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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O FIM E O COMEÇO


Como era de se esperar, não teve fim de mundo. Mas 2012 não foi um ano qualquer. Muitas pessoas a minha volta sentiram algo parecido com o que senti: que este foi um ano de intensidade única, com uma energia capaz de encerrar etapas. Um ano de despedidas, algumas concretas, outras mais sutis.

Houve quem tenha terminado casos mal resolvidos, quem tenha se conscientizado de um problema que não queria ver, quem se deu conta da fragilidade de uma situação, quem tenha aceitado um desafio que exigiu coragem, quem tenha enfrentado uma situação transformadora, quem tenha se jogado num estilo de vida diferente. Olho para os lados e vejo que 2012 não passou em branco para quase ninguém. Pelo menos não para mim, nem para pessoas próximas.

Meu microcosmo não revela o universo inteiro, lógico. Você talvez não tenha percebido nada de incomum no ano que passou, mas ainda assim seria interessante promover um fim categórico, encerrar o ano colocando uma pedra em algo que não lhe convém mais. Geralmente chegamos ao final de dezembro focados apenas no recomeço, na renovação, nos planos, sem nos darmos conta de que, para que nossas resoluções sejam cumpridas mais adiante, não basta pular sete ondas, comer lentilhas e outras mandingas. É preciso que haja, sim, o fim do mundo. O fim de um mundo seu, particular.

Qual o mundo que você precisa exterminar da sua vida?

Sugestão: o mundo do bullying cibernético. Ninguém é autêntico por esculhambar o trabalho dos outros, sendo agressivo e mal-educado só porque tem a seu favor o anonimato na internet. Perder horas na frente do computador demonstra sua total incapacidade de convívio. Bum! Fim desse mundo estreito.

O mundo da prepotência, aquele que faz você pensar que todos lhe estenderão um tapete vermelho sem você precisar dar nada em troca. Qualquer um pode ser profético quanto a seu futuro: passará o resto da vida achando que ninguém lhe dá o devido valor, isolado em sua torre de marfim.

O mundo obcecado do amor doentio, aquele amor que só persiste pelo medo da solidão, e que de frustração em frustração vai minando sua possibilidade de ser feliz de outro modo.

O mundo das coisas sem importância. Quanta dedicação ao sobrenome do fulano, à conta bancária do sicrano, à vida amorosa da beltrana, o quanto ela pagou, o quanto ele deveu, quem reatou. Por cinco minutos, vá lá. Os neurônios precisam descansar. Mas esse trelelé o dia inteiro, socorro.

O mundo do imobilismo. Do aguardar sem se mover. Da espera passiva pelo momento certo que nunca chega.

2012 prenunciou um cataclismo, só que não era global, e sim individual. Impôs que cada um desse um fim à vida como era antes e que promovesse uma mudança interna, profunda e renovadora. Feito?

Então que venha um 2013 do outro mundo para todos nós.

Martha Medeiros – Jornalista e escritora brasileira. É colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro. O texto “O Fim e o Começo” foi publicado hoje no jornal Zero Hora.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

APLICANDO 5S NA VIDA PESSOAL


"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar, que daqui para diante vai ser diferente." (Carlos Drummond de Andrade)

Agora que você já fez a famosa contagem regressiva, bebeu champanhe, cumprimentou amigos e familiares, fez ótimas refeições e dormiu bastante, bem-vindo de volta ao cotidiano.

Para algumas pessoas, não passou de um dia como outro qualquer, uma passeadinha a mais do ponteiro nos relógios, exceção feita a uma mesa mais farta e ao final de semana prolongado.

Todavia, prefiro pensar como Drummond, aproveitando a magia do momento para refletir, sobre os últimos doze meses; repensar, sobre os objetivos e metas traçadas; e recomeçar, a luta e a caminhada.

Em Administração, utilizamos um expediente importado lá do Oriente, mais precisamente do Japão pós-guerra, chamado de “5 S”. Este nome provém de cinco palavras japonesas iniciadas pela letra S: Seiri, Seiton,Seisou, Seiketsu e Shitsuke.

Os cinco sensos constituem um sistema fundamental para harmonizar as interfaces entre os subsistemas produtivo-pessoal-comportamental, norteando-se na base para o trabalho de uma rotina diária.

Praticar os 5S significa:
  • Seiri (senso de utilização): separar as coisas necessárias das desnecessárias;
  • Seiton (senso de organização): ordenar e identificar as coisas, facilitando encontrá-las quando desejado;
  • Seisou (senso de zelo): criar e manter um ambiente físico agradável;
  • Seiketsu (senso de higiene): cuidar da saúde física, mental e emocional de forma preventiva;
  • Shitsuke (senso de disciplina): manter os resultados obtidos através da repetição e da prática.

A aplicação dos 5S numa empresa deve ser efetuada com critérios, inclusive com supervisão técnica dependendo do porte da empresa. Mas meu convite, neste instante, é para você praticar os 5S em sua vida pessoal.

Assim, que tal aproveitar estes primeiros dias do ano para fazer esta pequena revolução pessoal?

