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sábado, 8 de outubro de 2011

SER CHIQUE SEMPRE

Há cerca de uma semana conversava com amigos a forma que fomos “atropelados” por três mulheres no elevador que estávamos esperando com duas clientes. Quando o elevador chegou, as três senhoras nos empurraram e entraram com arrogância no elevador.

Pude observar que todas eram muito bonitas e usavam marcas de grife, perfumes importados, mas deixaram a educação em casa... Que pena!

Por coincidência chegou-me às mãos o oportuno artigo assinado pela jornalista e empresária Glória Kalil, que repasso aos meus leitores, como um hino a falta de modos, postura, educação etc. que muitas mulheres estão incorporando. Sinto falta do tempo do charme feminino, que nos dava a oportunidade de sermos cavalheiros e gentis... sem imposição.

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida. Chique mesmo é ser discreto. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras. Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta. E evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar-se do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar”, “o telefone”, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia. Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios. Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com “trocentas” plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo... falsidade. Mas, para ser chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo. Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta. Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

Autora: Glória Kalil – Empresária e consultora de moda brasileira. Diretora de confecções como Fiorucci e Jeigikei – http://chic.ig.com.br/

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CINCO PASSOS PARA SER UM LÍDER DE SUCESSO

Estar à frente de um grupo de trabalho requer dedicação, comprometimento e postura ética. Exercer a liderança significa, entre outras coisas, gerenciar processos para alcançar os objetivos da empresa, motivar colaboradores e servir de exemplo para sua equipe. O bom trabalho dos líderes se traduz, em suma, no sucesso da gestão do negócio.

"Além de ser admirado pela sua postura exemplar, o líder precisa ter uma visão sistêmica da organização para disseminar os valores e conhecimento da empresa para a equipe. É importante que atue de forma transparente, democrática e inspiradora, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência. Mais do que isso, as lideranças exercem papel fundamental na criação de um ambiente propício à inovação, aperfeiçoamento e aprendizado constantes", destaca Jairo Martins, superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

Para auxiliar os gestores na busca pela excelência da organização, a FNQ recomenda 5 passos fundamentais que vão servir de referência para que se tornem líderes de sucesso, com base no critério Liderança do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG).

1. Promover o alinhamento de interesses
Assegurar a harmonia e o equilíbrio no relacionamento da equipe é tarefa básica de um líder, que muitas vezes tem que lidar com diferentes interesses na mesma organização. Para tornar isso um fato positivo, é essencial fazer todos entenderem como cada um pode, em sua área, colaborar com o desenvolvimento do projeto de trabalho, sem necessariamente conflitarem em suas ideias.

2. Internalizar as mudanças culturais
Implementar a cultura da excelência em uma equipe requer alterar o seu conceito organizacional, colocando novos valores à mesa. Recomenda-se incentivar e estimular a diversidade de ideias, a fim de tornar o ambiente de trabalho mais criativo e inovador. Atuando como catalisador dessas ideias, o líder facilita a aceitação desta cultura por parte da equipe e sua internalização ao processo de trabalho.

3. Manter canal de comunicação aberto com a equipe
Comunicar-se com clareza e objetividade é o que garante à equipe total assimilação dos valores e princípios da organização. Da mesma forma, é importante ouvir o que cada um tem a dizer sobre assuntos diversos. Assim, estabelece-se uma relação de confiança entre o líder e seu grupo, criando uma sintonia de ideias e um ambiente encorajador para que todos se sintam parte relevante do processo de trabalho.

4. Estabelecer e verificar o cumprimento de padrões de trabalho
Adotar padronizações nos processos de trabalho é imprescindível para se avaliar o desempenho da empresa. Com a execução de práticas mais uniformes, os resultados ficam menos sujeitos a variações e a equipe se mantém focada nos objetivos da organização. É importante também ter métodos eficazes para verificar o cumprimento destes padrões, obtendo melhores condições de primar pelos bons resultados da companhia.

