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domingo, 28 de agosto de 2011

SUPERE SEUS LIMITES


Os pesquisadores afirmam que podemos realizar tudo o que imaginamos desde que os nossos propósitos estejam embasados na razão e na coerência. Há muito de verdade nisso. Certamente você não pode tudo no sentido literal do termo, mas pode muito mais do que se imagina capaz.

Você pode perceber o insuperável poder do homem, simplesmente, observando a trajetória da raça humana ao longo da evolução. Grandes homens fizeram grandes proezas porque acreditaram no seu imenso potencial para superar limites. E, qual a diferença entre eles e você? Nenhuma. Ou melhor: do ponto de vista evolutivo, você já deveria estar à frente deles porque é capaz de captar mais conhecimento do inconsciente coletivo, já que vive no futuro, com relação a estes grandes vultos da Humanidade. Aceite essa realidade: tudo o que um homem pode, outro também pode. Genialidade é capacidade comum a qualquer homem. Talento é um “insight” de luz capturada, de alguma forma, da alma do mundo. Canalize a sua força interior para um propósito ou meta e abra as janelas da sua alma, para que as forças ocultas do Universo realizem a sua obra.

Acredite em você, no seu deus pessoal, na sua força interior, no seu anjo da guarda ou em Deus. O objeto da fé que você cria é importante, mas, o objetivo será sempre se tornar receptivo para que a Fonte da Vida atue através de você. Acredite e você será capaz de realizar milagres e superar todos os limites.

Apesar de não perceber, você superou muitos limites desde a concepção. É resultado de uma jornada fantástica de milhões de seres microscópicos em busca da luz, da vida. O melhor espermatozoide alcançou o óvulo perfeitamente preparado para recebê-lo. Dessa corrida por superação de limites surgiu o primeiro homem. E assim sucessivamente até chegar a você.

Desde a concepção até o presente momento em sua vida, você superou muitas dificuldades, removendo inúmeros obstáculos. Você não se lembra, mas em sua alma, está escrita em letras indeléveis, uma trajetória de vitórias e superações. Você desenvolveu uma capacidade inata para enfrentar desafios e vencer, sempre. Basta lembrar a criatura frágil e dependente que você era. E no que se transformou a partir da decodificação dos sinais que o mundo mostrou a você. As primeiras palavras, os primeiros passos, a inteligência sempre evoluindo, juntamente com você, em todos os sentidos.

Quando nasce um ser neste mundo, aparece o resultado de uma luta por superação de limites que já dura milhões de anos de evolução. Algumas teorias científicas nos mostram o desenrolar de um lento processo evolutivo que nunca retrocede. Então; você é o resultado aprimorado de um processo de superação de limites.

Acredite em si mesmo e siga alinhado com as forças positivas, criativas e construtivas do Universo. Assim você será capaz de realizar muito mais que o homem comum que perdeu a fé e a confiança em si mesmo no meio da caminhada. Desperte em você o desejo de ser melhor, de crescer, de ser e fazer diferente. Sempre!

Superação é uma arte conquistada pelo treino e pelo hábito. Sempre foi assim, desde a sua concepção. Você não nasceu sabendo, mas nasceu podendo adquirir o saber. Portanto; reconheça que obstáculos e adversidades sempre existiram e sempre vão existir para motivar a sua evolução e o seu crescimento. Não se deixe abater diante das dificuldades, pelo contrário, utilize-se delas para se aprimorar e vencer.

O desânimo é apenas um hábito a que você se permitiu. Transmutando-o em autoconfiança você será capaz de recompor a sua vida e imediatamente iniciar uma nova trajetória, numa escalada evolutiva constante rumo a excelência.

Ser bom é uma questão de habituar-se a praticar o bem. O sucesso está disponível para quem tem a capacidade de canalizar as suas energias nessa direção, habituando-se a acreditar em suas infinitas possibilidades.

Vencer na vida, mais que uma jogada de sorte, é uma questão de crença tornada hábito. Somente praticando o hábito de se polir a si mesmo um homem pode chegar a excelência que mais que um ato, é um hábito.

