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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

COMO REDUZIR A PRESSÃO E O STRESS NO TRABALHO


Um retrospecto das pesquisas da ISMA realizadas em nosso país nos últimos cinco anos mostra os efeitos da pressão corporativa sobre o comportamento e a saúde dos brasileiros das mais diversas carreiras profissionais.
Apresento aqui alguns números alarmantes:
·         82% dos profissionais pesquisados apresentavam traços de ansiedade em diversos graus.
·         78% sentem-se angustiados em relação ao trabalho
·         52% momentos de agressividade em casa oriundo do stress na empresas
·         32% têm problemas gastrointestinais
Esses dados apenas ilustram o que sentimos, isto é, está cada vez mais difícil lidar com as pressões no trabalho. Não quero parecer pessimista, nem bancar o cavaleiro do apocalipse corporativo, mas, para ser bem franco, não acredito que a situação vá melhorar. Você acredita? Acho que também não. Tudo indica que, pelo menos nos próximos anos, a velocidade das mudanças continuará acelerada, a competitividade prosseguirá se intensificando e as empresas continuarão perseguindo resultados cada vez mais ambiciosos, afinal precisam sobreviver.
Agora vamos ao que é mais importante: Como suportar estas crescentes pressões no trabalho? Como enfrentar problemas e crises sem ficar tão desgastado? Como lidar com as incertezas e instabilidades do mundo atual sem se deixar dominar pela preocupação?
Infelizmente não há uma única resposta para estas questões, na verdade são várias. Mas se você me colocasse na parede e exigisse uma resposta direta e certeira ela seria a célebre frase de Dale Carnigie: “As pressões e dificuldades na vida se dissipam a luz do conhecimento”.
Uma das formas de reduzir os problemas e adversidades no ambiente de trabalho é conjugar o verbo aprender, isto mesmo, a letra “A” no começo de algumas palavras têm o sentido de negação, no caso da palavra “aprender” o resultado seria mais ou menos assim: NÃO se PRENDER a conceitos e atitudes antigas, que talvez não funcionem mais nos dias turbulentos de hoje e se PRENDER a novas formas de fazer as mesmas coisas e quem sabe o resultado venha de forma diferente.
A coisa funciona mais ou menos assim: Caso você tenha um problema com o tempo, isto é, 24 horas não são mais suficientes para você, leia o livro “Os 12 mandamentos da administração do tempo”, eu garanto que se você colocar em prática pelo menos três dos mandamentos do livro você ganha 20% a mais de produtividade.

Talvez o seu problema não seja com o tempo e sim a sua relação com o seu chefe complicado ou com os seus colegas de trabalho, neste caso faça um treinamento de gestão de conflitos, para conquistar competências de como agir assertivamente com estas pessoas.
Se você trabalha na área de vendas e o seu resultado não está bom, talvez seja hora de ler sobre como persuadir e influenciar pessoas, pois existem técnicas que podem auxiliar muito este processo.
Quer outro exemplo? Talvez você seja um líder e não está conseguindo fazer a sua equipe produzir com eficácia, leia livros de como liderar melhor, faça um treinamento, converse com líderes que conseguem resultados, veja o que eles fazem e o que você não faz.
Pressões por resultados melhores, dificuldades nos relacionamentos e instabilidade na empresa são coisas comuns hoje em dia e como falamos tendem a ficar mais intensas com esta explosão de crescimento que o nosso país está passando. A diferença entre suportar e superar tudo isto está na forma de lidar com estas questões e talvez esteja na hora de você aprender e desenvolver formas diferentes para resolver velhos problemas.
Autor: Ricardo Piovan é consultor organizacional, palestrante e diretor do Portal Fox – http://www.ricardopiovan.com.br

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

PALAVRAS DO DONO


Discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, na abertura de um
programa de treinamento para seus funcionários.

Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e
pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.

Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os
vendedores terminam suas conversas particulares.

Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina,
mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu
jornal.

