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domingo, 26 de dezembro de 2010

EM 2011 ATENDA INDIVIDUALIZADO

Um “velho segredo” consiste em dar um caráter de exclusividade ao comprador potencial, o que se consegue pelo encaminhamento do processo de comunicação de forma tal que o comprador não se sinta “alvo de venda”. Pelo contrário, o comprador deve sair do encontro com a sensação de ter tomado uma “decisão de compra”.

O vendedor que trata cada comprador como sendo único exerce um poderoso impacto durante o processo de comunicação, escrevem os professores Semenik & Bamossy.

Uma parte importante da obtenção desse objetivo será o vendedor ouvir a voz do comprador com atenção. A capacidade de ouvir permite ao vendedor dar realmente um tratamento exclusivo ao comprador pelo ato de ouvir verdadeiramente as necessidades e desejos individuais daquele comprador. Com isso, o vendedor pode modelar sua comunicação segundo o desejo específico de informação manifestado pelo comprador, beneficiando-se plenamente uma das principais diferenças da comunicação pessoal em relação à de massa: personalizar a mensagem para cada receptor.

Converse sobre isso com a sua equipe.

Autores:

SILVA, Antomar Marins e – Sonhar é para Estrategistas, Rio de Janeiro, Ciência Moderna – WWW.lcm.com.br/

SEMENIK, Richard J. & BAMOSSY, Gary J. – Princípios de Marketing: Uma Perspectiva Global, São Paulo, Makron Books

domingo, 19 de dezembro de 2010

SEJA MAIS TOLERANTE! SEJA MAIS FLEXÍVEL!

Fique atento para essas virtudes tão necessárias e tão atuais. E tudo isso depende só de você! Por isso, pare já de se queixar das coisas, das pessoas, da situação, do mundo, da sua vida..... Pare de se culpar também, viu? Faça algo a respeito, em respeito a você mesmo, ok?

Descruze os braços! Você pode ajudar sim! E muito! É só começar! Ter consciência do que precisa ser melhorado já é meio caminho andado! Comece por você! Endireite-se! Corrija-se! Expanda a sua consciência para ver a vida, as pessoas, o mundo de um ângulo diferente, mais amplo e mais verdadeiro!

Aprenda a ser mais tolerante, flexível, aberto, amoroso! Pra que ser tão duro, tão exigente, tão crítico, tão rude, tão bravo? Pra que? Abra a sua mente e o seu coração! Vamos, seja mais amoroso com os outros e com a pessoa mais importante do mundo: você!


Procure ver sempre os dois lados das questões. Dê mais chance para os outros! Dê a você mesmo mais chances!


Elimine toda amargura e azedume da vida. E nunca mais dê espaço para a crítica, para a negatividade em toda sua forma! Seja você mesmo, sempre! Sua essência é de amor, de bondade, de ternura..... essas são suas características de fábrica, sabia? Faça a sua parte. Assim você estará ajudando o todo! E isso é bom! Isso faz bem!


Você não está sozinho, viu? Faça o quer precisa ser feito, seguindo a sua intuição, o seu coração.... Deus está escondidinho bem aí dentro de você!

Bom Dia! Bom Divertimento! Fique na Paz!

Fonte: Luis Carlos Mazzini - http://www.bancodoplaneta.com.br/

sábado, 18 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL E ANO NOVO!


A todos que estiveram comigo este ano, desejo que
Papai Noel lhes tragam tudo de bom que vocês pediram e
mais alguma coisa boa que vocês esqueceram.

Um Feliz Natal e Boas Festas!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

CRIANDO VANTAGEM COMPETITIVA

Os clientes acabam sempre optando pelo produto ou serviço que percebem como mais adequado às suas necessidades e expectativas. Colocados no contexto do conceito de marketing, eles estão em busca de uma satisfação que seja maior do que os custos envolvidos. Numa situação de venda pessoal, por exemplo, cabe ao vendedor perceber rapidamente o que significa “melhor” do ponto de vista do comprador.

Diferentes clientes valorizam diferentes atributos – funcionais, emocionais ou de benefícios de uso – de um produto. Ademais, os serviços oferecidos por uma empresa serão sempre ajuizados numa avaliação de satisfação e valor – entrega, instalação, garantia e serviços de assistência técnica, por exemplo.