5. Identificar e desenvolver novos líderes
Para garantir a perenidade do negócio, é importante saber identificar, entre os colaboradores, pessoas com potencial para exercer a liderança. Isso significa procurar pessoas com caráter inovador e motivador, que exerçam uma influência positiva sobre o grupo. Ter líderes confiáveis em diversos níveis faz com que todos os segmentos da empresa estejam alinhados na busca pela excelência.

Autor: Jairo Martins, superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) – Artigo reproduzido da FNQ em Revista - Ano 06 | nº 59 | setembro | 2011.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

QUAL É O SEU PROBLEMA?

Para resolver seus problemas, aplique “3Q1POC”, uma sopa de letrinhas que ira orientar sua decisão. Não se assuste isto é uma eficiente técnica para diagnosticar um problema e planejar soluções. Para utilizá-la, é preciso responder a algumas indagações: O quê? Quando? Quem? Por quê? Onde? Como? São essas perguntas que formam a designação três Q e um POC.

À medida que os processos se tornam mais complexos e menos definidos, fica mais difícil identificar sua função a ser satisfeita, bem como os problemas, as oportunidades que surgem e as causas que dão origem aos efeitos sentidos.

A técnica “3Q1POC” consiste em equacionar o problema, descrevendo-o por escrito, da forma como é sentido naquele momento particular: como afeta o processo, as pessoas, que situação desagradável o problema causa. A descrição deve considerar vários aspectos:

  • O que é o problema?
  • Onde ele ocorre?
  • Quando (desde quando, em que situação) ocorre?
  • Quem está envolvido?
  • Como o problema surgiu? 
A busca de informações para responder a essas questões normalmente traz outro tipo de conhecimento também importante ao bom diagnóstico do problema: o que poderia ser problema, mas não é? Isto leva a outras questões:

  • O que ocorre, mas não é problema? Por quê? Em que situações não ocorrem?
  • Onde o problema não ocorre? Por quê? Em que locais, órgãos, regiões?
  • Quando não ocorre? Por quê? (época do ano, dia da semana, hora do dia, a partir de quando).
  • Quem não está envolvido? Por quê? Com quem ocorre? Com quem não ocorre? 
Observando-se as diferenças entre o que é e o que não é o problema, é possível formular hipóteses para as divergências e melhorar sua descrição. Verifica-se também mudanças no processo (modo, local, responsabilidades) que possam justificar o problema.

Pratique você mesmo

Identifique, com a ajuda de pessoas que trabalham com você, um problema importante no setor de trabalho. Utilizando uma tabele “3Q1POC”, descreva:

  • O que é o problema?
  • Desde quando ou em que situação ocorre o problema?
  • Quem está envolvido no problema?
  • Por que o problema ocorre?
  • Onde ele ocorre?
  • Como o problema surgiu? 
Na coluna “Não é”, responda:

  • O que não é problema?
  • Quando o problema não ocorre?
  • Quem não está envolvido?
  • Por que não ocorre o problema?
  • Onde o problema não ocorre? 
Anote na tabela quais as mudanças verificadas no processo onde o problema está inserido e o que poderia justificar o aparecimento do problema. Liste na coluna “Mudanças ocorridas no processo”. Depois, procure redefinir o problema, tornando-o bastante claro.

Planeje soluções

Uma variação do “3Q1POC” é utilizada para o planejamento da solução escolhida. Aí as perguntas são outras:

  1. Qual ação será desenvolvida?
  2. Quando será feita? (cronograma).
  3. Quem será responsável pela sua implantação?
  4. Por que foi definida esta solução? (resultado esperado).
  5. Onde será implantada? (abrangência).
  6. Como será implantada a ação? (etapas com sua descrição). 
Como base no problema, defina em conjunto com os outros subordinados diretos uma ou mais soluções que eliminem as prováveis causas identificadas.

Liste possíveis soluções e, para cada uma, elabore um plano de ação. Faça reuniões de acompanhamento do plano de cada solução.

Solucionado o problema: comemore! Divulgue para todos da empresa o “como” sua equipe conseguiu e ajude a outras equipes também podem solucionar problemas.