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sábado, 30 de julho de 2011

PONTO NEGRO

Certo dia, um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago. Todos se sentiram assustados com o teste que viria.

O professor entregou, então, a folha com a prova virada para baixo, como era de costume...

Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.

O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse:

– Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram a difícil tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.

Todas, sem exceção, definiram o ponto negro tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

Após ler todas, a sala em silêncio, ele disse:

– Esse teste não será para nota, apenas serve de aprendizado para todos nós. Ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente de Deus, dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado. Temos motivos pra comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro. O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um colega de trabalho ou com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso. Tire os olhos dos pontos negros da sua vida. Aproveite cada momento que a vida lhe dá. Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer. Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja feliz!

Autor desconhecido

sábado, 23 de julho de 2011

O LADO BOM DAS CRISES

O lado bom das crises: forçar-nos a aprender coisas novas, a trabalhar melhor, a renovar a vida. Os momentos difíceis focam-nos no que é fundamental, lembram-nos que o supérfluo não alimenta o estômago, que o estatuto não é o melhor indicador de qualidade ou produtividade, que o erro espreita em todas as falhas de atenção.

 

Grande parte do problema financeiro atual foi provocada por um conjunto de empresas geridas em função do ego e da conta bancária dos seus gestores. É a isso que temos chamado liderança. Com resultados catastróficos. As pessoas que andamos a aplaudir saíram de cena pela porta baixa.

Este é o bônus da crise: a falência de modelos de liderança anacrônicos, o fim do mito do ego, do super-homem que tudo sabe e consegue e a quem devemos dar meios de satisfazer todos os caprichos. Os resultados de uma empresa nunca foram realizados apenas por uma pessoa, como por crendice temos assumido.

Hoje sabemos que a gestão tradicional só funciona em ambientes moderadamente instáveis. Perante situações de grande complexidade, ou caóticas, o que sabemos sobre gestão torna-se irrelevante para o sucesso. É o desconhecido que faz ou desfaz as nossas empresas. Subestimar a dimensão do nosso desconhecimento é sinal de que ele é gigantesco.

A liderança do século XXI assenta na humildade intelectual. Gerir em ambientes complexos é um exercício constante de interpretação de dados, modelação de estratégias e tomada de decisão na corda bamba. Sabendo que o risco não é eliminável, abraçamo-lo de olhos bem abertos.

Isto exige que todas as decisões de gestão sejam falsificáveis. Ajuda perguntar a nós próprios “como é que alguém provaria que estou errado?”; “que tipo de informação não encaixa no meu modelo da realidade?”; “quais seriam os primeiros sinais de que este curso de ação é disparatado?”; “em que sentido esta decisão é estúpida?” Mas ajuda mais perguntar as mesmas coisas a outras pessoas.

A Liderança XXI está mais interessada em resultados do que em subserviência. Exige que as suas ideias sejam confrontadas por colaboradores, parceiros, clientes, transeuntes. Sabe que, para reduzir o desconhecido, deve paradoxalmente aumentar a incerteza sobre o conhecido. E que para isso depende de informação que só pode vir de pessoas com perspectivas diferentes.

O problema é que quando o chefe pede informação obtém bajulação. A maioria das pessoas encara um pedido de comentário do seu chefe como uma requisição de mãos sujas de graxa. E cumpre mecanicamente sem utilizar o cérebro: “Chefe, a sua ideia é brilhante.” Enquanto pensa: “Só espero que não me peça a mim para implementá-la.”

Por isso tantas estratégias aparentemente geniais nunca saem do papel. Não foram discutidas o suficiente para que se encontrassem e reparassem os seus pontos fracos.

A Liderança XXI é um catalisador de processos de interpretação da informação. Transforma a empresa num organismo vivo de criação de significado para o qual todos podem contribuir. A estratégia é desenvolvida por quem a implementa. A visão é definida de baixo para cima. É o primado da eficácia organizacional sobre a hierarquia funcional.

Tudo começa com uma mudança na atitude de quem chefia. Criar um clima de abertura na relação de liderança é o primeiro passo.

Peça para demolirem as suas ideias, encontrando todos os pontos fracos que elas possam ter. E aceite a resposta com um sorriso. É melhor que o façam à sua frente do que pelas costas, que é o que anda a acontecer. Ou porque é que pensa que as coisas estão como estão?