Aplique Seiri em sua casa e em seu escritório. Nos armários, nas gavetas, nas escrivaninhas. Tenha o senso de utilização presente em sua mente. Se lhe ocorrer a frase: “Acho que um dia vou precisar disto...”, descarte o objeto em questão. Você não o utilizará. Pode ser uma roupa que você ganhou de presente ou comprou por impulso e nunca vestiu, por não lhe agradar o suficiente, mas que poderá acalentar o frio de uma pessoa carente. Podem ser livros antigos, hoje hospedeiros do pó, que poderão contribuir com a educação de uma criança ou um jovem universitário. Seja realmente seletivo. Elimine papéis que apenas ocupam espaço em seus arquivos, incluindo revistas e jornais que você “acha” estar colecionando. Organize sua geladeira e sua despensa – você ficará impressionado com o número de itens com prazo de validade expirado.

Na próxima fase, passe ao Seiton. Separe itens por categorias, enumerando-os e etiquetando-os se adequado for. Agrupe suas roupas obedecendo a um critério pertinente a você, como por exemplo, dividir vestimentas para uso no lar, daquelas destinadas para trabalhar, de outras utilizadas para sair a lazer. Organize seus livros por gênero (romance, ficção, técnico, etc.) e em ordem de relevância e interesse na leitura. Separe seus documentos pessoais e profissionais em pastas suspensas, uma para cada assunto (água, luz, telefone...).  Estes procedimentos lhe revelarão o que você tem e, principalmente, atuarão como “economizadores de tempo” uma vez que sua vida será facilitada quando da busca por um objeto ou informação.

Com o Seisou, você estará promovendo a harmonia em seu ambiente. Mais do que a limpeza, talvez seja o momento para efetuar pequenas mudanças de layout: alterar a posição de alguns móveis, colocar um xaxim na parede, melhorar a iluminação.

Agora, basta aplicar os últimos dois sensos já mencionados acima, o Seiketsu, que corresponde aos cuidados com seu corpo (sono reparador, alimentação balanceada e exercícios físicos), sua mente (equilíbrio entre trabalho, família e lazer) e seu espírito (cultive a fé) e o Shitsuke, tão simples quanto fundamental, e que significa controlar e manter as conquistas realizadas.

Faça isso e eu desafio você a ter pela frente doze longos e prósperos meses!

Autor:Tom Coelho, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP, é empresário, consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting e Diretor Estadual do NJE/Ciesp.Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.

sábado, 15 de dezembro de 2012

UMA FORMA DE GANHAR DINHEIRO QUE VOCÊ NÃO PODE IGNORAR


Aqueles que possuem experiência em algum assunto, seja contabilidade empresarial, finanças pessoais ou outro, podem ter a consultoria online como um Ás na mão, uma forma de ganhar dinheiro que não pode ser menosprezada.

Consideremos, por exemplo, uma pessoa experiente em desenvolvimento de sistemas. Essa pessoa pode exercer tal atividade para várias pessoas ou empresas, construindo desde pequenos sites a grandes sistemas corporativos. Entretanto, enquanto essa pessoa prestar somente consultoria presencial ela apresentará uma grande limitação: ela somente poderá alcançar usuários da região em que mora ou trabalha.

Entretanto, se ele transpuser tal habilidade para o meio virtual, isto é, para a Internet, passando a trabalhar online, ele poderá alcançar usuários de outros lugares, até mesmo de outras nacionalidades - e uma coisa que determina o seu potencial de crescer financeira é com certeza o seu potencial de expandir-se e atender novos clientes!

Apesar de possuir muitos pontos similares à consultoria presencial para a maioria das atividades, a capacidade de mobilidade (isto é, você trabalhar em qualquer lugar) e de alcançar novos usuários (os usuários não precisam estar próximos de você geograficamente) tornam a consultoria online muito mais atraentes atualmente.

Quatro são os fatores importantes e decisivos para o seu sucesso: 
  • Desejo de ser um sucesso;
  • Experiência que possui no ramo;
  • Nível de dedicação e excelência na prestação de serviços;
  • Boa gestão administrativa.

Porém, vale lembrar que quando se fala de consultoria web, você não estará mais concorrendo por usuários somente em sua vizinhança, mas sim com os demais profissionais em sua nação ou mesmo do mundo! Entretanto não se engane, um bom trabalho respeitado pelo preço justo sempre irão ajudá-lo a destacar-se e a criar uma base de clientes fiéis.

Autor: Christiano Lima Santos – http://www.clube-do-dinheiro.com

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SUPERANDO A DESESPERANÇA


No jogo da vida, encontramos sucessos e fracassos e nós temos que aprender e continuar tentando e aprendendo. Alguns, no entanto, tomar as contrariedades como desastres desesperadas e entrar em um estado de desespero, em que nada faz sentido.

A vida humana é uma série de altos e baixos, sucessos e fracassos. Às vezes, viver experiências nutritivas e significativas que nos permitem atingir a plenitude e paz, e às vezes o que sentimos é a insatisfação, frustração e arrependimento.