Alguns pesquisadores afirmam que cada um nasce com dons e habilidades inatas. Pode até ser verdade. Mas também é real o fato de que você foi construindo ao longo do tempo, habilidades e dons baseados na sua experiência de mundo. Portanto; as nossas habilidades são o resultado direto de capacidades que desenvolvemos através do hábito. E, todo hábito, exercitado ao extremo da competência, leva-nos a excelência. O segredo para o sucesso consiste, então, no desenvolvimento habitual da competência adquirida e na busca constante pela excelência, através da superação de limites.

Acredite em você, acredite na sua força para superar limites, porque todos os grandes mestres da humanidade nos mostraram que temos um poder infinito dentro de nós e que age através de nós, quando nos alinhamos a Ele.

Há um segredo oculto por trás de todo homem que se tornou grande e vitorioso. Esse segredo trabalha embasado na premissa do alinhamento cósmico, embasado na crença transformada em hábito, transformada em ação transformadora. O segredo para a superação de limites rumo a excelência consiste, principalmente, em acreditar em si mesmo. Tudo o que você acredita, com sentimento, se torna realidade para você e se manifesta no mundo. Você só será capaz de realizar aquilo que julgar capaz através da fé e aquilo a que se fizer capaz através da ação. É isso.

Acredite em si mesmo, aja em direção aos seus objetivos, seja audacioso e perspicaz, ao mesmo tempo. Para crescer você precisa tomar atitudes. Não importa em que patamar você esteja no momento, o que importa é aonde você quer chegar e, principalmente, se acreditar que pode chegar lá. O que vai determinar isso são as crenças, as suas escolhas e as suas atitudes tornadas hábitos. E lembre-se: os hábitos são os resultados de pensamentos gerados e mantidos com persistência, alimentados pela energia da emoção e do entusiasmo.

Autor: Francisco Ferreira (Mr. Smith) - http://www.acasadoaprendiz.com.br/

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

FACILITE SUA VIDA


Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade cerebral); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

Na América do Sul, Viviani Bovo e Walther Hermann tratam da aplicação das técnicas gráficas de gerenciamento de informações, ao aprendizado, à expansão da criatividade e à criação de conhecimentos. Grupos de estudo têm se formado pelo mundo, geralmente ligados ao Centro Buzan, para estudar e compreender o sistema de mapas mentais. Por outro lado, o motivador Aldo Novak considera que o sistema de gestão gráfica é ideal para aplicações na organização pessoal, profissional e corporativa.


Veja a seguir alguns usos e respectivas sugestões de estratégias.

Para planejamento

No caso de eventos, como festas, quando for escolher o que vai ter ou acontecer, simplesmente olhe o mapa mental e faça suas escolhas. Outra maneira é fazer o seu planejamento normalmente e usar o mapa mental depois, como uma lista de verificação, para completar ou enriquecer o que já fez.

Para memorização e lembrança

Se seu propósito é memorizar, para que você se lembre o mapa mental deve estar acessível e estável em sua mente, como por exemplo no caso em que você vai ministrar uma aula ou palestra ou ainda fazer uma prova. Pela praticidade de um mapa mental, você pode aproveitar até momentos potencialmente improdutivos para fazer isto, como ônibus, filas e outras esperas.

Se você não quer exatamente memorizar um mapa mental, mas sim se lembrar de algo quando achar apropriado, pode imprimir o mapa e carregá-lo na bolsa, pasta ou carteira.

Para aprendizagem

Talvez você se lembre de algum assunto que conhece bem porque leu sobre ele, respondeu perguntas, discutiu com alguém, questionou, enriqueceu, validou... Creio que essa é a melhor maneira de aprender algo: aplicar esse algo para algum propósito e conviver, ter experiências com o conteúdo. Quando sabemos algo bem, tipicamente temos modelos mentais ricos sobre esse algo, resultado de experiências variadas.

