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terça-feira, 28 de março de 2017

TOMADA DE DECISÕES – SIX THINKING HATS

A ferramenta “Six Thinking Hats” (ou “Seis Chapéus Pensantes”, em tradução livre) foi desenvolvida por Edward de Bono em seu livro “Six Thinking Hats” em 1985. A ferramenta te ajuda a olhar pra uma decisão de diferentes pontos de vista, te forçando a sair do seu ponto de vista habitual.

Pessoas otimistas tendem a ver o lado bom em tudo e eventualmente subjugam ou deixam de ver esforço em determinados pontos. Assim como pessimistas podem ser excessivamente defensivos e pessoas mais emocionais têm dificuldade em tomar decisões com calma e racionalmente. Quando você usa os 6 chapéus você tende a analisar as decisões usando diferentes abordagens. Seus pontos de vista serão um mix de ambição, criatividade, habilidade na execução, sensibilidade e um bom plano de contingência.


Como funciona

A utilização das linhas de pensamento pode ser feita em grupo ou num momento de introspecção. Cada chapéu é uma linha de pensamento.
  • Chapéu branco – Com esse chapéu você foca nos dados disponíveis. Informações que tem em mãos e o que pode aprender dela e procura por buracos em seu conhecimento. É aqui que você analisa o passado e faz projeções futuras.
  • Chapéu vermelho – “Vestindo” esse chapéu você olha para os problemas usando a intuição e emoção. Também tenta prever como as outras pessoas reagirão.
  • Chapéu preto – O chapéu pessimista. Com ele você deve olhar todos os aspectos negativos que envolvem decisão e o que talvez não funcione. Essa abordagem é importante porque destaca os pontos fracos do plano. Te permite eliminar, alterar ou trabalhar num plano de contingências às possíveis falhas.
  • Chapéu amarelo – O chapéu amarelo ajuda você a enxergar as coisas positivamente. Ele te permite enxergar os benefícios trazidos com a decisão e o valor agregado.
  • Chapéu verde – Criatividade. Aqui é onde você pode desenvolver soluções criativas para o problema. É um apanhado de ideias sem restrições ou críticas. Varias ferramentas de criatividade podem te ajudar aqui (vou procurar listar algumas nos próximos posts).
  • Chapéu azul – o chapéu azul é o controle dos processos. É o chapéu utilizado pelas pessoas que conduzem a linha de pensamento.

Visite o site: http://www.mapamental.org/

Exemplo

Os diretores de uma construtora estão tentando decidir onde eles devem construir um novo prédio comercial. A economia vai bem, o número de espaços vagos está reduzindo drasticamente. Eles decidem usar essa técnica para ajudar na decisão.

Usando o chapéu branco eles analisam os dados que têm: A tendência de valorização de novos imóveis e projeções do governo que mostram um crescimento na procura de imóveis comerciais.

Usando o chapéu vermelho alguns dos diretores acham que a fachada proposta pros prédios é feia e isso pode inibir potenciais clientes.

Quando usando o chapéu preto eles se preocupam que as projeções governamentais talvez estejam erradas.

Com o chapéu amarelo, entretanto, as projeções podem estar corretas e o investimento terá valido muito à pena.

Usando o chapéu verde eles pensam nas possibilidades de mudança da fachada dos prédios e outras possibilidades de investimento do dinheiro.

O chapéu azul é utilizado pelo anfitrião da reunião para direcionar as linhas de pensamento e alternar entre os estilos.

Vale a pena ler o livro de Edward de Bono para mais detalhes sobre essa técnica.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

Fonte: Mindtools - www.mindtools.com/ 

domingo, 26 de março de 2017

É O HOMEM MAIS OCUPADO QUE TEM MAIS TEMPO LIVRE!

Você provavelmente já percebeu que se tiver dez minutos para escrever um relatório, você vai escrevê-lo em dez minutos. Mas se tiver quatro horas, vai levar quatro horas para fazer a mesma coisa.

Essa é a essência da "Lei de Parkinson", desvelada pela primeira vez em 1955, pelo historiador Cyril Northcote Parkinson (1909-1993), nas páginas de The Economist. Parodiando o ensaio típico de socioeconômica, Parkinson "provou" sua tese fazendo gráficos do crescimento da burocracia naval britânica, numa época em que as responsabilidades desta estavam diminuindo: mais pessoas estavam sendo necessárias para produzir menos do que de costume.


