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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

MINHA EQUIPE É DE OURO

Ao contrário do que muita gente pensa, motivar uma equipe não é “custo”, é “investimento”. Ela dá “lucro” para as empresas e para as pessoas. O segredo está em descobrir o que motiva o grupo para que se possa obter o máximo dele.

Aí está onde os gerentes normalmente erram. Motivar a equipe é muito mais do que dar “tapinhas nas costas”, distribuir sorrisos gratuitos (lembre-se que você acaba rindo na hora errada), viver elogiando etc. A equipe é formada por indivíduos que têm necessidades e desejos ímpares, por isso é importante dedicar-se algum tempo para as pessoas que a compõe. Afinal, não existe nada mais desigual do que tratar todo mundo igual!

Além disso, deve-se desenvolver um programa baseado no tripé: educar, treinar e fazer, para explorar o máximo do potencial de cada um e desenvolver um ambiente propício ao crescimento pessoal e profissional do grupo.


A Abordagem Holística de Maslow


Em sua abordagem holística, Maslow diz que as empresas devem ser vistas como organizações que têm como missão maior satisfazer a necessidade de sobrevivência do ser humano. Quem fizer isso da melhor maneira ganhará o lucro desejado. A empresa é um dos ancoradouros do ser humano e um lugar onde ele poderá realizar o seu potencial.


Mais adiante observa: O potencial mental das pessoas – maior ou menor velocidade de aprendizado – é aleatório, não sendo na sua origem, afetado por nenhum fator.


O que ele demonstra é que os indivíduos têm limitações em sua capacidade de aprendizagem em relação à unidade de tempo. Isto é, algumas pessoas apreendem em menor tempo que as outras. Isso não quer dizer que quem demora mais tempo para apreender seja menos inteligente do que outra. Mas, sem dúvida alguma, isto traz algumas conseqüências para as políticas de recursos humanos da empresa, tanto que Maslow estabeleceu três premissas:


1. Todo programa de educação e treinamento deve ser baseado no lema educar, treinar e fazer. Se é difícil educar e treinar as pessoas, só devemos faze-lo quando diante de uma necessidade evidente advinda da necessidade da empresa.


2. Como a educação e treinamento são limitados no tempo, deve-se faze-lo por toda vida do colaborador de forma planejada, sistemática e contínua.


3. Como é difícil educar e treinar as pessoas hábeis nas atividades necessárias à sobrevivência da empresa, as pessoas devem ser retidas na empresa.


Tudo o que foi apresentado nos leva, forçosamente, a um outro conceito: o do crescimento do seu humano. Este conceito está baseado na intenção de que as pessoas devem fazer sempre serviços de valor agregado cada vez maior.


Maior valor agregado para as pessoas significa trabalho no qual se pensa, planeja, escreve, fala, ordena, mostra, instrui etc., ao invés de copiar, seguir obedecer etc.


Aí está o grande desafio do gerente: planejar programas, treinamentos e atividades que contribuam de forma efetiva para o crescimento do ser humano e da empresa.


Ao fazer isso, você terá o direito de dizer: Minha equipe é de ouro!


Fontes:

SILVA, Antomar Marins e – Gestão Estratégica de Negócios: Pensamentos e Reflexões, Rio de Janeiro, Grifo.

MASLOW, A. H. – Motivation and Personality, New York, Harpes & How Publisher.

CERQUIRA, Wilson ­– Endomarketing: Educação e Cultura para a Qualidade, Rio de Janeiro, Qualitymark.

Um comentário:

Sônia Silvino disse...
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