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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

FORNECEDORES: PARCEIROS DE NEGÓCIO

Precisamos compreender a importância dos fornecedores e estabelecer uma relação sincera e verdadeira com eles. Antes, porém, de discutirmos a importância dos fornecedores, vamos conhecer dois conceitos essenciais: processo e fornecedor.

Processo é um conjunto de atividades feitas para gerar produtos/serviços que atendam às necessidades dos clientes ou usuários.

Fornecedor é qualquer entidade, pessoa ou setor que fornece insumos (produto, serviço, tecnologia ou informação) ao processo em questão. Pode ser externo ou interno.

Quem é o responsável pela qualidade dos produtos e serviços prestados pela sua empresa?

Para entregar um produto ou prestar um serviço, as empresas usam insumos – que podemos simplificar chamando de componentes – vindos de fornecedores.

Veja o seguinte caminho, desde os fornecedores até o usuário:


Os fornecedores externos, assim como a força de trabalho (fornecedores e clientes internos), são importantes para o resultado final: cliente atendido, satisfeito e fidelizado. Vamos tratar inicialmente de fornecedores externos.


Precisamos compreender qual o papel dos fornecedores em nossa empresa. Que tipo de relação devemos ter com fornecedores para que tenhamos um melhor resultado? Qual a real importância deles no nosso processo?

Veja os itens a seguir para entender melhor como estabelecer essa relação:

  • Tenha uma relação sincera e verdadeira com seus fornecedores;
  • Compartilhe suas necessidades, expectativas, problemas e medos desde o primeiro contato com ele;
  • Mostre a importância dele no processo da sua empresa;
  • Defina em conjunto critérios de qualidade para um bom fornecimento;
  • Mantenha-se informado sobre o que ficou estabelecido pelas duas partes e aja com objetividade;
  • Dê retorno constante sobre o que está percebendo, tanto positivo quanto negativo.
  • Lembre-se de que o fornecedor é um fator crítico de sucesso dos seus produtos e serviços, ou seja, inclua-o com carinho no seu negócio. Você e seus fornecedores só têm a ganhar!

Como escrevi em um dos meus livros: “Deseja manter um relacionamento duradouro com seu fornecedor? Trate-o como cliente.”

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Sebrae Nacionalhttp://sebrae.com.br/

sábado, 19 de novembro de 2016

VOCÊ SABE O QUE É GEOMARKETING?

Prof.A.Marins
O geomarketing é uma técnica de estudo de mercado cuja principal característica é utilizar informações associadas a mapas digitais. Esta visão espacial é muito importante para empresas, cujo negócio consiste em atender pessoas ou marcas numa região ou território definido. Por exemplo, tanto uma padaria quanto uma empresa de telefonia celular atendem um determinado território, e seu faturamento está diretamente relacionado ao potencial de consumo em uma determinada área de atuação.


Um mapa para estudo de mercado normalmente possui as informações do Censo do IBGE, que apresenta o número de habitantes por sexo, idade, renda do chefe e grau de instrução, entre muitas outras informações. Na maior parte dos casos, tal mapa precisa contar também com o potencial de consumo da população que trabalha ou apenas transita pela região.


O resultado deste estudo é capaz de predizer o faturamento de uma loja antes da mesma ser construída, ou de classificar as regiões ao redor de um negócio já existente segundo o seu potencial de consumo. Portanto, se você possui comércio, comece posicionando num mapa o seu ponto de venda e os seus concorrentes, e procure entender qual a sua área de atuação. Os seus concorrentes podem estar mais afastados do seu ponto comercial, o que caracteriza uma divisão territorial, ou podem estar na mesma rua que você, aumentando a competição dentro da área de atuação, o que também aumenta o tamanho dessa área.


Isso ocorre porque o local fica conhecido por ter um número maior de opções e assim, atrai pessoas que vivem em locais mais afastados. Algumas áreas de atuação possuem particularidades. Por exemplo, a grande parte do faturamento de um posto de gasolina vem dos carros que passam à sua frente, e seus concorrentes acabam sendo os outros postos ao longo da mesma via. Por sua vez, os restaurantes e bares precisam fazer parte da seleção de preferidos dos seus clientes, pois normalmente os consumidores variam uma escolha segundo estilo e gostos, e não apenas pela localização do ponto.

Caso você possua o endereço de seus clientes, poderá mapeá-los e descobrir os locais que concentram mais e menos clientes. Isso é importante para entender melhor qual a sua área de atuação, ou seja, de onde vêm seus clientes atuais e onde buscar novos.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Adaptação da web Sara Loup por Fernando Cazian - http://revistagestaoenegocios.uol.com.br/

sábado, 12 de novembro de 2016

VOCÊ MEDE A QUALIDADE E A PRODUTIVIDADE DA SUA EMPRESA?

Dois dos mais importantes indicadores na gestão empresarial são os de qualidade e os de produtividade.