Nós vamos ter mais experiências positivas ou negativas, depende tanto a nós mesmos e as circunstâncias que nos cercam. Há pessoas marcadas por predisposições biológicas que levam a limitações físicas ou mentais. Eventos também sociais e políticas podem afetar o nosso modo de vida, e há fatores psicológicos, tais como eventos traumáticos, subtraímos felicidade. Nestas situações, dependendo da nossa personalidade, podemos lutar para superar obstáculos ou desistir e parar de tentar melhorar a nós mesmos e alcançar as nossas mais caras esperanças. Este estado de desânimo é chamado de desespero.

Desesperança é altamente limitante, pois não se baseia em realidade, mas sobre o que as pessoas pensam que é uma incapacidade de conseguir o que querem. Poderia dizer que é um estado que estão enfraquecidos ou extinta o amor, confiança, alegria, entusiasmo e fé. É um estado de desamparo em que a pessoa é percebida preso, oprimido e indefeso. Nietzsche, um proeminente filósofo, considerou "uma doença da alma."

Desesperança não é decepção ou desespero. Decepção é a percepção de uma expectativa decepcionado, o desespero é a perda de paciência e paz, um estado de ansiedade que leva a olhar o futuro como uma ameaça. Desesperança é uma crença de que não há nada a fazer agora ou nunca. É o abandono de ambição e de risco. É precisamente este sentido absolutista, o que dá o caráter nefasto.

Martin Seligman, um criador de corrente psicológica conhecida como "psicologia positiva", minuciosamente estudado esta questão, e com um excelente colaborador, Steven Maier um bando de cães num experimento em que foram aplicados choques elétricos, imprevisível e incontrolável. Entre suas conclusões, informou que os animais foram impedidos de prever ou controlar o estímulo doloroso, perdeu assim a sua motivação e parecia desanimado, lento e desajeitado para operar e limitado a aprender novos comportamentos.

Na política e estratégias de guerra são utilizados para gerar os dissidentes, a oposição e / ou inimigos, sentimentos de desmoralização, para tomar o poder.

Você pode, no entanto, enfrentar e superar o desespero. Algumas sugestões úteis para isso são:
  • Compreender que a desesperança é um estado psicológico, ou seja, mental e emocional, em vez de uma realidade.
  • Assumir que tudo passa e cada dia é novo e cheio de possibilidades e potenciais para a realização. Hoje não é ontem.
  • Procure maneiras criativas para resolver a situação em causa, ou chateado.
  • Apoie-se em amigos e pessoas que possuem os recursos que você não possui.
  • Olhe para a situação de forma diferente. Busque o lado positivo.
  • Aceite os fatos sem fugir ou negá-los. Realismo fornece uma visão geral.
  • Lembre-se outras vezes, quando parecia não haver saída e encontrou.
  • Aceitar com humildade, que ele não pode mudar.
  • Concentre-se na solução e não o problema.
  • Olhem em sua experiência, pensamentos e comportamentos que têm servido para superar situações semelhantes.
  • Segmento de ação. Definir uma estratégia e dar um passo de cada vez.
  • Não sofrer em silêncio. Procure ajuda se você acha que a situação ultrapassou o seu limite.

A coisa mais importante aqui é entender que a grande maioria do tempo estamos sofrendo, a causa não é tanto os eventos, mas os modos de interpretação que assumimos. Suas emoções não vêm de lá, "fora", são em sua mente e pode ser modificado ou removido de lá, se você mudar seus pensamentos. Tente, tente outra vez, tente outra maneira e outro tempo. E se nada funciona, aceitar e seguir em frente.

Pense nisto!

Dr. Renny Yagosesky -  PHD em Psicologia Cognitiva,  MSc. em Ciências Comportamentais, Bacharel em Comunicação Social e Palestrante e escritor.  Ele é um grande líder do movimento de auto-ajuda, na Venezuela, e um especialista no assunto de Psicologia Aplicada – drrenny@laexcelencia.com

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

QUALIDADE NO COMÉRCIO


A qualidade no comércio depende da qualidade do produto, mas não é o único ponto que devemos dedicar atenção, pois existem diversos tópicos que merecem a atenção dos gestores do segmento de varejo.

É comum, no comércio, transferir o problema da qualidade dos produtos para as indústrias, esquecendo-se que tais mercadorias foram para as lojas por opção delas próprias que efetivaram as transações com os fornecedores de produtos de baixa qualidade intrínseca.

As lojas de um modo geral, e principalmente as de autosserviço, tem no seu layout um ponto importante na qualidade de atendimento, pois quanto mais cômodo for para o cliente se servir, melhor será a satisfação dele em relação ao estabelecimento comercial.

Ambiente limpo e iluminado, com ar condicionado, prateleiras e gôndolas de fácil acesso, programação visual indicativa de produtos e serviços compõem a qualidade para o cliente e já são considerados itens obrigatórios.

Outro ponto importante que alguns gestores esquecem que além desses aspectos tem o desempenho do colaborador que auxilia os clientes durante sua estada na loja, bem como nos caixas, no crediário, na seção de embrulhos, etc.