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece
estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas
ser notado.

Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as
recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e
espera.

Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de
uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários
trocam ideias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não
me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo
que nunca cria problemas.

Engana-se.

Sabe quem eu sou???

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de
toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.

Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era
apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de
CORTESIA".

"CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR."

Nota: Wal Mart é a maior rede de varejo do mundo. 

sábado, 17 de dezembro de 2011

A INVEJA


Você tem inveja do seu colega de trabalho? Você é daqueles que costuma vasculhar as folhas de pagamento dos colegas, na ânsia de descobrir “injustiças cometidas” pelo seu chefe?

Você sente inveja quando um colega é promovido ou quando recebe um pequeno aumento salarial? Acredita que você seja um injustiçado, que seu esforço não está sendo visto?

Estão conheça a história de Álvaro, um desses funcionários insatisfeitos com o seu chefe.

 Álvaro trabalhava em uma empresa há 20 anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações.

Um belo dia, ele foi ao diretor da empresa para fazer uma reclamação. Disse que trabalhava ali há 20 anos com toda dedicação, mas se sentia injustiçado. O Juca, que havia começado há apenas três anos, estava ganhando muito mais do que ele.

O diretor fingiu não ouvir e lhe pediu que fosse até a barraca de frutas da esquina. Ele estava pensando em oferecer frutas como sobremesa ao pessoal, após o almoço daquele dia, e queria que ele verificasse se na barraca havia abacaxi.

Álvaro não entendeu direito, mas obedeceu. Voltando, muito rápido, informou que o moço da barraca tinha abacaxi.

Quando o diretor da empresa lhe perguntou o preço ele disse que não havia perguntado. Como também não sabia responder se o rapaz tinha quantidade suficiente para atender todos os funcionários da empresa. Muito menos se ele tinha outra fruta para substituir o abacaxi, neste caso.

O diretor pediu a Álvaro que se sentasse em sua sala e chamou Juca. Deu a ele a mesma missão que dera para Álvaro:

– Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal hoje. Na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

Oito minutos depois Juca voltou com a seguinte resposta:

– Eles têm abacaxi e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal. Se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi está a R$ 1,50 cada, a banana e o mamão a R$ 1,00 o quilo, o melão a R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascada.

– Como falei que a compra seria em grande quantidade, ele dará um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo.

Agradecendo pelas informações, o diretor dispensou Juca. Voltou-se para Álvaro e perguntou:

– O que é mesmo que você estava querendo falar comigo antes?

Álvaro se levantou e se encaminhando para a porta, falou:
– Nada sério. Esqueça. Com sua licença.

Muitas pessoas invejam as posições alheias sem perceberem que as pessoas estão onde estão e têm o que têm porque fizeram esforços para isso.

Invejam os que têm muito dinheiro, esquecidos de que trabalharam para conseguir. Precisam dar muito duro para manter a mesma condição.

Invejam os que sobressaem nas artes, no esporte, na profissão. Esquecem-se das horas intermináveis de ensaios para dominar a arte da dramatização, da música, da impostação de voz. Não se recordam dos treinamentos exaustivos de jogadores, nem das horas de lazer que foram usadas para estudos cansativos pelos que ocupam altos cargos nas empresas.

O melhor caminho não é a inveja. É a tomada de decisão por estabelecer um objetivo e persegui-lo, até alcançá-lo, se esforçando sem cessar.

Autor desconhecido

sábado, 3 de dezembro de 2011

UM JEITO LÚDICO DE TOMAR DECISÕES

Levante a mão quem não se preocupa, nestes tempos de excesso de informações, com economia de tempo e produtividade na empresa. Nada mais comum do que executivos em busca de fórmulas mágicas que tornem suas equipes capazes de atingir um rendimento melhor. O que poucos percebem é que economizar tempo com atividades operacionais é fácil. Depende basicamente de organização. O difícil é aumentar a chamada produtividade intelectual - aquilo que poderia ajudar as pessoas a tomar decisões corretas e objetivas mais rapidamente.