O vendedor deve identificar o que é valorizado para depois perseguir o objetivo de demonstrar ao comprador que os produtos e serviços da empresa atendem mais plenamente às necessidades e expectativas do cliente do que os produtos e serviços da concorrência. Dessa forma, pode-se criar uma vantagem competitiva à medida que se informa ao comprador quanto os produtos e serviços da empresa são superiores aos da concorrência.

Sua equipe de vendas sabe disso?

domingo, 12 de dezembro de 2010

O CICLO DE VIDA DO SEU PRODUTO

Uma ferramenta gerencial que costuma ser de utilidade para o planejamento estratégico de marketing é o conceito de ciclo de vida do produto. Os especialistas em marketing têm observado ao longo do tempo uma tendência dos novos produtos ganharem aceitação do mercado, amadurecer, envelhecer e por fim morrer. Essa tendência surge em todas as classes de produto, sendo um ponto de preocupação constante por parte dos gerentes. Se um produto precisa ser retirado do mercado por falta de demanda, a empresa perde uma importante fonte de geração de receita.

O ciclo de vida do produto (ou serviço) é tipicamente dividido em quatro estágios como forma de se rastrear as vendas num determinado segmento de mercado. O primeiro é o estágio de desenvolvimento. Aqui, a empresa lança cuidadosamente o novo produto no mercado com uma estratégia inicial de marketing mix especificando os fatores de preço, prazo, comunicação e distribuição. O mix pode ser modificado nesse estágio, à medida que se vai obtendo retorno dos distribuidores, varejistas e consumidores.

Produtos que sobrevivem ao estágio introdutório avançam para o estágio de crescimento do mercado. O início dessa fase é marcado por um rápido aumento na curva de vendas. As vendas aumentam em ritmo crescente, sendo esse estágio freqüentemente referido por alguns autores como período de decolagem. Aqui, o sucesso caracteriza-se também pelas tentativas de outros concorrentes de copiar as particularidades do produto bem-sucedido e ganhar parte do mercado.

Aqui, começa o estágio de maturidade. As vendas aumentam em ritmo decrescente, uma vez que os estoques estão supridos e diminui o número de novos usuários ou adotantes. Devido a essas condições de mercado, a empresa concentra sua estratégia de marketing na conquista e na manutenção da lealdade à marca. O planejamento estratégico enfatiza também as alterações introduzidas no produto, muitas das quais podem ser ínfimas. O marketing mix coloca sua maior ênfase nos esforços promocionais para manter o “momento” de mercado daquela marca.

O estágio de declínio começa quando, por uma ou mais razões não muito claras, as vendas de um produto ficam estanques ou começam a declinar. Tal eventualidade costuma indicar que os concorrentes mais fracos estão sendo eliminados do mercado. As empresas remanescentes são as que tiveram maior sucesso na antecipação das mudanças do mercado e souberam conservar uma adequada fatia de mercado mediante ajustes em sua estratégia de marketing mix.

Em que estágio está cada produto da sua empresa?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

DÚVIDA OU CONFIANÇA?

Contam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para si, resolveu escalar sem companheiros.

Durante a subida foi ficando tarde e mais tarde, e ele não havia se preparado para acampar, assim, decidiu seguir subindo e por fim ficou escuro.

A noite era muito densa naquele ponto da montanha, e não podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens.

Ao subir por um caminho estreito, apenas poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se no vazio, caindo numa velocidade vertiginosa. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de que estava sendo sugado pela gravidade. Continuava caindo e em seus angustiantes momentos, passaram por sua mente episódios felizes e outros tristes de sua visa.

Pensava na proximidade da morte, sem solução. De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda que estava amarrada nas estacas cravadas na montanha.

Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer e gritou com todas as suas forças:

– Alguém, me ajuda!

Da escuridão, uma voz grave lhe responde:

– Que queres que eu faça?

– Salva-me!

– Realmente achas que eu possa salvá-lo?

– Com toda certeza senhor!

– Então corta a corda na qual estás amarrado...

