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quinta-feira, 31 de julho de 2014

COMO IDENTIFICAR UM LÍDER COACH

O líder que se que explica com objetividade e exemplos o que espera de sua equipe, em vez de só falar em valores vagos e abstratos, é mais do que um chefe, segundo a consultora de empresas Maria Cristina Gattai. “É o líder coach”, afirma ela. “Ele não se limita simplesmente a uma posição que ocupa na empresa. Porque sabe que liderança é, antes de tudo, uma questão de atitude”.

A seguir, o que faz o “líder coach” diferente do chefe tradicional:

1. Colabora para o desenvolvimento individual dos profissionais.

Em vez de encaminhar os funcionários para treinamentos planejados e conduzidos pelo RH, o líder coach chama para si a responsabilidade pela formação e aperfeiçoamento de sua equipe. “Ele direciona as pessoas para o aumento de performance por meio da identificação do que cada um faz melhor”, afirma ela. “Faz parte de seu trabalho desenvolver talentos”.

2. Mostra o destino, mas deixa o outro trilhar o caminho.

O líder coach define as metas com clareza e guia os funcionários para que as atinjam. Porém, não fala como e quando cada um deve fazer para alcançá-las. “Quando o chefe dá a receita, tira a responsabilidade da pessoa pela tomada de decisão”. O que ele faz é ajudar a equipe a buscar soluções próprias.


 3. Pratica os valores.

Falar sobre os valores de uma empresa pode soar como algo vago e suscitar variadas interpretações. Dizer que proatividade ou lealdade de seus funcionários pode significar atitudes diferentes no entendimento de cada um deles. Portanto, o líder coach deve se empenhar traduzir em ações o tipo de conduta que espera de seu time. “Ele pode criar indicadores para avaliar se os valores estão sendo cumpridos”.

4. Faz primeiro e depois cobra.

“Faça o que eu digo, mas não faça o que eu falo” não serve para um líder coach. Para ser seguido e respeitado – e não apenas aceito por uma imposição hierárquica –, ele precisa aplicar os conceitos que prega em suas atitudes cotidianas.

5. Sabe o que quer.

Além de saber o que quer, sabe como comunicar e engajar todos no mesmo propósito. “O chefe que não se preocupa em desenvolver uma meta comum, acaba formando uma equipe que se perde no individualismo das pessoas”. O líder coach tem claro para si o que os funcionários devem atingir e os ajuda com orientações constantes e práticas.

6. Assume que o erro é nosso, o acerto é seu.

O líder coach se empenha no desenvolvimento de cada um individualmente. Para isso, deve premiar o grupo por meio de indicadores de performance e resultados. Já os erros, são responsabilidade de seu próprio trabalho. “O chefe tradicional faz sua gestão reforçando os erros – e não os acertos”.


 7. Oferece feedbacks constantes.
Seções formais de feedback servem para o chefe que não tem segurança ou conhecimento para ser assertivo no momento em que a conduta dos subordinados sai dos trilhos. “O líder coach atua no dia a dia através de conversas em tempo real, conduzidas de maneira informal e rápida (de cinco a dez minutos)”, diz a consultora. Com isso, o comprometimento do grupo tende a aumentar, assim como o desenvolvimento individual de cada um, que saberá exatamente os pontos a serem trabalhados.

8. Investe na diversidade.

O líder tradicional busca pessoas que tenham um perfil semelhante ao seu para compor sua equipe de trabalho, segundo Cristina. Já o gestor com postura de coach reconhece que as diferenças entre um e outro podem contribuir para uma equipe mais forte e completa. “Ele explora o que há de melhor em cada estilo para compor um time vencedor”.

9. Dá liberdade à equipe.
Saber delegar é uma característica do líder coach. “Na sua delegação, ele transfere autoridade às pessoas comprometidas e competentes”. Ao final, a responsabilidade sobre o trabalho do grupo volta a ser dele. Já o chefe tradicional não delega as tarefas porque é inseguro e tende a acreditar que, se o fizer, o funcionário terá a chance de se destacar mais do que ele.