Mais um ponto negligenciado é na comunicação com o mercado consumidor onde a transparência e ética ficam a desejar, influindo na imagem da organização na mente do consumidor.

O pensamento de Adão de Souza merece muita reflexão, pois a perda de vendas por falta de qualidade no atendimento ao cliente é incalculável com efeito dominó, onde um cliente insatisfeito afeta outro, que mesmo sem experimentar o dissabor de tal atendimento passa o problema para frente derrubando outro “dominó”.

Autor: Adão de Souza – Consultor de Varejo

domingo, 11 de novembro de 2012

QUALIDADE NOS SERVIÇOS PESSOAIS


Uma passagem interessante sobre Serviço Pessoal foi contada pelo Prof. Paulo Guerra. Conta ele que foi a um jantar em um restaurante de um hotel 5 estrelas na cidade do Rio de Janeiro, onde o alto padrão de qualidade deve estar presente.

O restaurante é no terraço do hotel, com uma vista maravilhosa da cidade, da praia, que com sua iluminação fica um cenário lindo e agradável, quer seja um jantar de negócios quer seja jantar romântico.

Fomos muito bem recepcionados pelo maitre que nos encaminhou para uma mesa bem ao lado da janela para desfrutarmos da vista. Atendimento exemplar, pois antes de começar a falar dos serviços perguntou como nós estávamos passando, se tínhamos tido um domingo agradável, fazendo um “quebra gelo” inicial perfeito.

Depois desse “quebra gelo” nos ofereceu o cardápio e nos colocou a vontade para escolhermos nossa refeição. Nesse meio tempo, o cumim serviu-nos com o couvert e a bebida já solicitada ao maitre.

Após algum tempo solicitamos nosso pedido, e ficamos aguardando nossa refeição. Escolhemos salada como entrada, e logo após ser colocada à mesa tivemos que pedir ao garçom pelo azeite e vinagre. Erro imperdoável de atendimento em estabelecimento desse nível, pois saladas sempre devem ser acompanhadas de azeite e vinagre, mesmo que o cliente não deseje se servir de tais iguarias.

Após saborearmos a entrada e colocarmos os talheres no prato indicando que já tínhamos concluído essa etapa, tivemos novamente que chamar o garçom para que ele retirasse os pratos da entrada e providenciasse o prato principal. Não estávamos com pressa em jantar, mas foi outro erro imperdoável de atendimento para um restaurante de um hotel cinco estrelas.

Durante o jantar, nem o cumim, nem o garçom estavam dedicados aos seus respectivos serviços, pois não repararam que as taças de vinho estavam vazias e necessitavam ser repostas. Mais um erro de atendimento, não prestar atenção aos clientes durante o serviço de jantar.

A sobremesa e o encerramento do jantar não tiveram nenhum ponto negligenciado por parte da equipe do restaurante.

Foram pequenos deslizes quase imperceptíveis, mas que para um restaurante de um hotel 5 estrelas não podem ser admitidos sobre nenhum pretexto, mesmo que todas as mesas estivessem ocupadas, pois teriam que ter pessoal suficiente para a prestação dos serviços oferecidos com o padrão de qualidade de um restaurante desse porte.

“O preço a gente esquece a qualidade permanece” (Barrie Hopson & Mike Scally apud Almeida 2005); não me lembro quanto foi a conta do jantar, mas guardo cada detalhe do atendimento, dos bons momentos e principalmente dos maus momentos onde a negligência esteve presente.

Queremos finalizar esse tópico de Qualidade nos Serviços Pessoais com uma história recebida pela internet, cuja autoria desconhecemos, mas que retrata muito bem qualidade do profissional.

O CÃO

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu: – "Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?"

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 reais.

Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.

Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

Mais uma vez o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.

Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a brigar com o cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:

– "Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!"

A pessoa respondeu:

– "Um gênio? Esta já é a terceira vez nesta semana que ele esquece a chave!!!"

Moral da História: Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado, por isso analise como seus clientes desejam ser atendidos e faça um atendimento personalizado que encante.

Pense nisto!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E O DOMÍNIO DO STRESS.


Quando se fala em Administração do tempo a primeira pergunta que nos vem a mente é por que Administrar o Tempo?

Antes de fazermos considerações do porque da administração do tempo vamos analisar alguns mitos acerca do assunto.

O primeiro grande mito é que quem administra o tempo torna-se escravo do relógio, mas a verdade é bem o contrário. Quem administra o tempo coloca-o sob controle, torna-se senhor do tempo e quem não o administra é por ele dominado, pois acaba fazendo as coisas ao sabor das pressões do momento, não na ordem e no momento em que desejaria.

O dia a dia do gestor é composto por inúmeras atividades que têm que ser desenvolvidas de modo que os processos da organização não sofram solução de continuidade, portanto, para poder administra bem o tempo tem que ter foco no que é prioritário. Analise as opções abaixo relacionadas e numere em que ordem o gestor deve ter foco na execução, determinando o tempo a ser despendido para sua execução diária:

(    ) Atividades Urgentes desagradáveis
(    ) Atividades Urgentes agradáveis
(    ) Atividades Importantes desagradáveis
(    ) Atividades Importantes agradáveis
(    ) Atividades Não Importantes desagradáveis
(    ) Atividades Não Importantes agradáveis.