Houve um momento de silêncio; estão o homem agarrou ainda mais fortemente à corda...

Conta a equipe de resgate, horas mais tarde quando conseguiu chegar ao alpinista o encontrou morto, congelado, com as mãos agarradas fortemente à corda... apenas a dois metros do solo.

E você? Cortaria a corda?

Em nossa vida muitas vezes precisamos tomar decisões. Será que nos encontramos tão agarrados às “nossas cordas” a ponto de não termos coragem de nos soltar delas?

Pense nisso!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

TOME A DECISÃO CERTA

Qual a sua prioridade para tomar uma decisão? Qual assunto deve tratar primeiro: o urgente, o importante ou o eventual?

Existem, hoje, diversas formas de analisar o que deve ser feito primeiro em uma empresa. A análise vai muito além do problema ou solução em si. Envolve colaboradores, missão estratégica de negócio e, principalmente, os clientes. Entre elas existe uma que pode ajudá-lo: a Matriz de Decisão GUT.

GUT significa Gravidade, Urgência e Tendência. São parâmetros tomados para se estabelecer prioridades na eliminação de problemas, especialmente se forem vários e relacionados entre si.

A técnica de GUT foi desenvolvida pelo Prof. Kaoru Ishikawa, um dos pioneiros nas atividades de controle da qualidade no Japão, na década de 40 com o objetivo de orientar decisões mais complexas.

Princípios e características

A técnica é bem simples, apesar de poderosa. Primeiro, é preciso separar cada problema que tenha causa própria. A priorização é feita atribuindo-se notas de 1 a 5 para as seguintes variáveis:

  • Gravidade;
  • Urgência;
  • Tendência;
  • Impacto em Investimento;
  • Impacto na Redução de Custos;
  • Satisfação das Pessoas.

Gravidade: Refere-se ao grau de prejuízo que poderá resultar da não atuação sobre esta atividade/processo.

Urgência: Refere-se ao tempo que se dispõe para atacar a situação ou problema.

Tendência: Refere-se à perspectivas do que ocorrerá se não efetivarmos a ação proposta.

Impacto em Investimento: Recursos necessários para implementar a ação.

Impacto na Redução de Custos: Economias esperadas e/ou que se manterão ao longo do tempo.

Satisfação das Pessoas: Resultados esperados das medidas no atendimento ao cliente interno, externo e na motivação/perspectivas de desenvolvimento dos colaboradores.

A nossa sugestão será utilizar também outra ferramenta, a Matriz BASICO usada para priorizar soluções a serem tomadas. Mas isso é um assunto para outro artigo nosso...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A COISA MAIS DESIGUAL É TRATAR IGUAL

Em um dos meus livros sobre gestão escrevi que a coisa mais desigual é tratar todo mundo igual! Volto agora ao tema depois de visitar uma empresa cujo principal executivo ainda é do tempo do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Tipo de empresa que gosto de trabalhar quando as pessoas estão dispostas a escutar e... melhorar.

Fui para casa pensando a melhor forma de ajudar aquela empresa e cheguei a conclusão que deveria começar com os conselhos de Marcus Buckingham e Curt Coffman no seu livro “Primeiro Quebre Todas as Regras". Dizem os autores:

Reconhecer que cada pessoa tem motivações diferentes, que todos têm sua própria maneira de pensar e de um estilo próprio de se relacionar com os outros. Sei que há um limite para o que você possa fazer para mudar uma pessoa. Mas não se queixe sobre essas diferenças ou tente eliminá-los. O que você deve fazer é explorar o que ela tem de melhor e tentar ajudá-la a ser cada vez melhor ao invés de criticá-la.

O papel do gestor é entender cada funcionário para poder liberar seus talentos e transformá-los em desempenho. Sabe-se que não podem forçar todas as pessoas de uma determinada posição a executar sua função, exatamente da mesma maneira. Sabe-se, também, que não se pode resolver completamente as diferenças, estilos, necessidades e motivação.

A maneira mais eficiente para converter o talento de uma pessoa em desempenho é ajudá-la a encontrar seu próprio caminho para atingir com menor resistência os resultados desejados.