Autor: Ricardo Vargas – Executive Digest - http://www.executivedigest.pt/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

OS LIMITES DA SUPERAÇÃO

Às vezes, reflito e me questiono sobre o quanto somos imensos diante de nossas limitações e, ao mesmo tempo, como podemos ser pequenos diante de nossa grandiosidade.

De um lado, há pessoas que desperdiçam tempo justificando seu desinteresse e sua falta de proatividade, criando uma incapacidade física, mental e profissional. Suas maiores criatividades baseiam-se em argumentos, para justificar que não conseguem algo que mal tentaram fazer e, justamente por isso, ficaram distantes de o conseguirem. O mais decepcionante é quando algumas pessoas utilizam em seus argumentos o insucesso e o fracasso de terceiros como referência, chegando a comentar: “bom, pelo menos fui melhor que fulano” ou ainda, “mas beltrano é pior que eu”.

É irônico, mas essas pessoas criativas em justificativas de fracasso jamais argumentam algo como: “não consegui o resultado desejado porque não tive coragem de seguir” ou “eu tenho certeza de que não consegui porque não tive interesse em testar meus limites” e milhares de outros comentários.

A superação não depende de classe social, cor ou educação. Sua superação depende de ter um objetivo em sua vida e acreditar em algo. Superar uma dificuldade não quer dizer que terá todo o sucesso no dia seguinte. Significa alcançar um pequeno sucesso diariamente, uma vitória a cada momento. Obviamente precisando vencer várias dificuldades e vários paradigmas e, de repente, poderá até ter medo. Você deve ter medo de desistir e não de continuar. Ir de encontro ao que acredita é o que fará a grande diferença para sua realização e superação.

Pesquisando na internet temos a opção de conhecer vários textos ou vídeos sobre pessoas que se superaram. Há pessoas da terceira idade fazendo acrobacias com enorme grau de dificuldade e mais perfeitas que muitos adolescentes. Há outras sem os membros inferiores e/ou superiores, que vivem sem depender de ajuda, que trabalham, cozinham, nadam, enfim, possuem qualidade de vida melhor do que uma pessoa com o corpo perfeito. Isso porque não procuram criar justificativas e vivem em busca de soluções para serem autossuficientes, enquanto a maioria se encontra dependente, não realizando algo enquanto alguém não o entregar prontinho em suas mãos.

Um fato é verdadeiro: o ser humano somente comprova sua capacidade quando realmente precisa dela. A maioria busca, infelizmente, problemas onde eles não existem.

Há aqueles que somente controlam suas finanças depois de terem perdido tudo, outros valorizam os entes queridos quando passaram por momentos traumáticos, outros organizam melhor seu tempo quando a falta de tempo foi responsável por prejudicá-los em algo. Quaisquer que sejam as necessidades de superações, a meu ver as limitações são muito mais psíquicas do que reais. Há muito mais preocupação em se identificar um motivo para não fazer algo do que em ver os bons resultados que serão obtidos caso seja realizado.

Exija mais de você! Exija mais tempo para aproveitar a convivência com os familiares, exija mais tempo para realizar sua tão desejada viagem, mais esforço para aprender o idioma que está estudando, mais dedicação no esporte, mais interesse em seu aprendizado. Exija mais disposição para ser feliz! Exija, exija e exija!
Seja mais disposto a evoluir e se superar. Seja mais disposto a entender e acreditar. Acredite que suas aptidões podem revelar-se muito além do que você conhece e teste os limites de sua capacidade física e mental. Mas teste principalmente os limites de sua capacidade de perseverar! Seu poder de superação está muito além de seus músculos, bens e recursos financeiros. Sua maior superação dar-se-á quando acreditar que você realmente é capaz!

Pense nisso!

Fonte: rh.com.br

sábado, 9 de julho de 2011

OS ATORES DO COACHING

Assim com no teatro, na qualidade ou na vida o Coaching também tem atores: o Coach, profissional treinado e preparado para conduzir o processo, e o Coachee, cliente, pessoa que busca, com a ajuda do Coach, atingir determinado resultado em sua vida. Este é o ator principal do processo, enquanto que o Coach é o ator coadjuvante.