Assim, elaborar um mapa mental de um conteúdo já é um passo na direção de aprender esse conteúdo. Revisá-lo, criticamente ou não, mais um. Usar o mapa para algum propósito prático é outro grande passo. Apresentar o mapa para alguém, mais outro. Cada experiência consolida um pouco mais seu aprendizado, que tem um começo mas nunca terá um fim, porque sempre se pode descobrir e aprender algo a mais sobre qualquer coisa.

Recursos

O uso de programas de computador para geração dos mapas mentais é visto com reservas por parte dos especialistas, embora muitos os defendam. Aldo Novak, autor de A Única Diferença, enfatiza que os mapas a serem usados para aprender devem ser feitos sempre à mão, com canetas coloridas e papel, enquanto os mapas usados para ensinar (ou transferir informações) devem ser feitos com programas especiais como:

  • Visual Mind - Expandindo suas idéias (Programa de mapas mentais internacional em português).
  • INTELIMAP (Programa brasileiro ideal para educação, aprendizado e gestão).
  • Mapas Mentais - (Site brasileiro gratuito de mapas mentais, artigos e recursos).
  • Sabernetico - (Site brasileiro gratuito, com modelos de mapas mentais.)
Fonte: http://www.organizesuavida.com.br/



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

QUEM NÃO PRECISA DE UM MENTOR?


Moisés precisou de um, Jack Welch também teve dois renomados...

Muitos gestores, líderes, de uma forma ou de outra, vêm se interessando, discutindo praticando ou se utilizando de Coaching e Mentoring nestes últimos anos. O coach é um treinador, como temos no esporte. Por exemplo, o técnico Vanderlei Luxemburgo é um coach extremamente preocupado com o máximo desempenho de sua equipe. E o mentor é alguém, com experiência em aconselhamento, na verdade é um Advisor, um profissional que está disposto a ouvir alguém e ajudá-lo a refletir e pensar em alternativas na solução de seus desafios. Enfim é alguém que acaba fazendo o papel do fiel da balança.

Hoje, no mundo dos negócios, a maioria dos profissionais – entre eles os gestores / líderes, sente-se preocupada pelos desafios do dia a dia. Os motivos são os mais diversos: busca por uma promoção ou por um job rotation; o enfrentar ou ser responsável por muitas mudanças na organização; a demanda de decisões a serem tomadas; um conflito de carreira, a lista é longa. Se prestarmos atenção na história de nossos antepassados, e no presente, vemos grandes líderes que contaram ou contam com a ajuda de mentores. Vamos a dois exemplos, um antigo e um mais recente.

Moisés foi um grande líder, educado na cultura egípcia quando viveu no Palácio de Faraó no Egito, e, por outro lado com uma forte raiz no judaísmo, passada por sua mãe, Joquebede . Moisés quando estava com o povo hebreu no deserto (não vou entrar em muitos detalhes) viu se muito estressado, pois era uma enorme demanda – o povo reclamava dos mais diversos problemas que eram de ordem social, legal e religiosa. Tudo caía sobre seus ombros. Devemos lembrar que naquele tempo não havia Gestão da Qualidade, ISO-9000, Governança Corporativa ou a preocupação com Gestão de Sustentabilidade. Jethro, seu sogro, vendo o conflito do povo e o estresse de Moisés, pois não estava dando conta de sua missão, chamou-o para uma conversa reservada.

Nessa conversa, Jethro aconselhou Moisés a escolher entre seus homens pessoas com certas competências ou capazes de atender às necessidades do povo. Moisés então escolheu aquelas mais qualificadas, treinou-as com a ajuda de seu irmão Arão, e, assim, conseguiu delegar uma boa parte de suas atividades, ficando com aquelas mais estratégicas.

Esse é um exemplo clássico de mentoring, que resultou numa das grandes ferramentas de gestão que é a delegação.

O segundo exemplo, mais atual, também um clássico. Jack Welch, reconhecido como o executivo do século, fez uma grande turn-around na GE Segundo seus livros (entre eles recomendo para quem ainda não leu “O Executivo do Século” e “Vontade de Vencer”), ele simplesmente tirou mais de 120 produtos do mercado, fechou por volta 60 fábricas, ficando apenas com os negócios mais rentáveis. Enfim ele saiu de muitos negócios e entrou em muitos novos negócios. Ninguém pode contestar os resultados da GE em sua gestão.