A coisa mais difícil do gerente é perceber que as pessoas não fazem as coisas da mesma forma. Mas é preciso se acostumar a isso, porque quando você tenta forçá-los, duas coisas acontecem: resistir e não fazer ou fazer de qualquer maneira para livrar-se da tarefa. Nenhuma destas coisas revela-se ser bastante produtiva a longo prazo.

Na tentativa de obter um desempenho nunca tente mudar as pessoas.A tentação de fazer isso pode ser grande, mas você tem que resistir. Ser gerente não é ser um “semi deus”. Tentar mudar as pessoas e não procurar ver os aspectos positivos das pessoas que compõem a sua equipe é o melhor caminho.

É provável que George Bernard Shaw não estivesse de bom humor quando escreveu: A estrada para o inferno está pavimentada com boas intenções. Mas em relação às tentativas de pessoas perfeitas a tentar transformar outras pessoas não estava totalmente errado. O desafio de um gestor de pessoas, portanto, não é buscar pessoas perfeitas e sim ter a capacidade de gerenciar as diferenças.

Pense nisso!

Prof. A. Marins – Sonhar é para Estrategistas, Rio de Janeiro, RJ, Ciência Moderna - marins@antomarmarins.com.br

Marcus Buckingham e Curt Coffman - Primeiro Quebre Todas as Regras, Editora Campus- http://www.editoras.com/campus/

George Bernard Shaw - http://www.releituras.com/gbshaw_menu.asp

sábado, 20 de novembro de 2010

AS QUATRO LEIS...

Muitos dos meus alunos me procuram por diversos motivos, principalmente quando têm que tomar uma decisão importante como, por exemplo, fazer um curso no exterior, mudar de emprego, pedir aumento, conversar com o “chefe” etc. Mas é muito difícil dar conselhos nesses momentos, pois a vida é cheia de lições que aprendemos todos os dias.

Por outro lado, é muito desagradável ­– senão indelicado – não ouvirmos atentamente quem nos procura para ajudá-lo a resolver um problema e não buscarmos a forma mais adequada de ajudá-lo a encontrar a sua solução.

Nesses casos, entre outros, costumo falar sobre assuntos filosóficos e temas que ajudam o raciocínio. Dentre os temas que mais gosta está as Quatro Leis da Espiritualidade, da Índia, que nos ensina:

A primeira lei diz:

A pessoa que chega é a pessoa certa.

Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.

A segunda lei diz:

O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido.

Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante!

Não existe: se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente... Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A terceira lei diz:

Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo.

Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!

A quarta e última lei diz:

Quando algo termina, termina! Simplesmente assim!

Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto, é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

Também creio que não é por acaso que você está lendo isto no meu blog.

Se este texto chega até você hoje é porque está preparado para entender que nenhum grão de areia, em momento algum, cai em lugar errado!

Viva Bem! Ama com todo o seu Ser! E permita-se ser Imensamente Feliz!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

TUDO O QUE HOJE PRECISO REALMENTE SABER NA VIDA APRENDI NO JARDIM DE INFÂNCIA

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi:

  1. Compartilhe tudo;
  2. Jogue dentro das regras;
  3. Não bata nos outros;
  4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
  5. Arrume sua bagunça;
  6. Não pegue as coisas dos outros;
  7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo!!!
  8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
  9. Dê descarga; (esse é importante).
  10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
  11. Respeite o limite dos outros;
  12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
  13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom).
  14. Quando sair, cuidado com os carros;
  15. Dê a mão e fique junto;
  16. Repare nas maravilhas da vida;
  17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver!

Autor: Robert Fulghum(All I Really Need to Know I Leamed in Kindergarten) - Tudo que eu devia saber na vida aprendi no Jardim-de-Infância - Entre tantas profissões exercidas, R. Fulghum já foi vaqueiro de rancho, cantor de músicas country,vendedor da IBM, pároco titular, barman, professor de desenho e pintura, pai dedicado. Hoje, vivendo numa casa flutuante em Seattle, Washington, prefere definir-se como um filósofo da vida cotidiana. E um filósofo de sucesso. Seu livro Tudo que eu Devia Saber na Vida, Aprendi no Jardim de Infância ocupou em 1989 o primeiro lugar nas listas de best-sellers por 6o semanas. Quem desejar ler o original em em e-book acesse: http://www.scribd.com/doc/6664708/Tudo-Que-Eu-Devia-Saber-Aprendi-No-JardimDeInfancia-Robert-Fulghum


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

SORTE OU FRACASSO: A ESCOLHA É SUA!