Provavelmente a ordem sua seguiu a ordem da apresentada no artigo, o que significa que a administração do tempo não está sendo executada, pois as atividades urgentes existem quando as atividades importantes não são executadas no devido tempo aliado ao consumidor de tempo de tarefas não importantes que deveriam ser delegadas aos seus colaboradores.

Além disso, temo que observar que não podemos executar 100% do programado em 100% das vezes, pois o inesperado irá acontecer fazendo com que você não cumpra sua agenda, mas isso não deve ser desculpa para não programar e administrar o seu tempo.
É necessário planejar, sem dúvida. Mas é preciso ser flexível, saber fazer as devidas correções de curso. Se você está realizando algum trabalho de criação e está  iluminado, inspirado, produzindo bem, não há razão para parar, simplesmente porque o tempo alocado àquela tarefa já expirou. A próxima tarefa que vem a seguir em seu planejamento pode ser reprogramada, desde que não traga problemas para as operações da organização e para seu departamento. Administrar o tempo é fazer o que você considera importante e prioritário, é ser senhor do próprio tempo, não é programá-lo nos mínimos detalhes e depois se tornar escravo dele.

Quem administra o tempo reduz o stress causado pelo mau uso do tempo. Quando se fala de mau uso pressupõe-se que o tempo do executivo está relacionado a objetivos.
Se o executivo não tem nenhum objetivo, seja profissional, seja pessoal, então provavelmente vai deixar o tempo fluir despreocupadamente como as águas do rio “correndo” para o mar, e nesse caso não há como avaliar o uso do tempo, pois ele simplesmente fluiu. Numa situação como essa, provavelmente, o gestor não vai ter stress.

É sempre bom lembrar que, da mesma forma que o mau uso do tempo causa stress, o bom uso do tempo normalmente traz satisfação, sentido de realização e felicidade.
O segundo mito muito conhecido é que o colaborador só produz mesmo, ou então só trabalha melhor, sob pressão. Esse é um mito criado para racionalizar a preguiça, a indecisão, a tendência à procrastinação. Não há  nenhuma evidência que o justifique, até porque os gestores que assim agem poucas vezes tentam trabalhar sem pressão para conquistar melhores resultados - sobre si mesmos e sobre os que os circundam. A evidência, na verdade, justificam o contrário daquilo que expressa o mito. Por exemplo podemos citar o contexto escolar onde quem estuda ao longo do ano, com calma e sem pressões, sai-se, geralmente, muito melhor do que quem deixa para estudar nas vésperas das provas e, por isso, vê-se obrigado a passar noites em claro para fazer aquilo que deveria vir fazendo durante o tempo todo. Nada nos permite concluir que o que vale no contexto escolar, a esse respeito, não valha em outros contextos.

O terceiro mito é que administrar o tempo é algo que se aplica apenas à vida profissional. Isso não é verdade. A administração do tempo é importante tanto na vida profissional quanto na pessoal, e interfere uma na outra, afetando a qualidade de vida.

O quarto mito é que ter tempo é questão de querer ter tempo. Você certamente já  ouviu muita gente dizer isso. Entretanto temos a limitação de horas disponíveis no dia, vinte e quatro horas, sem um segundo a mais ou a menos. Usamos o tempo de acordo com nossas necessidades, preferências e desejos. O meio para “multiplicarmos” o tempo é a Administração do Tempo.

Pense nisto!

Autores: Prof. Paulo Corrêa – Professor, Consultor de Empresa, Treinador de Soluções Customizadas e Autor de diversos livros. - http://pdcconsultoriaempresarial.negociol.com/
Prof. A.Marins – Professor, Consultor de Gestão de Melhorias de Negócios, Treinador de Outdoor Training e autor de diversos livros. - http://marinsmolmar.wix.com/profantomarmarins#!home/mainPage

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A BÍBLIA E O CLIMA ORGANIZACIONAL


Solicitados, numa de nossas palestras, a sugerir a leitura de um livro especial na abordagem de conceitos e práticas sobre clima organizacional, indicamos a Bíblia – o que causou certa estranheza – pela equivocada percepção da abrangência, e da profundidade, desse best-seller – um legitimo manual de qualidade da vida. Missão, visão, valores, princípios, normas de procedimento e metas, elementos que ganharam status organizacional no século XX, constam nas Escrituras de forma explícita.

Uma das primeiras referências encontra-se na construção da Arca de Noé. A ordem de serviço veio com todas as especificações técnicas: “Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora. Deste modo a farás de trezentos côvados será o comprimento, de cinquenta, a largura; e a altura, de trinta. Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um em baixo, em segundo e um terceiro” (Gênesis 6: 14 a 16).