Jack Welch era de uma família bem simples descendente de irlandeses que se radicou nos EUA. Seu pai, ferroviário, juntamente com sua mãe, teve um papel muito importante em sua vida, e contribuiu muito para lapidar o seu comportamento que era muito forte. Para você ter uma ideia, na GE ele chegou ser chamado de bomba de nêutrons. No Brasil nós o chamaríamos de um trator de esteira.

Jack entrou na GE, num nível profissional básico, e logo foi galgando outros postos, chegando à posição de CEO. Era um grande empreendedor e estrategista, sabia reconhecer os seus talentos e tirar o máximo proveito deles, como também sabia reconhecer seus pontos fracos. Tudo que Jack fez de bom ou de errado, pois ninguém acerta o tempo todo, certamente foi por seus méritos, mas além da influências de seus pais, Jack teve dois mentores que contribuíram com muitos conselhos: Peter Drucker – pai da administração moderna, falecido há pouco tempo - que aconselhou Jack a ficar naqueles negócios em que a GE estava em primeiro ou quando muito em segundo lugar.

O seu segundo mentor foi Noel Michael Tichy, autor do livro “Controle o seu Destino Antes que Alguém o Faça”, e também, o idealizador do Centro Crotonville de Educação Corporativa da GE.

A relação Mentor & Mentee é uma relação de confiança, transparência e ajuda, em que os dois devem ser sábios, o mentee em busca da excelência em suas atividades, realização pessoal e profissional e com qualidade de vida, pronto para compartilhar suas ideias e dúvidas, o que ele não faria com outros por questões pessoais ou estratégicas. E o mentor pronto para ouvir, e levar o outro à reflexão através de suas questões. É uma relação em que todos crescem como pessoas e como profissionais.

Num cenário de grandes desafios, grandes mudanças, para uns de crise, para outros oportunidades, é indispensável a utilização de mentoring como ferramenta estratégica. Você pode se utilizar de um profissional especializado para uma ação pontual, ou implantar a cultura de mentoring em sua organização, treinando aqueles gestores / líderes que, na sua visão, ou indicados por um comitê ou o board de sua organização, têm perfil para tarefa.

Autor: Josué de Melo – Consultor da Leadership Brasil, Specialization in Organizational Leadership, APU/USA, Membro do Board do ILB – Instituto de Liderança do Brasil - e-mail: josue.melo@rh.adm.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

SEJA UM BOM LÍDER


Você pode influenciar ou aprimorar muitos dos principais instrumentos de motivação, a fim de aumentar a quantidade e a qualidade de seu trabalho. É importante ser um bom líder, e você pode se tornar um ao compreender suas metas, liderando como alguém que serve de exemplo e motivando os outros para que o sigam.

Compreenda suas metas. Considera-se um “bom líder” alguém que “motiva e coordena sua equipe aplicando de forma eficaz suas habilidades individuais e grupais, seus conhecimentos e suas experiências de modo a alcançar as metas”. Não se pode começar a motivar e coordenar pessoas até que você — e elas — saibam exatamente quais as metas a alcançar. Por isso, você precisará:

·         Assinalar claramente suas metas;
·         Verificar se são realistas;
·         Informar sua equipe.

Assinale claramente suas metas. Você deve ser capaz de identificar cada uma das etapas nas quais esteja trabalhando com sua equipe — pessoais, de departamento e organizacionais, bem como aquelas de curto, médio e longo prazos.

Não basta apenas ter uma ideia aproximada ou um insight: tudo isso parece muito vago e abstrato, e possivelmente não terá o apoio ou o sentido de comprometimento da equipe.

É preciso que se saiba exatamente aonde se quer chegar, como chegar e quando chegar. Também é primordial que todas essas metas sejam consistentes e se complementem. Em síntese: que todas estejam seguindo na mesma direção.
Verifique se são realistas Logicamente você estará definindo metas pessoais a serem atingidas por indivíduos e equipes, as quais, por sua vez, irão combinar-se de forma que o departamento e/ou a empresa alcancem as metas gerais.

