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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

QUAL É A SUA VERDADEIRA VOCAÇÃO?


Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

– Será que vai chover hoje?

Se você responder "com certeza", a sua área é Vendas: O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo;

Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua área é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros estão pensando.
 
Se você responder "sim, há uma grande probabilidade" ... você é da área de Engenharia: O pessoal de Engenharia está sempre disposto a transformar o Universo em números.

Se a resposta for "depende”... você nasceu para Recursos Humanos: Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva": Então, seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei" ... há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa. De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for para qualquer situação.

"Não sei", é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

Autor: Marx Gehringer 

domingo, 13 de janeiro de 2013

CONVERSA DE CONSULTOR


Quando comecei a trabalhar como consultor, no início de 1980, fui informado que o principal executivo de uma empresa em Volta Redonda, RJ, desejava conversar comigo. Telefonei para a empresa e na data marcada compareci a reunião marcada exatamente ás 8 horas.

O “executivo” resolveu me dar um cansaço: só me atendeu às 15 horas, sem a menor desculpa.

É claro que minha vontade de ter ido embora era muita, mas como costumo dizer para meus alunos de pós-graduação que se eu não vivenciar momentos bons e ruins, provavelmente, minhas aulas serão muito monótonas, pois não terei nada para contar para eles.

Mas voltando ao “executivo” após de forma muito formal falar sobre às necessidades de sua empresa, propôs que eu trabalhasse para sua empresa, apresentando recomendações e implantando aquelas soluções que ele aprovasse. O trabalho teria a duração de seis meses. Se ele gostasse do meu trabalho ele me pagaria se não gostasse...

Nessa altura já estava dado o contato como perdido, mas aproveitei para “brincar” um pouco com a situação: propus ao “executivo” que eu escolhesse numa de suas lojas uma série de produtos e levasse para minha casa. Se, no final de seis meses eu gostasse dos produtos eu o pagaria, se não...

Ele se levantou dando o contato como encerrado.

Este tipo de conversa é comum: pessoas que querem lhe contratar e dizem que não tenham dinheiro para lhe pagar e ainda argumentam que “você tem obrigação em ajudar outras empresas”.

Estas pessoas esquecem que o consultor é um profissional que vive do seu trabalho assim como eles. O seu “produto” é o conhecimento e a aplicação deste conhecimento para solucionar um problema da empresa “custa dinheiro”.

Todo este caso me fez lembrar a estória de uma velhinha que usava certa solução para receber o que ela achava justo...

Uma velhinha caminhava pela calçada arrastando 2 sacos plásticos de lixo. Um dos sacos estava rasgado e de vez em quando caía uma nota de 20 dólares  pelo buraco.

Um policial que passava a parou e disse: – Senhora tem notas de US$ 20 caindo desse saco plástico.

– É mesmo? Que droga, respondeu a velhinha. Melhor eu voltar e ver se pego as que caíram. Obrigado seu guarda por me avisar.

– Espera aí senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não andou roubando, não?

– Não, não... sabe seu guarda, o meu quintal dá para um campo de golfe, e um monte de golfistas vem aqui e urinam por um buraco que tem na minha cerca, direto no meu canteiro de flores...

– Isso realmente me incomodava; sabe... matava minhas flores... então eu pensei, porque não se aproveitar dessa situação?

– Agora eu fico bem quieta, atrás do buraco na cerca, com a minha tesoura de jardim. Toda vez que algum golfista enfia o “instrumento” através da minha cerca, eu pego ele de surpresa, agarro o  instrumento e digo: – OK amigão, ou me paga 20 dólares  ou eu corto essa coisa!...

– Parece justo, diz o policial rindo da história.

– OK. Boa sorte! Mas, a propósito, o que tem no outro saco?

– Bem, você sabe, diz a velhinha: nem todos pagam!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

LIDERANÇA E CHEFIA


A imprecisão do termo “líder” origina-se da imprecisão do conceito, pois é usado para referenciar quem comanda (chefe) como também para quem guia (líder). Muitas vezes os chefes são considerados formais com a investidura de poder.

O século XXI impõe uma nova consciência aos chefes para que sejam considerados lideres utilizando o poder da intuição e não o poder hierárquico. Deverão ascender à Consciência Superior. Essa sábia consciência, como uma corrente alternada, moverá os legítimos líderes a se voltarem para baixo e permitirem os liderados olharem para cima, alternando o ângulo de sua visão.