"É o homem mais ocupado que tem mais tempo livre", disse Parkinson. As pessoas arranjam trabalho para si mesmas; o que varia não é o tempo livre, mas a eficiência. Altamente interessado em saber como sua lei funcionava no ambiente de trabalho, Parkinson sarcasticamente observou que "um oficial quer multiplicar subordinados, não rivais" e que "os oficiais arranjam trabalho uns para os outros."


Independentemente da quantidade real de trabalho, os administradores continuam a contratar mais subordinados, simplesmente porque querem parecer mais responsáveis e poderosos, começando uma reação em cadeia que exige mais subalternos e mais supervisores, sem qualquer aumento apreciável de produtividade. Apesar da ironia de Parkinson, sua lei funciona de fato, tanto no trabalho como em casa.

Quanto mais ocupado você é, mais eficiente precisa ser. Quanto mais vazio for seu dia, mais tempo será consumido para realizar tarefas simples. Considerando a natureza humana, tarefas intermináveis - como certas faxinas domésticas - são uma espécie de dádiva dos céus.

Pense nisto e tenha uma ótima semana.


Fonte: Prof.A.Marins - Consultor e Treinador de Melhoria dos Resultados da Empresa - Gestão - Qualidade – Marketing – antomar.marins@gmail.com

quarta-feira, 22 de março de 2017

COMO RESOLVER PROBLEMAS DE FORMA EFICAZ

A resolução de problemas é uma das habilidades mais essenciais da vida. Todos nós resolvemos problemas e tomamos decisões todos os dias. Não importa se eles sejam grandes ou pequenos, simples ou complexos, fáceis ou difíceis. Como você lida com eles será um fator determinante no sucesso da sua vida. Este artigo dará a você algumas ferramentas para ajudar a encontrar soluções.

Para lidar com um problema real você deve diagnosticar a situação de modo que você possa se concentrar nas suas causas. Para identificar as possíveis causas você pode usar o Diagrama de Ishikawa, também conhecido como “Espinha de Peixe” ou “Diagrama 6M”.


Diagrama de Ishikawa foi proposto pelo japonês Kaoru Ishikawa, que foi um engenheiro de controle de qualidade, teórico da administração das companhias japonesas, que viveu entre os anos de 1915 e 1989. Na década de 60, ele trouxe à tona o método que serviu como uma das ferramentas da qualidade mais utilizada pelas empresas do mundo todo.

Embora o surgimento do método tenha originalmente tido o objetivo de identificar as causas dos problemas no processo de fabricação de um produto, ao longo dos anos de aplicação foi constatado que o Diagrama de Ishikawa pode ser utilizado em qualquer tipo de problema organizacional.

Ishikawa observou que, embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos com essa ferramenta, pelo menos 95% alcançariam resultados satisfatórios ao serem analisadas através da espinha de peixe. Seu principal objetivo é o de identificar quais são as causas para um efeito ou problema.


Para tanto, existe a divisão 6 M´s, que enumera onde os problemas de um processo podem estar:

Mão de obra: quando um colaborador realiza um procedimento inadequado, faz o seu trabalho com pressa, é imprudente etc.

Material: quando o material não está em conformidade com as exigências para a realização do trabalho.

Meio ambiente: quando o problema está relacionado ao meio externo, como poluição, calor, poeira, etc., ou mesmo, ao ambiente interno, como falta de espaço, dimensionamento inadequado dos equipamentos etc.

Método: quando o efeito indesejado é consequência da metodologia de trabalho escolhido.

Máquina: quando o defeito está na máquina usado no processo.

Medida: quando o efeito é causado por uma medida tomada anteriormente para modificar processo.

Exemplo

A partir de então, é preciso que os envolvidos comecem a avaliar quais as causas do problema, levando em consideração os 6 M’s. Para tanto, se usa o desenho de uma espinha de peixe, onde o problema deve ser escrito dentro da cabeça do peixe e suas causas ao longo da espinha. 

É preciso identificar e separar as possíveis causas como principais, secundárias, terciárias, etc. A equipe que participa do método Diagrama de Ishikawa deve ser estimulada a pensar: “O quê?”, “Por quê?”, “E o que mais?”.

Depois de serem analisadas as causas do efeito indesejado, é necessário buscar soluções, uma por uma, destinando sempre uma pessoa que fique responsável pela solução do problema identificado. Quando o problema for resolvido, a equipe de reúne novamente e cada pessoa deve explicar que atitudes foram tomadas para a resolução do efeito.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!
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