10. Conhece sua equipe.
Enquanto o chefe tradicional se preocupa com a tarefa a ser executada naquele momento, o líder coach tem uma visão mais ampla de seus subordinados e atividades. “Ele conhece as qualificações e capacidades de cada integrante de seu time”, afirma a consultora. “E mantém essas observações atualizadas, já que a equipe está sempre se desenvolvendo.”
11. Forma sucessores.

Dizem que bom professor é aquele que ensina o aluno a ponto de ser superado por ele. Este seria o líder coach. Alguém que colabora na construção da maturidade profissional dos subordinados, reconhecendo em que aspectos cada um precisa melhorar. Enquanto o líder tradicional está preocupado em manter seu emprego e se mostrar imprescindível para a organização, o coach deixa sucessores prontos a assumir seu posto quando necessário.

Pense nisto e uma boa semana! 

Fonte: Época Negócios 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

DIFERENÇA ENTRE INTELIGÊNCIA E ENGENHOSIDADE

Há alguns anos atrás reproduzi estes “cases” num artigo, sobre os quais existem várias versões. Alguns leitores me escreveram pediram que abordasse no blog o mesmo tema, de forma simplificada. Atendendo estes leitores e os que ainda não os conheciam, hoje os republico:

NASA

Quando, antes dos anos 60, a NASA iniciou o envio de astronautas para o espaço, advertiram que as suas “esferográficas” (bolígrafos) não funcionariam à gravidade zero, dado que a tinta não desceria à superfície onde se desejaria escrever.

Ao fim de 6 anos de testes e investigações, que exigiram um gasto de 12 milhões de dólares, conseguiram desenvolver uma esferográfica que funcionava em gravidade zero, debaixo de água, sobre qualquer superfície incluindo vidro e num leque de temperaturas que iam desde abaixo de zero até 300 graus centígrados.

Os russos, pelo seu lado, esqueceram e descartaram as esferográficas “bolígrafos” e, simplesmente deram lápis às suas tripulações para que pudessem escrever sem problemas.

O EMPACOTADOR DE SABONETES

Em 1970, um cidadão japonês enviou uma carta a uma fábrica de sabonetes de Tókio, reclamando ter adquirido uma caixa de sabonetes que, ao abri-la, estava vazia. A reclamação colocou em marcha todo um programa de gestão administrativa e operativa; os engenheiros da fábrica receberam instruções para desenhar um sistema que impedisse que este problema voltasse a repetir-se.
 

Depois de muita discussão, os engenheiros chegaram ao acordo de que o problema tinha sido desencadeado na cadeia de empacotamento dos sabonetes, onde uma caixa em movimento não foi cheia com o sabonete respectivo.

Por indicação dos engenheiros, desenhou-se e instalou-se uma sofisticada máquina de raios-X, com monitores de alta resolução, operada por dois trabalhadores, encarregados de vigiar todas as caixas de sabonete que saíam da linha de empacotamento para que, dessa maneira, se assegurasse de que nenhuma ficaria vazia. O custo dessa máquina superou os 250,000 dólares.

Quando a máquina de raios-X começou a falhar, ao fim de cinco meses de ser operada pelos três turnos da empresa, um trabalhador da área de empacotamento pediu emprestado um potente ventilador (ventoinha) e apenas o apontou na direção da parte final da passadeira transportadora. À medida que as caixinhas avançavam nessa direção, as que estavam vazias simplesmente saíam voando da linha de empacotamento, por estarem mais leves.

O HOTELEIRO NOVAIORQUINO

O gerente geral de uma cadeia hoteleira nova-iorquina viajou pela segunda vez para Seul, no lapso de um ano; ao chegar ao hotel onde devia hospedar-se, foi recebido calorosamente com um: - "Benvindo novamente senhor! Que bom vê-lo novamente em nosso hotel!l".