A verdadeira liderança emerge do grupo por sua força interior, independentemente de títulos ou de rótulos sem imposição ou sem necessariamente ser imposta por delegação de terceiros. Encontram-se nos mais diversos níveis da vida e em todas as idades. Consegue alcançar o coração de sua equipe. Mesmo que seja nata, necessita ser estimulada para que produza efeitos positivos. Em suma, o líder é todo aquele que desejando ou não, consegue de outros, adesão espontânea às suas atitudes ou ideias.

O líder tem como prioridade básica:
  • Motivar as pessoas a servir;
  • Estimulá-las a que realizem trabalhos mais eficazes;
  • Inspirá-las para que sejam mais produtivas e se tornem pessoas melhores, de modo a atingirem postos mais elevados.
  • Conscientizá-las, pelo exemplo, para que aumentem o seu ângulo de visão a cerca do seu mundo pessoal.

 Os dez pecados capitais de um chefe:

1.    Está sempre certo.
2.    Sem controle emocional.
3.    Aponta erros e culpa os outros.
4.    Desrespeita e diminui as pessoas.
5.    Centralizador.
6.    Tem medo de delegar.
7.    Visa o resultado, em detrimento das pessoas.
8.    Não reconhece o esforço.
9.    Baixa inteligência emocional.
10. Falta de ética nas relações.

 

O Líder ideal


Abaixo você encontrará 12 comportamentos. Sua tarefa será ordenar as características segundo uma lógica de importância para que o chefe se torne um líder. Coloque 1 para mais importante, 2 para a segunda mais importante e assim por diante.

A

Delega autoridade a seus subordinados em todos os assuntos que afetam diretamente o trabalho deles.
B

É justo na apreciação de esforços e resultados obtidos, fornecendo “Feedback” útil.
C

Dá orientações gerais e deixa os subordinados à vontade para executarem o trabalho.
D

Sua porta está sempre aberta para ouvir opiniões e problemas de seus subordinados.
E

Expressa confiança no trabalho dos outros e reconhecimento pelo que é bem realizado.
F

Reconhece e respeita seus subordinados como pessoa.
G

Encoraja a crítica de seus subordinados a respeito de sua atuação como chefe.
H

Tenta reduzir as diferenças de “status” entre sua pessoa e os subordinados imediatos.
I

Costuma elogiar trabalhos bem realizados.
J

Proporciona oportunidades de aperfeiçoamento e desenvolvimento de seus subordinados.
K

Costuma gracejar, oportunamente, para amenizar um ambiente tenso.
L

Comunica as razões de todas as decisões importantes a seus subordinados.

A ordem aconselhável é:

1
F
É fundamental reconhecer colaborador como pessoa e não como máquina.
2
C
O escopo principal da função do gerente é orientar pessoas para que elas produzam os resultados esperados.
3
E
Para motivar o colaborador no desempenho das suas tarefas é importante expressar confiança e reconhecer o trabalho bem realizado.
4
B
O reconhecimento tem que ser justo, nem acima nem abaixo do que foi realizado, e ao mesmo tempo o gestor deve aproveitar para fornecer feedback para que o colaborador possa sempre aprimorar seu desempenho.
5
A
À medida que o colaborador se aperfeiçoa, o gestor tem que delegar autoridade para que seus subordinados possam agir de forma que seu trabalho seja executado de maneira independente.
6
D
O gestor tem que adotar a política de portas abertas de modo que seus colaboradores possam retornar ao líder com novas ideias ou correções de procedimentos que eles acham necessários para um bom desempenho das tarefas e/ou do departamento como um todo.
7
J
Proporciona oportunidades de aperfeiçoamento e desenvolvimento de seus subordinados.
8
I
É importante elogiar os trabalhos.
9
L
As decisões tomadas tem que ser comunicadas aos colaboradores baseadas nos por quês de terem sido tomadas, de modo que todos possam ter ciência da importância das diretrizes do líder.
10
H
Os colaboradores sabem da existência da hierarquia na organização, mas o líder tenta sempre reduzir as diferenças de “status” entre sua pessoa e os subordinados imediatos, para que o clima seja o mais fraterno possível.
11
G
Como ninguém é perfeito, o líder deve encorajar a crítica de seus subordinados a respeito de sua atuação como chefe, de modo que ele possa sempre se ajustar a postura de líder.
12
K
Costuma gracejar, oportunamente, para amenizar um ambiente tenso.

Pense nisto!

Autor desconhecido.
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