A primeira etapa se inicia com uma entrevista entre Coach e Coachee para se esclarecer o papel de cada um durante o processo. Isto é feito para que o Coach possa fazer o Coaching Education, que significa explicar tudo sobre o processo ao Coachee. Essa etapa é importante, pois é nela que se estabelece a relação de confiança que se aprimora ao longo do processo. Vale lembrar que a primeira reunião com o Coaching costuma ser gratuita. Esse é o momento para que um conheça o outro.

Acertadas as bases o Coach e o Coachee eles assinam um contrato, um documento formal e inicia-se o trabalho.

Normalmente se começa um assessment, um levantamento de como o Coachee se sente e o que ele quer melhorar em sua vida. Para isso usamos algumas ferramentas que facilitam o processo dando ao Coachee o conforto e a confiança necessários para expor suas questões de forma segura e protegida.

Nesta etapa se desenvolve no Coachee a responsabilidade pelo seu objetivo, ou seja, somente ele, pode ser responsável por sua vida e por seus objetivos.

Uma vez definido o objetivo a ser trabalhado, há que se manter o foco neste objetivo e apoiar o Coachee a entrar em ação. Nessa etapa, que pode levar algumas sessões, o Coachee pode criar empecilhos, isto é, série de fatores comportamentais que o impediam de atingir tal objetivo como, por exemplo: “não tenho tempo”, “eu não consigo”, “não tenho talento” etc.

O trabalho do Coach é ajudar o Coachee a remover as suas barreiras e liberá-lo para entrar em ação em direção ao seu objetivo.

Em cada sessão há uma tarefa a ser realizada e isso ajuda o Coachee a entrar em ação e descobrir, aprendendo que ganha a cada tarefa realizada. Essa é uma etapa muito rica, pois é daí que o Coach levanta informações importantes para descobrir qual a melhor forma de ajudar o Coachee a atingir seu resultado. Durante este processo se levanta a melhoria que o Coachee vai aferindo ao longo do processo de forma a encorajá-lo a seguir em frente.

Todas as pessoas têm algo que querem melhorar, todo mundo que está em um ponto A pode querer ir a um ponto B. O trabalho de Coaching é ajudar o Coachee a fazer essa travessia com segurança, confiança e no melhor prazo possível.

Pense sobre isso. Existe alguma coisa que você queira melhorar, um comportamento, uma emoção congelada, uma competência a ser desenvolvida? Se houver, pense em contratar um Coach. Tenha certeza que ele  pode ajudar você a se tornar mais confiante e competente na busca de seus objetivos.

Fonte: Adaptado do artigo Como Funciona o Processo de Coaching (gradualinvestimentos.com.br) pelo Prof. A. Marins - marins@antomarmarins.com.br

domingo, 3 de julho de 2011

QUEM AMA, CUIDA!

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. (Antoine de Saint-Exupéry)

