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sexta-feira, 24 de julho de 2015

MINHA EQUIPE É DE OURO

Ao contrário do que muita gente pensa, motivar uma equipe não é “custo”, é “investimento”. Ela dá “lucro” para as empresas e para as pessoas. O segredo está em descobrir o que motiva o grupo para que se possa obter o máximo dele.

Aí está onde os gerentes normalmente erram. Motivar a equipe é muito mais do que dar “tapinhas nas costas”, distribuir sorrisos gratuitos (lembre-se que você acaba rindo na hora errada), viver elogiando etc. A equipe é formada por indivíduos que têm necessidades e desejos ímpares, por isso é importante se dedicar algum tempo para as pessoas que a compõe. Afinal, não existe nada mais desigual do que tratar todo mundo igual!


Além disso, se deve desenvolver um programa baseado no tripé: educar, treinar e fazer, para explorar o máximo do potencial de cada um e desenvolver um ambiente propício ao crescimento pessoal e profissional do grupo.

A Abordagem Holística de Maslow

Em sua abordagem holística, Maslow diz que as empresas devem ser vistas como organizações que têm como missão maior satisfazer a necessidade de sobrevivência do ser humano. Quem fizer isso da melhor maneira ganhará o lucro desejado. A empresa é um dos ancoradouros do ser humano e um lugar onde ele poderá realizar o seu potencial.

Mais adiante observa: O potencial mental das pessoas – maior ou menor velocidade de aprendizado – é aleatório, não sendo na sua origem, afetado por nenhum fator.


O que ele demonstra é que os indivíduos têm limitações em sua capacidade de aprendizagem em relação à unidade de tempo. Isto é, algumas pessoas apreendem em menor tempo que as outras. Isso não quer dizer que quem demora mais tempo para apreender seja menos inteligente do que outra. Mas, sem dúvida alguma, isto traz algumas consequências para as políticas de recursos humanos da empresa, tanto que Maslow estabeleceu três premissas:

1.    Todo programa de educação e treinamento deve ser baseado no lema educar, treinar e fazer. Se é difícil educar e treinar as pessoas, só devemos faze-lo quando diante de uma necessidade evidente advinda da necessidade da empresa.

2.    Como a educação e treinamento são limitados no tempo, deve-se faze-lo por toda vida do colaborador de forma planejada, sistemática e contínua.

3.    Como é difícil educar e treinar as pessoas hábeis nas atividades necessárias à sobrevivência da empresa, as pessoas devem ser retidas na empresa.

Tudo o que foi apresentado nos leva, forçosamente, a outro conceito: o do crescimento do seu humano. Este conceito está baseado na intenção de que as pessoas devem fazer sempre serviços de valor agregado cada vez maior.

Maior valor agregado para as pessoas significa trabalho no qual se pensa, planeja, escreve, fala, ordena, mostra, instrui etc., ao invés de copiar, seguir obedecer etc.

Aí está o grande desafio do gerente: planejar programas, treinamentos e atividades que contribuam de forma efetiva para o crescimento do ser humano e da empresa.

Ao fazer isso, você terá o direito de dizer: Minha equipe é de ouro!

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Autor: Prof.A.Marins - Gestão Estratégica de Negócios: Pensamentos e Reflexões, Rio de Janeiro

sábado, 18 de julho de 2015

MAU HUMOR REDUZ A PRODUTIVIDADE NO TRABALHO

Trabalhar mal humorado ou com pessoas que não estão de bom humor é prejudicial para o desenvolvimento das tarefas. É o que afirma a consultora de RH (Recursos Humanos) e professora do Centro Universitário FIEO, Maria Bernadete Pupo.

Segundo a especialista, trabalhar de “cara feia” pode causar problemas com os colegas, com o chefe e até mesmo com os clientes. Ela acrescenta que a infelicidade momentânea afasta as pessoas e dificulta os relacionamentos.

"Se o mau humor persiste, o profissional vai ficando cada vez mais infeliz, o que aumenta o índice de erros e, consequentemente, reduz a produtividade", alerta.

Chefe mal humorado

A situação piora quando o mal humorado da empresa é o gestor da equipe. Maria explica que, neste caso, é comum os profissionais terem receio em pedir sugestões e ajuda, pois têm medo de se aproximar do chefe.