Para que a equipe se sinta motivada em relação a essas metas, elas devem ser desafiadoras — e exigirem o suficiente para estimular as pessoas, a fim de proporcionar a mais completa utilização de suas habilidades. Devem, também, ser específicas, de modo que o progresso possa ser avaliado e verificado e, quando necessário, as correções possam ser efetivadas. Igualmente importante: elas devem ser atingíveis — mas somente dentro dos limites de trabalho e desempenho — pois o fracasso é desmoralizante, podendo ter um efeito desfavorável sobre o indivíduo e sobre os colegas de trabalho.

Informe sua equipe. Uma vez cientes de suas metas e de quais serão direcionadas para quais indivíduos, você deve certificar-se de que elas estejam bem explanadas e claramente compreensíveis para todos os envolvidos.

Cada pessoa e cada equipe deve possuir metas a atingir — produzir ou vender uma determinada quantidade de unidades, ou o que quer que seja. Da mesma forma, as pessoas precisam ser informadas acerca dos padrões específicos a serem seguidos — leis de saúde e segurança devem ser mantidas, tarefas concluídas no prazo definido e assim por diante. Convém explicar as razões de cada instrução e tentar chegar a um acordo em todas as oportunidades: uma equipe informada e envolvida estará sempre trabalhando melhor e com mais afinco do que o fariam se houvesse um trabalho individual e disperso.

Lidere pelo exemplo. Um dos melhores métodos para motivar as pessoas a trabalharem no atingimento de suas metas pessoais, departamentais e organizacionais é liderar dando o exemplo. Essa é uma habilidade precípua que pode ser desenvolvida com êxito.

Autor: Extraído do livro Como Motivar Pessoas, de Iain Maitland - www.acasadoaprendiz.com.br

domingo, 7 de agosto de 2011

BOM HUMOR É FUNDAMENTAL

Você já parou pra pensar do que o bom humor é capaz? Além de fazer bem para pele, para o espírito, faz bem também pra saúde. Para se ter uma ideia, com um riso, o hormônio do estresse, que é produzido pelas glândulas suprarrenais, são reduzidos; as lágrimas passam a ter mais imunoglobulinas, um anticorpo de defesa contra algumas infecções oculares; se reduz a tensão muscular, além de se ativar a produção de endorfinas.

Mas, o que o bom humor tem a ver com o seu trabalho? A resposta parece simples: uma pessoa feliz trabalha melhor e, consequentemente, produz mais. Além disso, o bom humor favorece um melhor relacionamento entre as pessoas e, particularmente, colabora para um ambiente de trabalho mais agradável. O bom humor ainda atrai as pessoas e ajuda a criar e fortalecer relacionamentos, isso tudo sem enfraquecer sua imagem, se você souber usá-lo na dose certa, é claro.

Ser simpático e dispor sempre de um sorriso pode ser muito útil em situações embaraçosas, gafes ou até naquelas tentativas de “puxadas de tapete” por parte de algum colega. Mostra que você tem equilíbrio e, antes de tudo, confia no seu trabalho. Uma pessoa motivada e autoconfiante não tem medo de rir de si mesma, muito menos se intimida em uma situação constrangedora. Dispõe sempre do bom humor e da simpatia para reverter situações desfavoráveis.

Mas, tudo deve ser na dose certa. Achar graça de tudo, rir por nada toda hora, fazer mil piadas sempre pode sim comprometer sua imagem, e você passar a ser visto como “o bobo da corte”. Será chamado sempre para contar piadas, animar o pessoal, mas pode ser deixado de lado em reuniões importantes, ou seja, suas qualidades profissionais podem ficar em segundo plano comparadas ao seu imenso sucesso em ser o palhaço da turma. No ambiente profissional, devemos ter tato para saber a hora certa de contar uma piada para descontrair ou se portar de modo mais sério.