Certa vez dois irmãos foram admitidos em uma empresa na função de faxineiro, visto que tinham pouca instrução.


Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos que a quisesse de, após o término do expediente, ficar até mais tarde e cursar o supletivo por conta da Empresa.
Um dos irmãos imediatamente agarrou esta chance. O outro, porém, acomodado à própria situação, disse: Eu, hein, fazer hora-extra sem receber para isso...


Em outras ocasiões, a história se repetiu: oportunidades eram oferecidas - cursos de digitação, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano etc. – um agarrava de frente a oportunidade, investindo seu tempo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com "belas" justificativas para não ser "explorado", apresentava desculpas das mais diversas tais como:

– E o meu futebol, meu programa de televisão, o barzinho com os "amigos" etc.


Passado algum tempo, aquele irmão que investira seu tempo com afinco em seu aperfeiçoamento foi se destacando. Tanto que à medida que foram surgindo vagas dentro da Empresa, a ele eram oferecidas. E isto o exigia mais ainda em empenho, e prontamente ele dedicava-se mais e mais.


Tempos depois, chegou a gerente, não apenas mais um gerente mas sim o melhor gerente da Empresa.


E foi feita uma festa em homenagem ao rapaz.


Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o ainda faxineiro e o então gerente, aproximou-se daquele e disse:

– Formidável este gerente!


– É, ele é meu irmão – disse o faxineiro.


– Seu irmão? - exclamou incrédulo, o interlocutor. – E ele é gerente e você faxineiro.


– É... ele teve sorte na vida! – concluiu o faxineiro.

domingo, 7 de novembro de 2010

UMA EXPERIÊNCIA TEMÁTICA

Imagine que você é um pirata do século XVI. Seu nome é Barba Ruiva e você é considerado o terror dos mares. Sua liderança é inquestionável, tanto quanto cruel. Seus correligionários tremem à sua presença, seus adversários e oponentes fogem e seus inimigos já estão mortos. Você...

Ah, quer saber como continua essa história? Então conta pra nós. Pois é assim que funciona um treinamento temático, cada participante tem uma personagem dentro do tema, para criar e vivenciar. O tema, que pode variar entre períodos históricos (um tempo no passado), mitos (convenção de bruxas, Rei Arthur e sua Távola Redonda, os deuses do Olimpo), metáforas (futebol, olimpíadas, viagens), fantasias (vida em outro planeta, um país que não existe, um tempo no futuro), etc., etc., é a arena onde podemos exercitar comportamentos e vivenciar a aprendizagem de forma acelerada.

O que é importante considerar é o planejamento da experiência temática. Ele deve atender às necessidades e objetivos do grupo de treinandos da empresa (quando envolvidas) e do compromisso de desenvolvimento que todo processo educativo deve ter. Ou seja, não pode ser uma grande festa à fantasia por si só. O facilitador deve ser capaz de trazer à tona reflexões importantes sobre os estereótipos que se manifestem durante a experiência, além de orientar a execução das dinâmicas que devem ser totalmente criadas e/ou adaptadas para o tema proposto.

Sendo o treinamento temático uma grande metáfora, é sempre muito rico de reflexões e insights, e não há como prever as múltiplas possibilidades que a experiência traz para seus participantes. Assim, é indispensável que o facilitador tenha uma sólida formação nas ciências do comportamento, como filosofia, psicologia, antropologia, comunicação ou similares, com uma ampla visão de cultura geral e forte bagagem didática. Porque, do contrário, muito do que se processar durante a experiência não poderá ser aproveitada pelo grupo ou pelos indivíduos. É preciso considerar que nem todas as pessoas vão compreender a experiência em sua plenitude, porque somos profundamente moldados por nossos preconceitos e, muitas vezes, estamos cegos para o que está um palmo à nossa frente.