Ela afirma que muitos profissionais adotam a postura de mal humorados com a intenção de impor respeito. Mas quem age desta maneira acaba passando uma imagem negativa para os colegas e até mesmo para a empresa. Além disso, alguns mal humorados não se enxergam desta maneira.

Uma dica que pode ajudar é conversar com o colega ou com o chefe sobre o temido mau humor. Este assunto só deve ser abordado se o profissional mal humorado se mostrar disponível para falar sobre a situação.

Quando se torna uma doença

A psicóloga e vice-presidente de projetos da ABQV (Associação Brasileira de
Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, explica que o estado de humor é influenciado pela percepção que as pessoas têm a respeito do que acontece em suas vidas.

"Ficamos mais ou menos bem humorados quando percebemos uma situação como sendo mais ou menos estressante. É claro que situações como a falta de dinheiro, o congestionamento no trânsito e a competição no trabalho não são agradáveis, mas eu posso sofrer mais ou menos com essas situações, se eu penso que elas podem ou não podem ser administradas".

Ela acrescenta que, quando o mau humor persiste, tornando-se desproporcional à situação, mesmo depois do problema resolvido, isso passa a ser considerado patológico e precisa ser tratado, pois pode causar prejuízo para a pessoa e para suas relações afetivas e profissionais.

De acordo com a especialista, o quadro psiquiátrico que mais se aproxima do mau humor é a distimia. Caracteriza-se por uma depressão crônica que se expressa por meio do mau humor, da intolerância, arrogância e irritabilidade em diferentes situações.

"Quando o mau humor é acompanhado de inadequação, perda de interesse, retraimento social, raiva excessiva, pode ser que estejamos diante de um quadro de distimia. A distimia pode se apresentar em intensidade leve ou moderada e pode surgir na adolescência ou em idade tardia, trazendo dificuldades para o paciente e para as pessoas de seu convívio", finaliza.

E como anda o seu humor?

Pense nisto e tenha uma ótima semana.


Nota: Os textos aqui apresentados são extraídos das fontes citadas em cada matéria, cabendo às fontes apresentadas o crédito pelas mesmas.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

PLANEJE SEU DIA-A-DIA OU TORNE-SE UM APAGADOR DE INCÊNDIOS

No meio do seu dia-a-dia de um Gerente sempre aparecem coisas urgentes para serem realizadas imediatamente e, além disso, muitos gestores acabem perdendo tempo precioso correndo atrás da “bagunça” que eles mesmos – ou outros – criaram.

Muitos gestores desperdiçam tempo demasiado porque “brincam” de super-heróis; ou seja, eles estão sempre prontos a entrar em ação e apagar um incêndio. Isso ocorre porque são movidos pela ansiedade deles e dos outros, mas quando “espremem” as frutas das mensagens percebem que sobrou pouco “suco”.

Os Gerentes não podem deixar que sua ansiedade – e a dos outros – os contamine, pois viver para “apagar incêndios” é como correr numa esteira ergométrica, onde nos esforçamos muito e não chegamos a lugar algum.


Dessa forma, no seu cotidiano um gestor deve saber agir planejadamente, aprendendo a diferenciar urgência de angústia. A angústia dos outros dos outros pode se transformar numa urgência, mas pode não ser necessariamente urgente para o Gerente. Diante disso, ele deve saber planejar com inteligência e agir com urgência, mas não pela angústia alheia e sim pela real necessidade de sua própria urgência.

Planejando Seu Dia-a-Dia

Para saber aonde vai um Gerente precisa alocar tempo para o planejamento e, na sua programação do tempo, ele deverá alocar para si certa parcela de tempo tranquila a cada dia a fim de definir prioridades. Além disso, o gestor também precisará de tempo para colocar seu subconsciente para funcionar, pensar criativamente, relaxar e / ou desenvolver novas habilidades.


Diante disso, quando montar sua programação diária o Gerente não deve se esquecer de deixar algum tempo entre seus compromissos para tratar as emergências repentinas. O tempo de transição – entre atividades importantes – pode ser reservado para tarefas simples; ou seja, tarefas que consumam de cinco a quinze minutos no máximo.

Dessa forma, o Gerente deve usar seu “melhor período de tempo” para as tarefas prioritárias. Digamos que ele se sinta melhor durante o período da manhã, quando sua energia está no auge entre às oito horas até ao meio-dia. Durante pelo menos duas horas ele deve se esforçar para não receber nenhum telefonema, nenhuma visita e nem mesmo assuntos corriqueiros com colegas – somente trabalho tranquilo.