Se você é daqueles em que o bom humor passa longe, ao acordar, pense em tudo de bom que há na sua vida: nos amigos que possui, na sua família, no seu emprego. Pense que você é um privilegiado em poder ver, sentir, falar, ouvir. Pense que a vida é uma benção, e que os problemas são muito pequenos se pensarmos em tudo que a vida nos proporciona de bom e na alegria que é estar vivo. Leve a vida leve e, assim, não haverá mau humor que resista. Pra ajudar no seu cultivo do bom humor, vão aí umas dicas: durma bem, pratique uma atividade física e tenha uma alimentação rica em nutrientes e fibras!

E que, com isso, você tenha um bom trabalho!

Autora: Livia Torres - Colunista da RJNET. Jornalista RJ e pós-graduanda em Marketing Empresarial. - livtorres@hotmail.com

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O MONUMENTO À INCOMPETÊNCIA

Em 1999 o corpo do alpinista inglês George Mallory foi encontrado a cerca de 8.200 metros de altitude no monte Everest. Mallory desapareceu em junho de 1924 quando estava próximo ao cume. Uma afirmação de um dos alpinistas que encontrou o corpo me chamou a atenção:

– “Fiquei impressionado com as roupas que ele usava. Hoje em dia, no inverno, qualquer pessoa caminhando pelas ruas de Seattle está mais protegida do que Mallory no Everest em 1924.”

Lembrei-me dessa história durante uma visita que fiz a uma empresa na qual fui recebido pelo principal executivo, que fez questão de se identificar como CEO – Chief Executive Officer. Bonito né? Depois fui apresentado para o CMO, o CFO e o COO, executivos de marketing, finanças e de operações, respectivamente. Todos jovens MBAs formados no exterior.

Ao percorrer a empresa passamos por salas vazias, mesas vazias e grandes áreas vazias. E os jovens CEO, CFO, CMO e COO diziam com orgulho: – “Isto aqui já esteve apinhado de gente. Fizemos uma reestruturação ao longo dos últimos dois anos e reduzimos em 45% o numero de pessoas, enquanto nossa produtividade cresceu 22%! Fazemos questão de deixar esses lugares à vista de todos. São nosso Monumento à Incompetência.”

Em minha palestra “O Meu Everest” afirmo que um dos ensinamentos mais importantes da viagem ao Campo Base da maior montanha do mundo foi aprender que, a cada vez que olhasse para cima, eu deveria olhar cinco vezes para baixo. Quem pratica montanhismo sabe do que estou falando. Quando você está no pé da montanha e olha a trilha que vai subir, dá um frio na barriga. Você vê as pessoas lá em cima, como formiguinhas, e sabe que para chegar lá terá que fazer uma escalada de oito, nove horas. Então ataca a montanha. Um passinho aqui... outro ali... num processo penoso. Quando olha para cima, percebe que seu objetivo ainda está muito longe, mas ao olhar para baixo a mágica acontece. Você descobre que o campo base de onde saiu está lá embaixo. Cada olhada para baixo dá a certeza de que você progrediu, gerando energia para subir mais. Isso é automotivação: a certeza do progresso nos empurra para cima.

O que aqueles jovens COs chamaram de “Monumento à Incompetência” é na verdade a lembrança dos pioneiros que, com a carga às costas, sem computadores, celulares e internet, assumiram o risco de sair lá do “campo base” para desenvolver o negócio que eles hoje dirigem. Avaliar o passado pelas lentes do presente e chamar de “incompetência” o esforço das pessoas que passaram pelos anos de hiperinflação, incertezas, regime fechado, tecnologias rudimentares, abertura econômica e dólar alto é como observar hoje as roupas de George Mallory e achar que ele era um incompetente. Não era. Usou o que havia de melhor na época e por pouco não atingiu seus objetivos.

Parabenizei os COs pelo sucesso e deixei com eles uma recomendação: Rebatizem os “Monumentos à Incompetência” como “Memoriais aos Heróis do Passado”. Foram eles que trouxeram vocês até aqui em cima.

Autor: Luciano Pires – http://www2.lucianopires.com.br/
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