É aí que o facilitador deve atuar. Contribuindo para que os aprendizes avancem pelo caminho que eles mesmos vão abrindo, propondo uma reflexão sobre o comportamento expresso para gerar uma revisão, em nível mais profundo, da percepção que temos da realidade, expandindo-a, modificando-a e, conseqüentemente, transformando o comportamento, gerando uma nova realidade.

É claro que essa é a função da educação, em qualquer de suas manifestações; entretanto, a vantagem desse treinamento é a proposta divertida e envolvente que oferece, fazendo do aprendiz um participante ativo, não apenas audiência, estimulando de forma consistente sua contribuição e autopercepção e atuando num nível muito mais vivencial e menos teórico.

Outra facilidade permitida num treinamento temático é a possibilidade de rever estereótipos que moldam nosso comportamento, sem gerar traumas ou aflições. Bem, não quer dizer que o participante fique isento de inquietações mas, de certa forma, esse é um dos objetivos da educação. Estar inquieto, inconformado com o que aí está, é premissa importante para o crescimento.

Um exemplo de revisão de estereótipos é o mito da bruxa, que é sempre colocada, em nosso imaginário infantil, como uma figura má, feia, egoísta e vingativa, em contraponto com a fada madrinha, que é um anjo de bondade e beleza. Entretanto se vamos nos aprofundar nessa percepção, há mensagens subliminares que produzem respostas inconscientes. A bruxa, que é má, usa o poder em proveito próprio, enquanto que a fada faz o bem para os outros. Assim somos condicionados a acreditar que nosso poder pessoal não deve ser usado em proveito próprio. Outras culturas pensam de forma diferente, como os Estados Unidos, por exemplo, onde a bruxa é cultuada e imitada, e onde, não por acaso, se estabeleceu o "sonho americano do self-made-man" o indivíduo que faz por si mesmo.

Pense nisso!

Dulce Magalhães é Ph.D. em Planejamento de Carreira pela Columbia University Website: http://www/work.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ARROGÂNCIA

O diálogo abaixo é verídico, e foi travado em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.

Os americanos começaram na maciota:

– Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação.

Os canadenses responderam de pronto:

– Recomendo mudar o “seu” curso 15 graus para sul.

O americano ficou mordido:

– Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o “SEU” curso.

Mas o canadense insistiu:

– Não. Mude o SEU curso atual.

O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone:

Este é o porta-aviões USS Lincoln, o segundo maior navio da frota americana no Atlântico. Estamos acompanhados de três Destroyers, três Fragatas e numerosos navios de suporte. Eu exijo que vocês mudem seu curso 15 graus para norte ou então tomaremos contramedidas para garantir a segurança do navio!

E o canadense respondeu:

– Aqui é um farol, câmbio!

Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... Quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós, quando na verdade nós é que deveríamos mudar nosso rumo...

Pense nisso!

domingo, 24 de outubro de 2010

UM MODELO DE LÍDER

Assim como nossos filhos, a tendência do subordinado é tomar como modelo aquele que o lidera. Em razão deste fato, grande é a responsabilidade de quem lidera em relação à sua conduta.

Ao mesmo tempo em que deve ser um motivador, deve também dar bons exemplos em relação às próprias virtudes, que espera receber de seus liderados.

Sobre o assunto escreve A. L. Sá: pontualidade, honestidade, equilíbrio, bom senso, organização, limpeza etc., são qualidades que precisam ser demonstradas para que possam, também, serem motivadoras.

Nas empresas os líderes devem mostrar claramente tais virtudes para inspirá-las, observando os que se destacam e que podem substituí-lo ou ocupar outras posições de liderança.

Quem tem aptidões para motivar, para fazer com que os outros sigam o seu comando, possui uma qualidade muito importante. Cabe lembrar que líder é todo aquele que desejando ou não, consegue de outros, adesão espontânea às suas atitudes ou idéias.

A formação de equipes de pessoas que trabalham de boa-vontade, com espírito de união, deve ser sempre incentivada, tal como a de permitir que na equipe alguém se destaque para liderá-lo, este fenômeno também ocorre até na natureza.

