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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

AS 36 ESTRATÉGIAS CHINESAS

Este breve tratado medieval chinês sobre a “arte da guerra” foi redescoberto, por acaso, em 1941, numa livraria no Norte da China. Estima-se que ele foi escrito no final da Dinastia Ming, ou Império do Grande Ming que governou a China de 1368 a 1644, depois da queda da Dinastia Mongol dos Yuan acabando com o período de caos iniciado por Sima Yam em 1263.

Tornou-se um dos tratados militares mais lidos em todo o mundo pela sua dupla vertente: quer como documento histórico da cultura chinesa e obra secular sobre estratégia quer como, em última instância, obra intemporal e abrangente que permite aplicar máximas orientais a situações do quotidiano.

Ele não é um uma obra de um só autor em particular. Ele foi escrito ao longo do tempo por diferentes pessoas: especialistas em tática militar, comerciantes, filósofos, escritores e pessoas comuns.

Foi elaborado, enriquecido e aperfeiçoado ao longo de séculos anos de guerra, golpes de estado, intrigas do império, competência econômica etc. Assim, qualquer pessoa pode usá-lo para entender a história, política, negócios e relações humanas. Oferece conselhos práticos para qualquer situação: vendas, tecnologia, táticas, pessoas etc. Quando você domina estas 36 estratégias, estará preparado para encontrar soluções a qualquer tipo de problema e será capaz de adaptar-se a toda classe de circunstâncias. Por isso dizem que quando você as domina você dominou a Arte da Estratégia.

Situações possíveis

Elas se subdividem em seis grupos de estratagemas. Cada grupo está relacionado a uma condição geral em que você poderá se encontrar:

  • Superioridade e Domínio
  • Igualdade e Busca do Desequilíbrio
  • Ataque e Economia de Esforços
  • Confusão e Busca de Equilíbrio
  • Decepção e Busca de Vantagem
  • Perigo e Sobrevivência

Trace a sua estratégia para 2010!

Nota do autor: O ideograma que aparece no topo do artigo significa “verdade”.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

VOCÊ CONSEGUE SE SUPERAR?

A revista Motivação publicou matéria especial sobre a importância dos tombos e “pancadas” que levamos na vida. Além de diversas histórias de pessoas, famosas ou não, que atingiram o sucesso depois de muitas dificuldades, alguns especialistas explicam como os tombos e pancadas podem ajudar as pessoas a conquistarem o que desejam!

O especialista em motivação Gilclér Regina diz que é possível obter muito aprendizado com as dificuldades: As adversidades são grandes universidades, e nunca o real problema das pessoas. As atitudes que temos diante dessas dificuldades é que são os problemas. Não se conhece um campeão pelo tamanho do tombo, e sim pela sua capacidade de se levantar.

Roberto Shinyashiki, psiquiatra, escritor e conferencista, concorda e acrescenta que os campeões nunca se importam muito em perder nem com o que perdem:
O campeão fica bravo com a derrota, com a dificuldade, mas levanta a cabeça para pensar no próximo desafio.

Então, quando levar um tombo ou uma bordoada, lembre-se de aproveitá-los da melhor maneira.
É possível aprender muita coisa com os momentos difíceis, principalmente sobre nós mesmos, sobre como somos capazes de superar as dificuldades. Não costumamos reconhecer nosso próprio potencial, mas, nos momentos difíceis, em que precisamos nos superar, começamos a entender o quanto somos superiores a qualquer dificuldade que possa aparecer. Enfrentar crises pessoais faz com que nosso autoconhecimento seja desenvolvido e passemos a entender seu real potencial, explica Gilberto Wiesel, pós-graduado em marketing e especialista em motivação.

E você, levou uma bordoada ou tombo no caminho rumo ao sucesso? Qual foi sua atitude diante disso? Aprendeu algo e seguiu em frente ou ficou paralisado devido à dificuldade? Quero conhecer a sua história e, para contá-la, basta acessar a Comunidade VendaMais (http://www.comunidadevendamais.com.br). Lá, entre no Grupo Motivação e participe do fórum de discussão: Qual é a sua atitude diante das dificuldades? Participe, conte sua história!

Fonte: Karen Jardzwski – Redatora-chefe da revista Motivação – karen@motivaonline.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

MAU HUMOR PEGA?

São comuns as queixas de pessoas pouco, relativamente ou muito insuportáveis. Filhos que se queixam de pais muito mau-humorados, pais que reclamam de filhos ou de namorados, esposas, amigos, enfim, conviver com uma pessoa mau-humorada é difícil e desagradável.


Se de uma hora para a outra, sem motivo aparente, você se pega reclamando de tudo e passa a maior parte do tempo de mau humor, com dificuldades em sentir prazer em atividades de rotina, sempre com cansaço e falta de energia, fique atento, você pode estar sofrendo de uma doença chamada Distimia.


O transtorno distímico é caracterizado por um quadro de depressão crônica, porém menos grave que o transtorno depressivo maior. O sintoma essencial da Distimia é o achado de depressão do humor, quase que diariamente, por um período de pelo menos dois anos, porém sem necessidade dos outros critérios de depressão maior. Comumente, os pacientes queixam-se também de distúrbios do apetite e do sono, bem como de baixa auto-estima.


A distimia é um dos transtornos do humor mais comuns. Estima-se que esse distúrbio acometa entre 3% a 5% da população geral, afetando igualmente homens e mulheres. Vale lembrar que muitas pessoas portadoras dessa doença não sabem que têm tal problema. Elas acreditam que os sintomas de pessimismo, negativismo, tristeza e baixo nível de energia são componentes normais de sua personalidade.


O filósofo Sêneca tentou desprezar o termo Distimia por crer que o latim não necessitava importar palavras de outra língua e escreveu um belíssimo trabalho intitulado “A Tranqüilidade da Alma”. Mas, a despeito da belíssima descrição do tipo psicológico depressivo e melancólico, Sêneca não conseguiu expressão latina que completasse a idéia de Distimia.


Quais as causas da distimia?


Provavelmente existem várias causas, dependendo de cada caso. Está claro que as pessoas que enfrentam muitas situações de estresse, na vida, apresentam risco aumentado de desenvolverem depressão crônica. Esses eventos são representados por: perda de um ente querido, estresse crônico associado à pobreza ou ao desemprego, doença crônica ou dor crônica. Algumas pessoas também podem apresentar fatores genéticos que predisponham à depressão crônica, e esses pacientes podem desenvolver distimia, independentemente do ambiente em que vivem.


Existem, ainda, alguns hábitos que podem aumentar a chance de uma pessoa tornar-se deprimida, como ter um estilo de pensamento negativista, tendência ao pessimismo, sensação de que nada pode ajudar, relutância em fazer alguma coisa para mudar certas realidades indesejadas.


Qual o melhor tratamento?


Não procure se auto-medicar. O melhor tratamento é aquele que ajuda a aliviar os sintomas do paciente mais rapidamente e deve ser receitado e acomapnhado por um médico.


De uma maneira geral, os antidepressivos conseguem proporcionar certo bem-estar após um a dois meses. Medicamentos antidepressivos de diferentes classes, mostraram benefício no tratamento desse distúrbio. A psicoterapia também pode ser uma ferramenta útil e ter algum efeito na depressão crônica, após alguns meses. Se o tratamento não estiver funcionando, converse com o seu médico, para que ele possa avaliar a modificação do mesmo.


Fonte: http://blogboasaude.zip.net/index.html