Deveria haver exceções? Tão poucas quanto possível. O benefício? O Gerente realiza em duas horas o que normalmente levaria três. Sendo assim, se o gestor for efetivamente uma pessoa matinal ele deve programar sua “hora tranquila” para esse período do dia. Seguem abaixo algumas dicas:
  • Feche sua porta
  • Faça com que interceptem os telefonemas e os visitantes.
  • Não marque compromissos durante essa “hora tranquila”.
  • Gaste o tempo e a abundância de sua energia trabalhando naquela tarefa que trará maior contribuição para suas metas organizacionais.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O SEGREDO DO “PÃO COM MANTEIGA”

Com um grupo de empreendedoras discutia o capítulo “Qualidade Orientada para o Cliente”, do meu livro “Sonhar é para Estrategistas”.

Nele escrevi que a qualidade deixou de ser o fator que diferencia e caracteriza um determinado produto ou serviço. Atualmente, é o cliente quem orienta as empresas para atender às suas necessidades e expectativas. As empresas de sucesso no mundo têm um ponto comum: são orientadas para o cliente e todas as suas estratégias objetivam aproximar-se cada vez mais de seu cliente buscando retê-lo, isto é, tornando-o fiel à organização.

Elas queriam que eu as ensinasse uma “fórmula mágica” para fazer isto. A verdade deste “segredo” é o mesmo das organizações de sucesso: desenvolver um processo, planejado e contínuo, de ouvir a voz dos seus clientes. Para tanto utilizam modernas técnicas e pesquisa, entrevistas, grupos de foco, entre outros.

A partir daí a discussão tornou-se mais técnica e “pesada”, pois cada uma tinha uma opinião e queriam contar sua experiência. Foi aí que me lembrei de um caso intitulado Pão cm Manteiga que dava para aliviar a discussão sem, entretanto, fugir do tema.


Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.

A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou:

“Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida”.

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:

“Muito obrigado por este presente, meu amor… Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!”

Moral da história:

1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe…
2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você…
3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor…
4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.

PS: Lembrar-se disto é tão simples como um pão com manteiga!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

OS CROCODILOS DA VIDA

Certa vez fui procurado por um funcionário da empresa onde trabalhava como gerente, para ajudá-lo numa decisão. Ele tinha pretensões de assumir um cargo de chefia, porém teria que passar por rígida seleção interna, da qual participariam candidatos de outros estados e estava com medo de ser reprovado.

Tentei acalma-lo e procurei mostrar a oportunidade que estava aparecendo. Além disso, contei sobre as inúmeras decisões que as pessoas são obrigadas a fazer por toda sua vida.

Apesar de ouvir-me atentamente e saber que aquele era o último dia para inscrever-se, agradeceu-me e disse que provavelmente não iria inscrever-se.

Quando fiquei sozinho na minha sala, comecei a pensar numa forma de ajudá-lo, pois sabia da sua competência, apesar da pouca idade. Lembrei-me de história dos “Crocodilos da Vida” contada por um dos meus professores e decidi eu mesmo fazer a sua inscrição.


No final do dia contei de sua inscrição e contei-lhe o seguinte:

Um milionário promove uma festa em uma de suas mansões e, em determinado momento, pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos:

– Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.

Neste momento, alguém salta na piscina...

A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura a boca dos crocodilos com pés e mão e torce o rabo dos répteis. Muita violência e emoção. Parecia um filme do Crocodilo Dundee!

Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido. O milionário aproxima-se, dá-lhe os parabéns e pergunta:

– Onde quer que lhe entregue os carros, e os aviões?
– Obrigado, mas não quero seus carros e aviões.
– E as mansões?
– Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.

Impressionado, o milionário pergunta:

– Mas se você não quer nada do que ofereci o que quer então?

E o homem respondeu irritado:

– Achar o engraçadinho que me empurrou na piscina!

Moral da história:

Somos capazes de realizar muitas coisas que por vezes nós mesmos não acreditamos, basta um empurrãozinho. Um “engraçadinho”, em certos casos, também é muito útil na nossa vida.

Quanto ao colaborador, hoje é um dos diretores da empresa, mas tem um peso de papel na sua mesa sob a forma de um crocodilo... Ele tem sido útil para muita gente!

Pense nisto e tenha uma ótima semana!
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