O líder deve, portanto, não só aceitar a participação de seus colaboradores, mas sugerir, incentivar e delegar. Deve ter em mente que não existem líderes do tipo aventureiro solitário. Se você está só, não está liderando ninguém.

Qualquer empresa para ter sucesso precisa de líderes capazes de navegar eficientemente, ou como diz o velho ditado de marinha, qualquer um pode pilotar um barco, mas só um líder pode mapear o percurso. Portanto, desenvolva lidere na sua organização e delegue.

Invista nisso e tenha em mente as palavras de Colin Power: Você alcançou excelência como líder quando as pessoas o seguem aonde você for, mesmo que por mera curiosidade!

Autor:

Antomar Marins e Silva – Sonhar é para Estrategistas, Ciência Moderna, Rio de Janeiro, RJ.

Antonio Lopes de Sá – Como Administrar Pequenos Negócios, Ediouro, Rio de Janeiro, RJ.

domingo, 17 de outubro de 2010

ESCOLHAS DE UMA VIDA

Eu e outros profissionais de distintas áreas participamos de um encontro com jovens universitários cujo objetivo era discutir os prós e contras de cada profissão.

Por mais que cada um procurasse justificar o porquê da eleição de sua atividade, pairavam no ar perguntas como: será que foi a melhor escolha? Não deveria ter escolhido outra? E se eu escolher errado?

Como não tínhamos muito tempo para justificar nossas “escolhas”, lembrei-me de um texto escrito pelo Pedro Bial. Ele cairia como uma luva para o encerramento daquele encontro. Eis o texto:

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: “Nós somos a soma das nossas decisões.”

Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.

Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.

Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar “minha vida”.

Não é tarefa fácil...

No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a Arquitetura...

No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso escolher entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou manter um relacionamento com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades...

As duas opões têm seus prós e contras: Viver sem laços ... e viver com laços.

Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.

Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses: ser casados de segunda à sexta e solteiros nos finais de semana. Ter filhos quando se esta bem disposto e não tê-los quando se esta cansado.

Por isso é tão importante o autoconhecimento...

Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.

Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas tem que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.

A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.

Lembre-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado, portanto... A escolha é sua!

Arrisque! Vale a pena!

Autor: Pedro BialJornalista brasileiro da TV Globo – http://redeglobo.globo.com/

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A BÍBLIA E O CLIMA ORGANIZACIONAL

Solicitados, numa de nossas palestras, a sugerir a leitura de um livro especial na abordagem de conceitos e práticas sobre clima organizacional, indicamos a Bíblia – o que causou uma certa estranheza – pela equivocada percepção da abrangência, e da profundidade, desse best-seller cristão – um legitimo manual de qualidade da vida. Missão, visão, valores, princípios, normas de procedimento e metas, elementos que ganharam status organizacional no século XX, constam nas Escrituras de forma explícita.

Uma das primeiras referências encontra-se na construção da Arca de Noé. A ordem de serviço veio com todas as especificações técnicas: Faze uma arca de tábuas de cipreste; nela farás compartimentos e a calafetarás com betume por dentro e por fora. Deste modo a farás de trezentos côvados será o comprimento, de cinqüenta, a largura; e a altura, de trinta. Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um em baixo, em segundo e um terceiro”(Gênesis 6: 14 a 16).

Hoje, produtos e serviços são desenvolvidos obedecendo normas técnicas internacionais, cujos certificados são verdadeiros passaportes para a inserção das empresas nos negócios globalizados. Entre as habilidades gerenciais de Noé destaca-se a sua capacidade de planejamento organizacional, disciplina tática no cumprimento do cronograma, “ouvido de mercador” frente as provocações dos incrédulos de plantão e a aguçada percepção no aproveitamento das características individuais de cada um de seus colaboradores. Formou uma equipe, motivou-a, alocou recursos, estabeleceu processos operacionais, distribuiu tarefas, informou o prazo e gerenciou o andamento do projeto. Noé não foi apóstolo da burocracia.

