empresa deve almejar constantemente atingir novas metas, para que elas se transformem em novos padrões, num ciclo contínuo.

Cabe salientar que quando a organização é receptiva a mudanças, menores são as resistências às melhorias. Para ter uma equipe disposta a melhorar continuamente, os empresários de pequenos negócios devem divulgar ações do tipo:
  • Descartar ideias fixas e convencionais;
  • Pensar em como fazer e não no por que não pode ser feito;
  • Questionar práticas atuais que não atendem a seus propósitos, sem apresentar desculpas;
  • Incentivar o “faça imediatamente”, mesmo que seja para atingir 50% dos objetivos, não procurando a perfeição;
  • Se errar, corrija o erro imediatamente;
  • Realizar melhorias com a criatividade e não com gastos em dinheiro. A criatividade surge com a necessidade;
  • Diante de um problema, utilizar a pergunta “por quê?” pelo menos cinco vezes até encontrar a causa;
  • Buscar ouvir o maior número de pessoas. As sugestões de melhoria são infinitas.
Cabe ao empresário entender a importância de estabelecer desafios constantes para o sistema produtivo. Assim será possível alcançar níveis melhores de qualidade que terão impactos em todas as dimensões do seu negócio.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

Fonte: Sebrae - http://www.sebrae.com.br/

quarta-feira, 5 de julho de 2017

SCAMPER - MELHORANDO PRODUTOS E SERVIÇOS

SCAMPER foi proposto por Alex Osborne em 1953, e foi desenvolvido por Bob Elerle em 1971 em seu livro; SCAMPER: Games for Imagination Development.

Muitas vezes é difícil surgir com novas ideias no desenvolvimento ou melhorias de um produto ou serviço, mas é aqui que entram as técnicas criativas como o SCAMPER. Ele é  um acrônimo para substituir, combinar, adaptar, modificar, colocar em outro uso, eliminar e reverter. Esta é uma lista de mudanças que poderá ser a produtos e serviços existentes para abrir novas oportunidades.


S – Substituir
C – Combinar
A – Adaptar
M – Modificar
P – Dar outro uso
E – Eliminar
R – Reverter

Esta técnica utiliza-se a partir da colocação de questões sobre produtos existentes (que quer melhorar ou que pensa ser um bom ponto de partida para desenvolvimento futuro), usando cada um destes lembretes.


Eis algumas questões de exemplo:

Substituir
  • Que materiais ou recursos podem ser substituídos para melhorar o produto?
  • Que outro produto ou processo poderia ser utilizado?
  • Que regras poderiam ser mudadas?
  • Este produto pode ser usado noutra coisa, ou como substituto de outra coisa?
Combinar

  • O que aconteceria se combinasse este produto com outro, criando algo novo?
  • E se combinasse objetivos ou propósitos?O que poderia combinar para maximizar a utilização do produto?
  • Como poderia criar uma nova abordagem a este produto, com a junção de novos talentos e recursos?

Adaptar
  • Como poderia adaptar ou reajustar o produto para ter outra utilidade?
  • O que é que se parece com este produto?
  • Em que outro contexto se poderia colocar este produto?
  • Que outros produtos/ideias podem ser usados como inspiração?

Modificar
  • Como mudar a forma e aspeto do produto?
  • O que se pode acrescentar ao produto?
  • O que deve ser enfatizado para criar mais valor?

Dar outro uso
  • Este produto pode ser usado noutra indústria?
  • Como se comportaria num ambiente diferente?
  • Os restos do produto são recicláveis para criar algo novo?

Eliminar
  • Como simplificar o produto?
  • Que partes, regras ou características podem ser eliminadas?
  • O que deve ser menos destacado?
  • Como se pode tornar menor, rápido, leve ou divertido?

Reverter
  • O que aconteceria se o processo fosse revertido ou se a sua sequência fosse alterada?
  • E se tentasse o oposto do que está a tentar fazer?


Por fim, responda às perguntas e analise se alguma se destaca como uma solução viável.

Pode usar alguma dessas ideias para criar um novo serviço, produto ou desenvolver outro?

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

USE A MATRIZ SWOT PARA CORRIGIR DEFICIÊNCIAS E MELHORAR A EMPRESA

A matriz SWOT é um instrumento de análise de negócio simples e valioso. Sua finalidade é detectar pontos fortes e fracos de uma empresa, com o objetivo de torná-la mais eficiente e competitiva, corrigindo assim suas deficiências.

O nome é um acrônimo para Strenghts (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades), e Threats (Ameaças). Também conhecida como análise F.O.F.A. ou análise F.F.O.A.

Realizar uma análise SWOT leva a empresa a pensar nos aspectos favoráveis e desfavoráveis do negócio, dos seus proprietários e do mercado.


Objetivos

O uso dessa ferramenta visa alcançar os seguintes objetivos principais:
  • Ter uma visão interna e externa do negócio.
  • Identificar os elementos-chave para a gestão da empresa.
  • Estabelecer prioridades de atuação e de decisões a serem tomadas.
  • Ter um “diagnóstico” da saúde da empresa: os pontos positivos, os potenciais competitivos nos quais se pode investir para aumentar o crescimento e os principais pontos críticos e de falha.
  • Definir posturas a fim de resolver ou minimizar os riscos e problemas levantados.
Quando usar

Essa análise é muito útil para negócios já estabilizados e que precisam melhorar a sua representatividade no mercado. Deve ser aplicada de tempos em tempos (mesmo se tudo estiver indo bem) a fim de ter informações relevantes para desenvolver o planejamento estratégico da empresa.

Como fazer

A matriz SWOT é sempre feita em quadrantes, ou seja, em quatro quadrados iguais. Em cada quadrado são registrados fatores positivos e negativos para a implantação do negócio.


A tarefa principal é levantar o maior número possível de itens para cada área (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças). Quanto mais completo for esse levantamento, mais precisa será a análise e melhores são as chances de desenvolver soluções eficazes.

É fundamental que as informações levantadas sejam extremamente honestas. O foco deve estar na realidade e não em como seria “o negócio ideal”. Não seja nem muito otimista, nem muito pessimista.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

Fonte: Sebrae 
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