Você já parou para pensar como seria produtivo avaliar uma situação dominando em nossas mentes os sentimentos e impressões de otimismo e pessimismo? Como as reuniões de trabalho seriam mais curtas se os participantes se preocupassem em tomar decisões com base num posicionamento correto e não em suas opiniões pessoais?

É aí que um clássico do mundo empresarial - e não um novo modismo - pode ajudar. Trata-se do livro Six Thinking Hats (traduzido para o português como A Técnica dos Seis Chapéus), do psicólogo americano Edward de Bono, pai do chamado pensamento lateral e um dos maiores especialistas mundiais em criatividade. Bono pesquisou o pensamento humano por mais de 40 anos. De seus estudos tirou sábias conclusões. Entre elas, a de que existem seis posturas básicas a ser consideradas quando ouvimos alguém. Todas essas posturas são igualmente importantes e, se você as considerar num mesmo processo, aumentam suas chances de tomar uma decisão acertada. (Nos trabalhos em equipe, elas podem multiplicar a capacidade de gerar resultados.)

Outra conclusão: as pessoas têm maneiras diferentes de combinar os pensamentos. Segundo Bono, é possível descobrir a maior e menor competência na maneira particular de pensar. O resultado é que podemos aprimorar um tipo de pensamento como vantagem competitiva.

Para lapidar um pensamento, devemos representá-lo como se fosse uma peça teatral. Nosso cérebro responde muito bem a esse tipo de estímulo, tornando-se capacitado para construir e reformular padrões. Para caracterizar a encenação, Bono indica o uso do chapéu como objeto símbolo. A técnica dos seis chapéus do pensamento é um recurso capaz de fazer com que você pense bem melhor, solucione de maneira adequada os seus problemas e economize tempo. Cada chapéu representa uma postura:

O branco é neutro e objetivo. Traduz fatos concretos e números. A pessoa que o utiliza busca dados e faz questionamentos sobre o assunto.

O vermelho sugere fortes emoções e intuição. Representa a visão emocional. Quem o usa é capaz de falar sobre sensações.

O preto é lógico-negativo e sombrio. Com o seu uso, você só enxerga as desvantagens do processo.

O amarelo representa o pensamento lógico-positivo. A pessoa que o coloca busca o lado bom da situação.

O verde sugere abundância e fertilidade. Seu dono é criativo e cheio de novas ideias.

O azul é frio, capaz de coordenação. Expressa capacidade de organização e controle do processo de pensar.

Como usar isso na sua empresa? Seções de brainstorming são um bom espaço para teatralizar a técnica de Bono. Inicie com o chapéu branco (real ou virtual, mas sugiro o real para que a atividade seja lúdica e, assim, mais instrutiva). Conte às pessoas como o 'ser de chapéu branco' pensa, qual sua postura diante de uma ideia ou questionamento. Durante 5 a 10 minutos, anote todas as informações que o grupo conseguir gerar usando o chapéu branco. Estimule sua equipe a produzir o maior número de pensamentos possível. Em seguida, troque para o chapéu vermelho, o amarelo, o preto, o verde e finalize com o azul. Essa é a sequencia de cores sugerida aos iniciantes.

Os resultados são surpreendentemente eficazes. As pessoas aprendem a ter disciplina na forma de pensar, separando o positivo do negativo, fatos e números de emoções. A técnica também vale para encontrar soluções e gerar novas ideias. Os ganhos mostrarão que os clássicos nunca morrem e podem ser de grande valia quando buscamos maior competitividade.

Autor: Jimmy Cygler, CEO da Proxis – Presidente da Resolve! Global Marketing – Professor do MBA da ESPM por 13 anos – Articulista da Exame – Consultor especialista em Empresas Familiares – Autor do livro “Quem mexeu na minha vida?”, da editora Campus – Jimmy@resolvenet.com.br
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