Hoje, produtos e serviços são desenvolvidos obedecendo normas técnicas internacionais, cujos certificados são verdadeiros passaportes para a inserção das empresas nos negócios globalizados. Entre as habilidades gerenciais de Noé destaca-se a sua capacidade de planejamento organizacional, disciplina tática no cumprimento do cronograma, “ouvido de mercador” frente às provocações dos incrédulos de plantão e a aguçada percepção no aproveitamento das características individuais de cada um de seus colaboradores. Formou uma equipe, motivou-a, alocou recursos, estabeleceu processos operacionais, distribuiu tarefas, informou o prazo e gerenciou o andamento do projeto. Noé não foi apóstolo da burocracia.

Outro personagem histórico da Bíblia é José do Egito – administrador admirável (Gênesis 41: 37 a 45) que pode ser comparado com o CEO (Chief Executive Officer) Presidente Executivo de hoje. Notabilizou-se, principalmente, pela administração do país nos períodos “das sete vacas gordas e das sete vacas magras” – interpretada como anos de fartura e de escassez. Em termos de relacionamento interpessoal, a vida de José é uma das mais comoventes e atraentes da história.

As vagarosas e silenciosas passadas de Moisés pelo deserto o colocaram, também, na galeria dos protagonistas que agregam valores à gestão de recursos humanos. Dentre os seus desafios destaca-se a complexidade no atendimento das necessidades dos milhares de judeus que liderava à caminho da Terra Prometida. A solução do problema partiu de seu sogro, Jetro, quando lhe disse: “E tu, dentre todo povo, procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinquenta e maiorais de dez; para que julguem este povo em todo tempo, e seja que todo negócio pequeno eles o julguem: assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo” (Êxodo, 18: 13 a 26).

Nascia, assim, uma metodologia de descentralização do poder – o “calcanhar de Aquiles” das atividades humanas. Reagimos como democratas, mas agimos como autocratas. Esta é a mais devastadora das causas de desmotivação de funcionários e do desaparecimento prematuro de promissoras lideranças. O clima organizacional das empresas depende, essencialmente, de uma política estratégica que consolide a seguinte prática: dar oportunidades (iguais) para que os funcionários possam revelar e/ou desenvolver o seu potencial. Questionar as ideias, não as pessoas é a mais eficaz das estratégias para manter a indispensável “oxigenação” do processo gerencial.

Pense nisto!

Autor: Faustino Vicente – Consultor de empresas e de órgãos públicos, professor e advogado – faustino.vicente@uol.com.br

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O PODER DAS 15 TROCAS


Para ter mais sucesso como empreendedor comece agora a fazer essas trocas.

Você, como empreendedor, está tendo dificuldades em faturar mais? Acha que está vendendo o almoço para comprar o jantar? É daqueles que dizem: “Se eu comprar um circo, o anão cresce?” Ora, pare de reclamar. Sucesso empreendedor é muito fácil. É apenas uma questão de fazer trocas.

1.    Troque o foco no cliente pelo foco do cliente

É o começo do sucesso financeiro. Para ter mais resultados como empreendedor, o importante não são mais as necessidades e desejos do cliente, mas o próprio cliente. Ele é maior que suas decisões racionais e suas compras emocionais. Ele não é uma parte do seu negócio. Ele é todo o seu negócio. O foco no cliente continua sendo o seu foco. O foco do cliente é o foco dele. É preciso ouvir mais que necessidades e desejos dele. Os empreendedores campeões ouvem aversões, objeções, reclamações, ansiedades e inquietações. Isto é o mesmo que dizer: Troque a venda pela compra. Não vá ao seu cliente para vender. Vá para comprar. Para comprar seus mais profundos pensamentos e sentimentos e transformá-los em produtos e serviços sedutores.

2.    Troque o de dentro pelo de fora

Não entendeu? É simples: transforme toda sua empresa num negócio e todo este negócio num campo de batalha pela preferência do cliente. Lembre-se do velho conselho do sempre novo Peter Drucker: dentro da organização só existem custos e expectativas. O lucro está lá fora. O empreendedor burocrata (visão de dentro) sempre será esmagado pelo empreendedor mercadocrata (visão de fora).

3.    Troque os ricaços pelas “eguinhas pocotós”

Não é ofensa. É constatação. O Abílio Diniz é um bom pagador. O Antonio Ermírio é um bom pagador. O Sílvio Santos é um bom pagador. Mas o povão pobretão lá do bairro Esculhamba a Cueca também é. Vender para pobre está dando mais resultado do que vender para quem está “desclassificado”, isto é, não sabe de que classe é. Lembre-se de que o pobre carrega, o rico paga para carregar e o Zé Classe Média tem vergonha de carregar e não tem dinheiro para pagar. Empreendedores que descobriram os pobres ficaram ricos.

4.    Troque a sobrevivência pela expansão

Uma empresa não existe para a sobrevivência e, sim, para a expansão, pois crescer é você aumentar sua parte no bolo da disputa. Se você quer crescer 2% em dois anos, vai tirar estes números de onde? De suas entranhas? Claro, de seus concorrentes. Porém, você poderá pensar: “Mas quem disse que eu quero crescer?” Ora, se você não quer, o seu concorrente quer e ele vai tirar espaços de você. Crescer é a única saída, seja para os lados, para frente ou para cima. Então, no mundo dos negócios, não existe sobrevivência e sim expansão. Sobrevivência é morte. Crescimento é vida.