É sabido que todo cuidado predispõe de afeto, apreço e principalmente do querer. É essa vontade que se torna sede insaciável e que impulsiona o agir em prol da mudança necessária para que se consuma de fato o cuidado.
Interessante notar que somente sabemos cuidar do outro e/ou da empresa em que atuamos, se aprendermos a cuidar primeiro de nós mesmos.
Torna-se necessário repensar o cuidado que cada colaborador tem e/ou deveria ter para com a sua empresa. É bem verdade que, quando amamos, além de preocuparmos com, cuidamos de, e isto faz toda a diferença dentro da empresa em que atuamos.
É preciso que fiquemos "antenados" com relação às relações interpessoais; ter respeito e afeto pelo colega de profissão é fator indispensável para que consigamos um ambiente onde prevaleça a harmonia entre os participantes e como consequência a conquista e o alcance da tão esperada produtividade, eficiência e eficácia.
O cuidado e o zelo pela empresa por onde você atua denota amor, carinho e significado, e isto faz todo um diferencial, uma vez que o resultado advém do cuidado. Criar e implementar essa cultura dentro da empresa torna-se imprescindível.
A parceria e a cumplicidade são dois grandes pilares que dão sustentação ao cuidado, e estas variáveis, quando entrelaçadas, produzem um só resultado: sucesso, sucesso e sucesso, já que quando se tem parceria e cumplicidade, existe dedicação, paixão, amor, zelo, cuidado, responsabilidade, comprometimento e envolvimento no que se propõe a fazer.
Sabendo-se que o mercado, neste terceiro milênio, encontra-se cada vez mais exigente, torna-se de suma importância repensar nossos valores, comportamentos e atitudes, diante de tudo, diante de todos, uma vez que os mesmos é que definirão nossa sobrevivência no mercado. Na era em que vivemos, além do conhecimento técnico e talento, valorizam-se muito as habilidades e as atitudes dos profissionais.
Importante salientar que, em meio a este processo, fazer o marketing interno da empresa é essencial, pois, através deste, todos os envolvidos terão conhecimento da missão e visão organizacional, anseios e necessidades da empresa, e a partir daí, poderão somar forças, talentos, habilidades e conhecimentos, se interagindo, se inter-relacionando e se integrando, em prol dos resultados desejados.
Neste contexto, é importante ressaltar que, quando amamos o que fazemos, além de sentirmos imensa responsabilidade em cuidar e zelar pelo que nos propusemos a fazer lutamos pela melhoria contínua, sobrevivência e ascensão da empresa em que estamos inseridos; portanto, querer cuidar, torna-se fundamental.
Assim sendo, quando se cuida da empresa, além das atribuições serem desenvolvidas de forma exímia, agrega-se valor ao que se faz, e por conseqüência, conquista-se maior "fatia" do mercado, permitindo assim que a empresa, em meio a tanta competitividade, se solidifique.
Uma empresa que zela pelo cuidado, conduz o colaborador a atender às reais necessidades e expectativas da mesma, tendo como base os valores e princípios a serem zelados e disseminados; por conseguinte, isso leva a uma maior produtividade e melhor tomada de decisão, uma vez que está imbricado em todo o processo organizacional.
Nessa mesma linha de discussão percebe-se que, implantado essa cultura, a empresa só tende a ganhar, pois criará um ambiente de trabalho diferenciado. É esse ambiente que irá propiciar os colaboradores a terem harmonia e a atuarem com motivação, preocupando-se muito quanto aos seus comportamentos e atitudes, zelando sempre pela confiança, transparência, honestidade, ética, sinceridade, companheirismo, cumplicidade, amor, comprometimento e envolvimento, que somados com talentos, habilidades e conhecimentos, levarão a empresa a liderar o ranking no que tange ao seu segmento no mercado.
Nota-se que a empresa que cuida, zela pelo colaborador, importando-se com suas necessidades e expectativas. Com essa diretriz ela investe, valoriza, capacita e cuida para manter os seus pilares, pois os reconhece como sendo seu maior ativo intangível, que além de contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa, contribui para sua ascensão e permanência no mercado; assim, valoriza os seus talentos, evitando-se desta forma a migração de seus grandes profissionais para outras empresas após tanto investimento.
Definir a política, bem como a cultura organizacional, tendo a preocupação de cuidar bem das pessoas, constitui uma das atribuições do Departamento de Recursos Humanos que, através de sua competência, irá assessorar os demais departamentos, desempenhando de forma exímia assessoria, conduzindo assim a empresa ao desenvolvimento e crescimento.
Finalmente, é necessário conscientizar-se que a empresa é composta por pessoas, e são elas seu precioso patrimônio; portanto, cuidar das pessoas que fazem parte da empresa é mais do que uma obrigação, pois, quando se cuida, tem-se colaboradores satisfeitos, maior produtividade, maior qualidade, maior criatividade, maior envolvimento e comprometimento, o que gerará o rebento denominado sucesso.
Ainda é prudente acrescentar que os colaboradores devem atender às reais expectativas e necessidades da empresa, pois não existe espaço no mercado para o funcionário ser mais ou menos; então, é preciso conscientizar-se que em meio a tanta competitividade o colaborador deve fazer seu diferencial na empresa onde atua, pois, se não executar suas atribuições de maneira exímia, poderá ser esmagado pelo mercado em um curto período de tempo, sofrendo na pele todas as consequências possíveis.
Autora: Marizete Furbino - Pedagoga e Administradora. Especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças. É Consultora e Professora Universitária no Vale do Aço/MG - marizetefurbino@yahoo.com.br
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