Outro personagem histórico da Bíblia é José do Egito – administrador admirável (Gênesis 41: 37 a 45) que pode ser comparado com o CEO (Chief Executive Officer) Presidente Executivo de hoje. Notabilizou-se, principalmente, pela administração do país nos períodos das sete vacas gordas e das sete vacas magras – interpretada como anos de fartura e de escassez. Em termos de relacionamento inter-pessoal, a vida de José é uma das mais comoventes e atraentes da história.

As vagarosas e silenciosas passadas de Moisés pelo deserto o colocaram, também, na galeria dos protagonistas que agregam valores à gestão de recursos humanos. Dentre os seus desafios destaca-se a complexidade no atendimento das necessidades dos milhares de judeus que liderava à caminho da Terra Prometida. A solução do problema partiu de seu sogro, Jetro, quando lhe disse: E tu, dentre todo povo, procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que aborreçam a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta e maiorais de dez; para que julguem este povo em todo tempo, e seja que todo negócio pequeno eles o julguem: assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo (Êxodo, 18: 13 a 26).

Nascia, assim, uma metodologia de descentralização do poder – o “calcanhar-de-aquiles” das atividades humanas. Reagimos como democratas, mas agimos como autocratas. Esta é a mais devastadora das causas de desmotivação de funcionários e do desaparecimento prematuro de promissoras lideranças. O clima organizacional das empresas depende, essencialmente, de uma política estratégica que consolide a seguinte prática: dar oportunidades (iguais) para que os funcionários possam revelar e/ou desenvolver o seu potencial. Questionar as idéias, não as pessoas é a mais eficaz das estratégias para manter a indispensável “oxigenação” do processo gerencial.

Autor: Faustino Vicente – professor, advogado e consultor de empresas e de órgãos públicos – e-mail: Faustino.vicente@uol.com.br – Tel.: (11) 4586.7426 – Jundiaí, SP.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O PODER DAS MULHERES

Com o crescente número de mulheres cada vez mais independentes e a influência que elas exerçam na decisão final sobre as compras familiares, inúmeras empresas estão investindo pesado em estratégias para atrair este público consumidor.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade é formado pelo sexo feminino e em dez anos cresceu em 30% o percentual de famílias com mulheres responsáveis pelos domicílios.

A empresa que conseguir conquistar sua confiança pode ter um retorno grande, é o que diz a pesquisa realizada pela escritora Marie Suzuki, onde observou que 72% do poder da decisão na hora da compra são das mulheres, até mesmo em segmentos considerados masculinos como nas lojas de material de construção e de automóveis. Profissionais desses setores afirmam: A mulher é que define o que será comprado e quem bate o martelo são elas.

Psicólogos de comportamento do consumidor afirmam que a mulher passou a ter um poder de compra maior e que tende a ser mais detalhista e por isso deve merecer um atendimento diferenciado.

De acordo com a Revista Perfil Lojista, de Vitória, ES, há 10 características mais comuns entre as mulheres na hora da compra:

  1. Gostam de conversar e de ouvir conselhos.
  2. Preferem lojas coloridas, cheirosas e bem decoradas.
  3. Pesam mais o impacto daquela compra em seu meio social.
  4. Adoram falar e conversam emotivamente.
  5. Gostam de novidade.
  6. Não se importam em passar mais tempo na loja se atenderem atenção dos vendedores.
  7. Negociam.
  8. Questionam, perguntam e se informam até entenderem.
  9. Insistem ao máximo.
  10. Quase sempre conseguem o que querem.

E sua empresa esta atenta a tudo isso?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

VIDA MODERNA

Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observava um pequeno barco de pesca que atracava nesse momento trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns.

O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e perguntou-lhe quanto tempo levara para pescá-los.

– Pouco tempo – respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.

O americano voltou à carga:

– Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?

O mexicano respondeu:

– Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho, toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, señor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

– Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia imediatamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.

– Mas, señor, quanto tempo isso levaria? – pergunto o pescador.

– Quinze ou vinte anos – respondeu o americano.

– E depois, señor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte:

– Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.

– Milhões, señor? E depois?

– Depois – explicou o americano – você se aposentaria. Mudava para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os netos, tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia beber vinho e tocar violão com amigos....

Autor desconhecido.

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