5.    Troque seus anúncios em mídias massificadas por anúncios em mídias seletivas

Se você é um pequeno empreendedor, tudo bem que seu cliente assiste à TV Globo. Mas como você não tem dinheiro para surpreendê-lo lá na telinha “plin plin”, então, convença seu cliente com ótimas peças promocionais em mala-direta ou com um texto eficaz de telemarketing. Troque os ataques tiros-de-míssel-para-matar-minhocas pela força direcionada das mensagens de respostas diretas.

6.    Troque seus “subordinados” por colaboradores-parcerios-associados

Em outras palavras: transforme seus funcionários em fãs e seus operários em adeptos. Faça com que seus vendedores comprometidos se tornem clientes; e com que clientes encantados se tornem vendedores que contem para todo mundo que você existe e é excelente.

7.    Troque seus executivos-gerentes por executivos-líderes

É importante “gerir” e “gerar” saídas criativas para seu negócio e, para isso, troque sua equipe de ação fraca por agentes de reação forte e líderes da mudança. É a única saída.

8.    Troque especialistas quadrados por generalistas múltiplos, mas sem perder o foco principal

O especialista fanático só enxerga o que há em seu mundinho. E é triste saber que, de repente, pode acontecer uma terceira guerra mundial e alguns de seus profissionais fanáticos só sabem mexer com relatórios, tabelas e cálculos.

9.    Troque seu enfoque de curto prazo por um de longo prazo

Faça exercícios de futurologia para “prever” possíveis reações de futuro em seu negócio. Liste os possíveis hábitos futuros de seus clientes. Pergunte sempre: “Como será meu negócio daqui a cinco, 10 anos?” Não é melhor pensar assim do que ficar apenas corrompido pelo curto prazo? Ou fazer o trimestre próximo ser melhor que o anterior?

10. Troque o ganho de preço pelo ganho de giro

Uma regra esquecida: em tempos turbulentos, é melhor você ganhar no giro do que no preço alto de uma unidade. Todo mundo sabe isso. Mas, por que, então, muitos ainda insistem pelo lado errado?

11. Troque ameaças por oportunidades de ouro

Seja um profissional de oportunidades, não um oportunista. Para isso, desconvencionalize e abra a sua mente para o futuro. A gigante do passado Wester Union recusou uma nova invenção da Bell que “falava” - o telefone - por julgá-la “sem sentido” (que pena, hem?). Alguns donos de “armazéns da esquina” riram quando surgiram os supermercados. Eles diziam que o cliente queria mesmo é ser atendido pelo dono da loja. Esteja atento: ou você aproveita ou cria suas oportunidades, ou fala da crise e se desespera na história. Sem fazer história.

12. Troque a incerteza pelo planejamento

Se é verdade que não seria necessária a estratégia se não existissem concorrentes, também é verdade que ninguém precisaria de planejamento se não houvesse a incerteza. Liste suas incertezas e depois antecipe as ações e soluções com planejamento. Mas, por favor: cuidado para não ter em mãos uma incerteza bem planejada.

13. Troque a dúvida pelo autoconhecimento

Está em dúvida? Não sabe o que fazer com ela? Que tal trocá-la pelo questionamento que gera conhecimento? A primeira coisa a fazer é dividir a dúvida em duas partes pelo menos. Exemplo: Eu estoco ou vendo? Fabrico ou represento? Especializo ou diversifico? Segmento ou globalizo? Trabalho com um só produto ou vários? Invisto no lucro imediato ou no crescimento a longo prazo? Centralizo ou descentralizo? Arrumo um sócio ou agüento a barra sozinho? Devo ser grande num lugar só ou pequeno em vários? Permaneço nesta empresa ou monto um negócio próprio? A seguir, mergulhe nas perguntas que desentocam respostas: Tenho gosto pelo risco a ponto de assumir a coragem empreendedora? Ora, se tenho espírito empreendedor, mas não quero abrir mão da segurança do emprego, que tal eu me tornar um empreendedor interno? Vencedores quando estão em dúvida sabem que é do autoconhecimento que nasce a autoconfiança.

14. Troque de ramo ou troque de rumo

Faça o teste decisivo. Se não der para mudar de ramo, mude de rumo. Faça diferente, vá por outros caminhos, tente um avanço inovador e ataque por outros flancos. Mas, se depois de fazer tudo certo, a coisa continuar na mesma, então, mude de ramo.

15. Por fim troque o negativo pelo positivo

Para vencer, você precisa reforçar o positivo que há em você para que o negativo morra de morte natural. Então, comece agora a fazer trocas. Troque o desânimo pela iniciativa. Troque a reclamação pela ação. Troque a indecisão pela convicção. Troque o temor pelo amor. Troque a vergonha pela coragem. Troque o fanatismo pelo equilíbrio. Troque o medo de vencer pela fé em Deus.

É claro que há outras trocas na vida empresarial e não apenas essas 15! Muitas vezes você terá que trocar suas horas com a família pelas engolidas de sapos do mundo dos negócios. Mas acredite: se fizer, agora, essas 15 ações essenciais, a vida lhe dará a melhor das trocas que é a do fracasso pelo sucesso, a do prejuízo pelo lucro e da ansiedade pela paz. Amém.