Os indicadores da qualidade, ou indicadores da satisfação dos clientes, medem como o produto (ou serviço) é percebido pelo cliente e a capacidade de atender às expectativas dos clientes. Podem ser aplicados para a empresa toda, para um processo específico ou para uma área da empresa.

Pode-se dividir os indicadores da qualidade em dois tipos:

1.    Indicadores da não qualidade.
2.    Indicadores da qualidade.

Indicadores da qualidade medem o total de erros, não conformidades ou desvios que acontecem em um processo em relação ao total que foi produzido. A comparação do resultado obtido na medição de um indicador da qualidade com o índice-padrão de aceitação definido para um determinado processo (ou seja, índice desejado) é chamada de eficácia.


Como o índice desejado na medição é um Indicador da Qualidade de 100%, principalmente quando se pensa em termos de Qualidade, o número resultante da medida de um Indicador da Qualidade é o mesmo da medição da eficácia.

Indicadores de produtividade

Os indicadores de produtividade são ligados à eficiência. Estão dentro dos processos e tratam da utilização dos recursos para a geração de produtos e serviços. Medir o que se passa no interior dos processos e atividades permite identificar problemas e, consequentemente, preveni-los para que não tragam prejuízos aos clientes.

Os indicadores de produtividade são muito importantes, uma vez que permitem uma avaliação precisa do esforço empregado para gerar os produtos e serviços. Além disso, devem andar lado a lado com os de qualidade, formando o equilíbrio necessário ao desempenho global da organização.


Para quantificar a produtividade interna da empresa, deve-se comparar o que foi gerado com o que foi empregado de recursos para produzir determinado artigo. O resultado indicará o quanto está sendo consumido ou utilizado para cada unidade do que foi produzido ou entregue.

Ao contrário dos resultados dos indicadores da qualidade, que aparecem na forma de percentual, os indicadores da produtividade são uma relação entre duas unidades de medida diferentes: uma que quantifica os recursos utilizados e outra que quantifica as saídas produzidas.


É de extrema importância que os indicadores sejam elaborados após a identificação das saídas e dos recursos do processo que vai ser medido. Saídas de um processo são, muitas vezes, recursos de outros. Por exemplo: pessoas treinadas de uma organização são saídas do processo de treinamento, mas devem ser consideradas como recursos disponíveis para os demais processos.

Assim como os indicadores da qualidade, os resultados dos indicadores da produtividade (índices) devem ser comparados com padrões pré-estabelecidos, considerados como os valores aceitáveis para o processo que está sendo medido.

Chama-se de “eficiência do processo” a relação entre o resultado obtido na medição de um indicador de produtividade e o índice estabelecido como padrão do processo.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

PARCERIAS, UM ÓTIMO NEGÓCIO

Vemos nos dias atuais a fusão e outras formas de parcerias de empresas dos mais diversos setores. Para citar exemplos recentes, temos a união da Sadia e Perdigão, a aquisição do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar, isto sem levar em conta a recente onda de fusões no setor bancário. Tais parcerias têm como objetivo a redução de custos e a soma de esforços e recursos a fim de aproveitar melhor as oportunidades e os desafios apresentados pelo mercado.

Mas quem disse que parceria é um bom negócio apenas para as grandes empresas? Parcerias também podem ser utilizadas pelo segmento das micro e pequenas empresas com os mesmos objetivos daquelas criadas por médias e grandes empresas.


Como estruturar parcerias?

Existem alguns meios para se firmar parcerias estratégicas entre empresas concorrentes. A forma mais conhecida delas é a “joint venture”. “Joint Venture” é a parceria entre duas ou mais empresas para exploração de um determinado negócio ou mesmo sua união permanente. Ela pode ser implementada através da constituição de uma terceira empresa, onde os parceiros serão sócios; através da fusão, ou seja, a união de duas ou mais empresas, criando-se uma nova empresa; ou através de contratos de fornecimento, prestação de serviços e/ou parceria comercial.


Havendo interesse entre duas ou mais empresas em firmarem uma parceria, será importante as negociações de alguns pontos, a saber:

  • O que se espera alcançar com tal parceria, ou seja, quais os ganhos de cada uma das empresas;
  • Definição de como será o uso das marcas envolvidas na parceria;
  • Direitos e obrigações de cada uma das empresas parceiras;
  • Escolha dos administradores de tal parceria;
  • No caso de criação de uma terceira empresa, quantas quotas do capital social pertencerão a cada uma das empresas;
  • No caso de fusão da empresa, análise do passivo (obrigações e dívidas de cada uma das empresas), bem como do ativo (direitos, valores, equipamentos, instalações, imóveis, veículos) pertencente a cada uma das empresas e a forma como tais valores serão incorporados ao capital da empresa resultante da respectiva fusão;
  • Determinação do prazo de duração, caso exista, para o funcionamento da parceria.

Com todos esses itens negociados, o próximo passo será a elaboração do contrato de constituição da tão desejada parceria. Para isto, será essencial contar com uma boa assessoria jurídica e contábil.

Depois, é faturar.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


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