Duvidando de que o recepcionista tivesse tão boa memória e surpreendido pela recepção, pensou que, - no seu retorno a New York, imporia igual sistema de tratamento ao cliente na cadeia hoteleira que administrava. No seu regresso, convocou e reuniu todos os seus gerentes, pedindo-lhes para desenvolver uma estratégia para atender tal pretensão.

Os gerentes decidiram implementar um software de reconhecimento de rostos, base de dados atualizada dia a dia, câmeras especiais, com um tempo de resposta em micro segundos, assim como a pertinente formação dos empregados etc., cujo custo aproximado seria de 2.5 milhões de dólares. 

O gerente geral descartou a ideia devido aos elevados custos. Meses depois, na sua terceira viagem a Seul, tendo sido recebido da mesma maneira, ofereceu uma boa gratificação ao recepcionista para que lhe revelasse como o faziam.

O recepcionista disse-lhe então:
 
Repare senhor, aqui temos um acordo com os taxistas do aeroporto; durante o trajeto, eles perguntam ao passageiro se já antes se hospedou neste hotel e, se a resposta é afirmativa, eles, à chegada ao Hotel, depositam as malas do hóspede do lado direito do balcão de atendimento.

Se o cliente chega pela primeira vez, as suas malas são colocadas do lado esquerdo. O taxista é gratificado com um dólar pelo seu trabalho...

Aí está a diferença entre inteligência e engenhosidade!

Pense nisto e uma boa semana!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

LEI DO CAMINHÃO DE LIXO

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.

O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz.

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós, nervosamente.

O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo.

E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: – Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital.

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de A Lei do  Caminhão de Lixo.


Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam  de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não  tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e em o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranqüilo...

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais; assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem. Peça a proteção de Deus para tais pessoas...

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!


Fonte: Monica Patrocinio Silva - mpatro@ig.com.br

quarta-feira, 16 de julho de 2014

COMO NEGOCIAR “CONTRA” UMA EQUIPE DE NEGOCIADORES?

Imagine uma reunião com o Diretor de Compras de uma empresa para a qual está tentando vender. Você teve o cuidado de  se preparar. A sua empresa investiu numa expansão acreditando que  conseguiria colocar seus produtos nesse cliente.

A  secretária o faz entrar numa sala de reunião. Nela já estão seis  pessoas. Com o diretor, sete! Você, que havia se preparado para  negociar com uma pessoa, está diante de uma equipe de negociadores.

E agora? Tento adiar e propor trazer a minha equipe ou enfrento as feras! Quando isso acontecer, adote a seguinte postura:

Mantenha a calma — Encare os presentes. Você está preparado.

Adote o bom humor — A descontração tende a provocar empatia.

Demonstre humildade — A postura arrogante é a pior alternativa. A reação tenderá a ter o mesmo tom.  Atenção! Ser humilde não significa ser submisso.

Responda "apenas" ao que sabe —  Quando não tiver uma resposta proponha estudar o assunto e enviar posteriormente ou enviar um técnico para discutir com o responsável da área.

Detecte o líder — Muitas vezes o líder não é o de maior posição hierárquica.  Normalmente é o que fala mais alto, faz perguntas inteligentes, resume tudo dando a palavra final.

Use o apoio e seduza o aliado — Saiba usar o apoio de quem concorda com você. Não se esqueça de se referir às pessoas pelos nomes.

Dê atenção a todos — Cuidado! Nem sempre quem fala mais tem a posição hierárquica superior. O mesmo acontece quando existem mulheres no grupo! A representante feminina pode ser a pessoa que decide.

Negociar "contra" uma equipe de negociadores requer preparação, poder de persuasão e influência e muito sangue frio! 

Autor: Márcio Miranda é considerado um expert em negociação e administração gerencial. É membro executivo da American Marketing Association, autor de diversos artigos sobre negociação e administração gerencial. É o presidente da Associação Brasileira de Negociadores. – www.marciomiranda.com.br

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