Autor: Maurício Góis é palestrante e consultor nas áreas de motivação e desempenho de alta performance - contato@mauriciogois.com.br - www.mauriciogois.com.br

sábado, 29 de setembro de 2012

DESAFIANDO O "POSSÍVEL"


Geralmente temos uma visão muito particular do que é possível ,visto que nos últimos 10 com o advento ,da Internet,do uso de novas tecnologias (E-mails, Customer Relationship Management, Enterprise Resource Package , Business Intelligence ) e da globalização toda a realidade mudou e os limites de antes foram alterados,expandidos ou eliminados.

A única constante é a mudança e a sociedade está num ritmo de mudança cada vez mais dinâmico, diversas variáveis se alteram tão rapidamente que por vezes não acompanhamos ou entendemos como elas se relacionam criando uma nova realidade.

Nós temos mapas mentais ou se preferir "roteiros" que se formaram ao longo de nossa vida e nos ajudam a interpretar a realidade ao nosso redor.

Por exemplo, agora ao ler este artigo, você está lendo palavra a palavra numa ordem seqüencial , da forma que você aprendeu , ao posso que uma outra pessoa que tenha um mapa mental diferente pode ler / ver o texto como uma fotografia de uma só vez utilizando técnicas de leitura dinâmica.

Entretanto estes mapas mentais são formados pos experiências do passado e se não fizermos uma nova leitura cuidadosa da realidade que nos cerca ,tentando interpretar os paradigmas que mudaram atualizando nossos mapas mentais para a nova realidade, podemos estar reagindo a novas questões ou possibilidades com antigas respostas.

Toda mudança traz consigo uma gama de novas oportunidades, e em tempos de mudanças as pessoas melhor preparadas ou aptas a entender o que mudou e reagir em tempo hábil tem uma vantagem competitiva sobre os demais. Existem três tipos de pessoas : As que fazem acontecer, as que vêem acontecer e as que não sabem o que está acontecendo.

Imagine que com a nova realidade a qual estamos vivendo, ninguém tem 20 anos de experiência em Internet, Comércio Eletrônico ou Eco Turismo no Brasil. Novas áreas de trabalho e fronteiras estão se abrindo e portanto use isto como uma oportunidade a ser explorada, visualizando em qual área de atuação você se sai melhor e depois pesquisando as mudanças ocorridas nesta área e quais os conhecimentos que você tem que adquirir para se tornar apto a enfrentar os novos desafios.

Abaixo você pode encontrar algumas dicas de como rever e atualizar sua percepção da realidade que o cerca e atualizar seu mapa mental:

1.    FOCO : Mais do que nunca a realidade é por vezes virtual e pessoal, não cometa o erro de generalizar demais os problemas ou soluções, encontre o foco correto para seu questionamento. Lembre-se de ter em mente justamente as variáveis que contam para o seu caso e com base nelas focar na direção dos itens que são importantes para você.

2.    METAS: Com base no foco de sua realidade estabeleça as questões e objetivos que são fundamentais para você, e que podem lhe conduzir a um entendimento das suas novas possibilidades. Então trace um plano para lhe ajudar a rever seus limites e explorar eventuais novas oportunidades.

Estabeleça pequenos passos para realizar suas metas, assim você terá muito mais o que comemorar, ou caso tenha alguma derrota será apenas uma derrota entre muitas pequenas vitórias.

Caso você tenha dúvidas ou não consiga realizar esta tarefa fundamental, peça ajuda a alguém.

"É melhor alguém que veja a floresta e não apenas a árvore."

3.    AÇÃO: Lembre-se qualquer possibilidade ou oportunidade de melhoria sem a devida ação será somente um sonho . A ação é a força que irá lhe permitir quebrar o círculo (vicioso ou virtuoso) e poder tentar algo novo e por vezes obtendo resultados muito acima do que você poderia esperar .

4.    MOTIVAÇÃO: Lembre-se que na grande maratona da vida o mais importante é a ação constante e ininterrupta. E isso somente é possível, quando você encontra motivação para seguir em frente, rumo a próxima etapa. Lembre-se do exemplo da maratonista que mesmo sem forças persistiu motivada até cruzar a linha de chegada em último lugar e desmaiando de exaustão, porém cumprindo a meta pessoal de chegar ao final da corrida

5.    "FEEDBACK": Qualquer ação baseada num plano sempre necessita do devido "feedback" para eventuais correções de curso . E justamente com o feedback podemos determinar:  Se estamos de atingir objetivos que traçamos, e portanto podemos quantificar o esforço correto ou eventual ajuda a serem empregados.  Ou podemos ver as nossas vitórias e sucessos e com isto nos motivar mais ainda.

"Em tempos de mudança, de nada vale saber a resposta se a pergunta já mudou! "

Boa sorte e muito sucesso!

Autor:José Luis Amâncio – economista, com especialização em comércio eletrônico, planejamento empresarial e logística.
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